Jogador Nº1
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4,4
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114 Críticas do usuário

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Diogo Codiceira
Diogo Codiceira

24 seguidores 897 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 20 de abril de 2026
Jogador número 1 é um filme de ficção científica/aventura que contou com a direção de Steven Spielberg e roteiro de Penn, Ernest Cline (baseado em romance de Ernest Cline). O filme recebeu 1 indicação ao Oscar 2019: melhor efeitos visuais. Na trama se passa num futuro de 2045, onde a grande maioria da humanidade prefere viver em uma realidade virtual, um jogo chamado OASIS. Com a morte de James Halliday (Mark Rylance) o criador do jogo é deixado sua fortuna e o controle total do jogo para o jogador que conseguir todas as chaves e montar um verdadeiro quebra-cabeça. Assim, o jovem periférico Watts (Tye Sheridan), busca praticamente abandonar a sua realidade em busca desse seu sonho. O filme usa uma realidade nao tão distante da nossa ao invocar a ideia de realidade virtual. Ao percebermos o fracasso ( esse nao especificado no filme), os humanos ( a maioria deles) estão empenhando em abandonar a sua realidade, realizando apenas o básico: comer e dormir para fugir e ir para o mundo virtual, onde tudo é mais rápido e empolgante. Funcionando como uma boa crítica, pois as pessoas passam se frustrar agora pelas suas perdas no jogo e não mais em sua vida real. Sob esse aparato, o filme ainda aborda a questão da verdade, na qual na da pra saber, apenas aquilo que os jogadores querem revelar, nao sabemos seu gênero, idade , nem rosto ( algo parecido com nossas redes sociais ou aquilo que se quer mostrar nele). De fato o filme é um prato filosófico e social cheio, que o roteiro aborda, mas a direção de Spielberg, prefere navegar em marés da aventura ( nisso ele sabe fazer de melhor). Temos uma empresa concorrente querendo se tornar a número um, caso controle o jogo ( algo semelhante ao que o capitalismo especulativo faz hj em dia). A direção ainda faz excelentes menções, principalmente a década de 1980, de forma longa e direta como o filme como O iluminado e mais rápida de discreta como o Exterminador do futuro, além de diversos jogos e personagem de jogos e músicas como Bee Gees. Spielberg parece colocar a sua própria nostalgia em tela. Um dos problemas do filme é a falta de um melhor desenvolvimento dos personagens que estão no jogo com Watts, o que acaba deixando praticamente como personagens secundários de luxo como foi o caso de Art3mis, Daito e Sho, parecem que nao conseguem se ligar na narrativa. Em termos técnicos, o filme tem bons efeitos especiais , praticamente gravado todo em CGI, isso tanto no virtual, quando nos ambientes e foi muito bons. No mais, o filme é uma boa diversão com uma pitada de reflexão para os tempos atuais.
Omedradoo
Omedradoo

19 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 15 de dezembro de 2025
O filme é simplesmente ótimo, consegue desenvolver uma incrível narrativa e concluir-la sem furos no roteiro. Faz com que também inclua a realidade e o jogo de forma que não perca o foco e deixe a ação do filme ainda mais contagiante e divertida! A atuação dos atores São excelentes
Ranger Sombra
Ranger Sombra

4 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 26 de novembro de 2024
Jogador Nº 1

Jogador Nº 1 (Ready Player One, 2018), dirigido por Steven Spielberg, é uma celebração à cultura pop que combina nostalgia com inovação tecnológica. Baseado no livro de Ernest Cline, o filme mergulha o público em um mundo virtual vibrante, o OASIS, ao mesmo tempo que explora temas como escapismo, identidade e o impacto da tecnologia na sociedade.

A trama segue Wade Watts (Tye Sheridan), um jovem que passa a maior parte de seu tempo no OASIS, um universo digital onde as pessoas podem ser quem quiserem. Após a morte de James Halliday (Mark Rylance), o criador do OASIS, Wade embarca em uma caça ao tesouro virtual para encontrar um "Easter egg" escondido, que dará ao vencedor o controle completo da plataforma. A jornada de Wade e seus aliados, os "High Five", mistura ação, mistério e referências à cultura nerd dos anos 80 e 90.

