Jogador Nº1
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4,4
1360 notas

114 Críticas do usuário

5
44 críticas
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Mayara Borges
Mayara Borges

2 seguidores 29 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 6 de julho de 2025
Um show de referências que te prendem do início ao fim! Legal demais! 5 estrelas principalmente por causa da parte do Iluminado! 來
Josué L
Josué L

1 seguidor 16 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 27 de maio de 2018
filme sensacional, recomendado demais, ainda mais pra quem gosta de referencias, principalmente da cultura pop
só nao gostei da motivação do vilao, tirando isso recomendo demais q assistam!
Maxson A.
Maxson A.

3 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 18 de abril de 2018
Otimo filme, nostalgia com toque de futurismo. Emocionante do inicio ao fim, vc entra no oasis da imaginação.
Vinicius d.
Vinicius d.

2 seguidores 2 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 1 de abril de 2018
Com certeza o melhor filme sobre video-games já feito. Realmente de encher os olhos com tantas referências, não só a games como a cultura pop em geral. 10/10
Ma Nogueira
Ma Nogueira

1 seguidor 17 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 28 de agosto de 2020
Jogador No. 1 (Ready Player One – 2018) – Ficção científica, das boas! O diretor é Steven Spielberg, logo, filme muito bom. Abrange o mundo dos “gamers”. O ano 2045, no Mundo real a desigualdade é grande, e a população tem seu lazer no Mundo virtual. Oasis é um jogo inventado por um “nerd”, um gênio como esses que temos na nossa época. Mas ao morrer em 2040, deixa um desafio, uma competição, que ao vencedor vai dar o direito de controle do sistema e um prêmio de US$ 1 trilhão. O jogador Wade Watts no mundo real, e seu avatar Parzival, vivido pelo ator Tye Sheridan, vai seguir todos os paços, pistas, fazer pesquisas, para descobrir os “easter eggs”. E o toque de mestre, as referências a vários ícones dos anos 1980, 1990 e até 1977. É interessante ir descobrindo as referências. Vai desde o carro dirigido pelo avatar Parzival, um Delorean, referência ao filme “De Volta Para o Futuro”, até por exemplo “Godizila”. Em uma das etapas do jogo, há uma referência ao filme “O Iluminado”, logo tantos os jogadores como o público, deveriam ter assistido o filme para sacarem as jogadas. O sistema concorrente, IOI, tenta atrapalhar as jogadas, e destruir o competidor. Mesmo que voce não saiba o que são “easter eggs” vai se divertir muito.
Edilany C.
Edilany C.

2 seguidores 2 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 21 de março de 2018
Poderiam ter trabalhado melhor a historia do filme, principalmente entre os protagonista, ao meu ver faltou mais emoção embora tenha toda aquela nostalgia de ver os personagens de jogos famosos.
fabioaless09
fabioaless09

6 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 17 de fevereiro de 2019
ARRISCO EM DIZER QUE ESSE SEJA O MELHOR FILME DE STEVEN SPIELBERG. TENHO CERTEZA DISSO. AGORA, VOU ASSISTIR DE NOVO. N'AO CONSIGO RESISTIR.

PERCEBI UMA SEMELHANÇA COM MATRIX: ENQUANTO QUE AS PESSOAS NÃO SABEM QUE A MATRIX EXISTE E LUTA-SE PARA SAIR, EM JOGADOR N°1 AS PESSOAS SABEM QUE EXISTE O JOGO E FAZEM DE TUDO PARA PERMANECER. PORTANTO O INVERSO DE MATRIX.
Giuliano Batista Scariot G.
Giuliano Batista Scariot G.

8 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 5 de junho de 2018
Uma obra de arte que traz a sensação dos anos 80 e as referências cinematográficas que marcaram época nessa década. Steven Spielberg foi um gênio em trabalhar esse tópico e trazer de volta a sua genialidade em filmes onde lembram os cones De Volta Para o Futuro e entre outros sucessos na sua carreira, um verdadeiro gênio que soube trabalhar bem a nostálgica história que nos rodeia.
Rômulo N.
Rômulo N.

2 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 21 de abril de 2018
Um ótimo filme, empolgante, imagem, efeitos especiais, musica, tudo muito bom, pode assistir sem medo de ser feliz !
Ranger Sombra
Ranger Sombra

4 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 26 de novembro de 2024
Jogador Nº 1

Jogador Nº 1 (Ready Player One, 2018), dirigido por Steven Spielberg, é uma celebração à cultura pop que combina nostalgia com inovação tecnológica. Baseado no livro de Ernest Cline, o filme mergulha o público em um mundo virtual vibrante, o OASIS, ao mesmo tempo que explora temas como escapismo, identidade e o impacto da tecnologia na sociedade.

A trama segue Wade Watts (Tye Sheridan), um jovem que passa a maior parte de seu tempo no OASIS, um universo digital onde as pessoas podem ser quem quiserem. Após a morte de James Halliday (Mark Rylance), o criador do OASIS, Wade embarca em uma caça ao tesouro virtual para encontrar um "Easter egg" escondido, que dará ao vencedor o controle completo da plataforma. A jornada de Wade e seus aliados, os "High Five", mistura ação, mistério e referências à cultura nerd dos anos 80 e 90.

Spielberg utiliza o OASIS como um playground visual, onde as possibilidades parecem infinitas. A animação é impressionante, com um nível de detalhe que torna cada frame repleto de surpresas para os fãs de cultura pop. Desde o DeLorean de De Volta para o Futuro até personagens como o Gigante de Ferro e King Kong, o filme é uma caça ao tesouro de referências. No entanto, em alguns momentos, a quantidade de elementos nostálgicos pode ser avassaladora, especialmente para quem não é familiarizado com essas influências.

O elenco principal entrega performances competentes, mas não especialmente memoráveis. Tye Sheridan faz um trabalho decente como Wade, mas sua jornada emocional acaba sendo ofuscada pelo espetáculo visual do filme. Olivia Cooke, como Art3mis, tem mais carisma e consegue dar mais profundidade à sua personagem, mesmo com um arco previsível. Mark Rylance, por outro lado, é brilhante como Halliday, trazendo uma mistura de genialidade e melancolia que serve como o coração do filme.

O roteiro, co-escrito por Zak Penn e Ernest Cline, mantém o ritmo acelerado, mas simplifica muitos dos elementos do livro. Isso é compreensível, dado o desafio de adaptar uma obra tão densa e cheia de referências, mas algumas escolhas deixam o filme raso em termos de desenvolvimento de personagens e conflitos. Por exemplo, a mensagem sobre equilíbrio entre o mundo virtual e o real, embora importante, é abordada de forma superficial, quase didática, no final.

A direção de Spielberg é o que mantém o filme coeso. Ele consegue equilibrar as sequências de ação no OASIS com momentos mais intimistas no mundo real. A cena da recriação de O Iluminado é um destaque absoluto, mostrando o domínio de Spielberg em misturar homenagens com criatividade própria.

Jogador Nº 1 é um filme visualmente deslumbrante e divertido, especialmente para os fãs de cultura pop, mas pode não ressoar tanto emocionalmente quanto outras obras de Spielberg. Ainda assim, é uma experiência única que destaca o impacto da tecnologia e o poder das histórias que moldam gerações. Não é perfeito, mas é uma aventura que vale a pena para quem quer se perder em um mundo de possibilidades infinitas.
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