Spielberg utiliza o OASIS como um playground visual, onde as possibilidades parecem infinitas. A animação é impressionante, com um nível de detalhe que torna cada frame repleto de surpresas para os fãs de cultura pop. Desde o DeLorean de De Volta para o Futuro até personagens como o Gigante de Ferro e King Kong, o filme é uma caça ao tesouro de referências. No entanto, em alguns momentos, a quantidade de elementos nostálgicos pode ser avassaladora, especialmente para quem não é familiarizado com essas influências.

O elenco principal entrega performances competentes, mas não especialmente memoráveis. Tye Sheridan faz um trabalho decente como Wade, mas sua jornada emocional acaba sendo ofuscada pelo espetáculo visual do filme. Olivia Cooke, como Art3mis, tem mais carisma e consegue dar mais profundidade à sua personagem, mesmo com um arco previsível. Mark Rylance, por outro lado, é brilhante como Halliday, trazendo uma mistura de genialidade e melancolia que serve como o coração do filme.

O roteiro, co-escrito por Zak Penn e Ernest Cline, mantém o ritmo acelerado, mas simplifica muitos dos elementos do livro. Isso é compreensível, dado o desafio de adaptar uma obra tão densa e cheia de referências, mas algumas escolhas deixam o filme raso em termos de desenvolvimento de personagens e conflitos. Por exemplo, a mensagem sobre equilíbrio entre o mundo virtual e o real, embora importante, é abordada de forma superficial, quase didática, no final.

A direção de Spielberg é o que mantém o filme coeso. Ele consegue equilibrar as sequências de ação no OASIS com momentos mais intimistas no mundo real. A cena da recriação de O Iluminado é um destaque absoluto, mostrando o domínio de Spielberg em misturar homenagens com criatividade própria.

Jogador Nº 1 é um filme visualmente deslumbrante e divertido, especialmente para os fãs de cultura pop, mas pode não ressoar tanto emocionalmente quanto outras obras de Spielberg. Ainda assim, é uma experiência única que destaca o impacto da tecnologia e o poder das histórias que moldam gerações. Não é perfeito, mas é uma aventura que vale a pena para quem quer se perder em um mundo de possibilidades infinitas.
Vinícius d
Vinícius d

614 seguidores 676 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 17 de março de 2024
Onde Spielberg coloca a mão sempre sai uma coisa interessante. O filme é distópico notavelmente, mas faz muito bem para nossa época principalmente para juventude. Muitos valores são deixados nessa obra, as animações são divertidas, o desafio do garoto reflete muito a vontade dos jogadores de jogos online vivenciam nos games que jogam. É em alguns momentos irônico "propositalmente", para ironizar o absurdo que um jogo online pode ser na vida de um cidadão de carne osso: pessoas na rua jogando, a mãe jogando, a hipoteca da casa para comprar moedas. Sim tem gente que já vendeu rim para comprar upgrade em jogo online, loucos tem de todo tipo no mundo. E essa obra tenta fazer esse registro na história cinematográfica, desse momento que a computação produz na vida das pessoas. Eu as vezes me pergunto o poder social que uma empresa de tecnologia pode ter nas mãos, de fato é engraçado a policia aparecer no final do filme enquanto que a IOI em muitos momentos transmite a sensação de ser o instrumento estatal coercitivo. Como registro histórico cinematografico do momento da nossa sociedade é uma obra muito interessante, os atores são agradáveis, o Simon Pegg (eterno Q da vida, Missão impossível) é um gentleman, os atores mirins são bons. Mas não é o estilo de filme, comercial diga-se de passagem, que me agrada. Mas captou a atenção e merece uma boa nota.
Alex Dias
Alex Dias

1 crítica Seguir usuário

4,5
Enviada em 18 de junho de 2023
Top esse filme. Muito bom os gráficos. Assiste em 2023 e esta mais do que atual a história. Legal que mesmo no mundo virtual, metaverso, haverão escravos, trabalhos forçados, pessoas infelizes, pq é da natureza do ser humano nunca estar completo, nem com a fuga para o mundo virtual.
Jedidias Nunes Dias
Jedidias Nunes Dias

2 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 6 de junho de 2022
A mais absurda coletânea de easter eggs por minuto quadrado, se é possível assim descrever. Apesar da trama ser realmente infantil, é suficientemente crível dentro do universo estabelecido (tá... às vezes nem tanto...).

Mas por incrível que possa parecer, as falhas na motivação dos personagens e algumas previsibilidade não tiram a vontade de ver esse filme ao menos 3 vezes e de comentar sobre os easters eggs por horas com quem já dividiu dessa mesma experiência. Como obra cinematográfica não se encontraria numa lista de "melhores filmes" em praticamente nada... Mas como uma obra fantástica de se assistir e um proporcionador incrível de diversão na tela, este pode sim estar num TOP 3 de qualquer um cinéfilo.
cinema com lucas
cinema com lucas

16 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 28 de julho de 2023
Jogador Nº1 é a prova viva de que um filme baseado em video-games pode sim entregar um bom resultado. O filme pode até dar um certo cansaço, mas é inegável dizer que sua narrativa não é interessante e bem elaborada. O peso da consciência com a mensagem final do filme é surpreendente. Já que a vida real, é a única coisa que é real! E temos que dar valor ao que de fato é importante a nossa vida.
Recomendo assistir.
Ma Nogueira
Ma Nogueira

1 seguidor 17 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 28 de agosto de 2020
Jogador No. 1 (Ready Player One – 2018) – Ficção científica, das boas! O diretor é Steven Spielberg, logo, filme muito bom. Abrange o mundo dos “gamers”. O ano 2045, no Mundo real a desigualdade é grande, e a população tem seu lazer no Mundo virtual. Oasis é um jogo inventado por um “nerd”, um gênio como esses que temos na nossa época. Mas ao morrer em 2040, deixa um desafio, uma competição, que ao vencedor vai dar o direito de controle do sistema e um prêmio de US$ 1 trilhão. O jogador Wade Watts no mundo real, e seu avatar Parzival, vivido pelo ator Tye Sheridan, vai seguir todos os paços, pistas, fazer pesquisas, para descobrir os “easter eggs”. E o toque de mestre, as referências a vários ícones dos anos 1980, 1990 e até 1977. É interessante ir descobrindo as referências. Vai desde o carro dirigido pelo avatar Parzival, um Delorean, referência ao filme “De Volta Para o Futuro”, até por exemplo “Godizila”. Em uma das etapas do jogo, há uma referência ao filme “O Iluminado”, logo tantos os jogadores como o público, deveriam ter assistido o filme para sacarem as jogadas. O sistema concorrente, IOI, tenta atrapalhar as jogadas, e destruir o competidor. Mesmo que voce não saiba o que são “easter eggs” vai se divertir muito.
Danny Sincerona
Danny Sincerona

45 seguidores 193 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 2 de julho de 2020
Uns dos melhores filmes de ficção que eu já vi na atualidade. É um filme realmente muito bom, que consegue prender o telespectador do inicio ao fim com sua história de aventura, principalmente porque essa história se passa dentro de um video game.
Cada detalhe do filme é único e muito bem planejado, nada ali é feito por acaso.
Em muitos momentos você se esquece que o filme tem pessoas humanas pois você fica tão preso no mundo virtual que se esquece que o real existe e é exatamente essa a mensagem que o filme transmite. Um mundo onde todos vivem uma vida virtual, conhece pessoas, se diverte, enquanto só lembram da vida real para fazer coisas realmente necessárias.
Eu recomendo muito o filme, principalmente por ele trazer vários elementos da cultura pop, da música ao video games, isso melhora ainda mais o filme, já que mostra coisas clássicas de um passado esquecido em um mundo onde se vive na tecnologia.
O filme é bem longo, com um pouco mais de duas horas, mas a história é tão boa, tão envolvente cheia de ação e emoção que você nem vê a hora passar. Super recomendado.
Thales Gregório
Thales Gregório

2 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 20 de abril de 2020
Gostei muito da fotografia do filmes, da trilha sonora, mesmo sendo meio cliche adolescente o trabalho com as referências e cultura pop foi excelentes.
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