Média
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O filme é bom, temos momentos nostálgicos, que me fez voltar a época da minha infância, apesar que as cenas de ação são poucas, mas a trama amarra bem, em todos os pontos
Nostálgico. Para quem viu na infância é bem legal... e supera o enredo com vários furos e soluções fáceis mas sem sentido. Não tem como fazer frente aos atuais filmes de heróis.
A clássica série dos anos 90 finalmente ganha seu primeiro filme decente.
Power Rangers chega sem muita expectativa em si, despretensioso e até desacredito por muitos o longa agrada bastante a quem era fã da série, e também pode conquistar novos fãs, possibilitando uma franquia.
O roteiro do filme bom, cheio de alívios cômicos que funcionam muito bem. A interação entre os integrantes do grupo é muito boa e o mais importante: nenhum Ranger é deixado de lado pela trama.
Falando nos Rangers a atuação dos cinco jovens atores são muito boa e mostram ser promissores. Elizabeth Banks surge como a vilã da história, com uma atuação bastante caricata é verdade, mas estamos falando de Power Rangers, era de se esperar algo do tipo.
Os efeitos visuais são bons, e as batalhas são muito parecidas com a da série televisa, aquele jeito icônico, claro que na versão do longa os efeitos visuais são bem mais apurados. Os novos uniformes ou armaduras são muito bons.
Talvez o estranho seja o controle que os Rangers tenham em relação ao seus robôs de lutas, já que era a primeira vez que eles pilotavam, mas a atrapalhada em controlar Megazord no começo é hilária, e compensa o erro primordial. Mas Megazorde fazendo uma dancinha no fim e constrangedor e totalmente desnecessário.
As músicas são boas, bem do estilo jovem e é claro contém a clássica Go Go Power Rangers, e o fundo musical também é ótimo.
Sem dúvidas o grande mérito do diretor Dean Israelite seja ele fazer um filme bem Power Rangers, Dean não tenta inventar coisas diferentes, ele muda o básico para o filme ser o mais fiel possível a série. Power Rangers é um bom filme gostoso e bacana de se assistir, leve e bem descontraído.
Power Rangers chega sem muita expectativa em si, despretensioso e até desacredito por muitos o longa agrada bastante a quem era fã da série, e também pode conquistar novos fãs, possibilitando uma franquia.
O roteiro do filme bom, cheio de alívios cômicos que funcionam muito bem. A interação entre os integrantes do grupo é muito boa e o mais importante: nenhum Ranger é deixado de lado pela trama.
Falando nos Rangers a atuação dos cinco jovens atores são muito boa e mostram ser promissores. Elizabeth Banks surge como a vilã da história, com uma atuação bastante caricata é verdade, mas estamos falando de Power Rangers, era de se esperar algo do tipo.
Os efeitos visuais são bons, e as batalhas são muito parecidas com a da série televisa, aquele jeito icônico, claro que na versão do longa os efeitos visuais são bem mais apurados. Os novos uniformes ou armaduras são muito bons.
Talvez o estranho seja o controle que os Rangers tenham em relação ao seus robôs de lutas, já que era a primeira vez que eles pilotavam, mas a atrapalhada em controlar Megazord no começo é hilária, e compensa o erro primordial. Mas Megazorde fazendo uma dancinha no fim e constrangedor e totalmente desnecessário.
As músicas são boas, bem do estilo jovem e é claro contém a clássica Go Go Power Rangers, e o fundo musical também é ótimo.
Sem dúvidas o grande mérito do diretor Dean Israelite seja ele fazer um filme bem Power Rangers, Dean não tenta inventar coisas diferentes, ele muda o básico para o filme ser o mais fiel possível a série. Power Rangers é um bom filme gostoso e bacana de se assistir, leve e bem descontraído.
Legalzinho e só! Power Rangers é um filme com alguns efeitos bacana, um inicio muito bom, com cenas escuras e bem feita. encontro do quarteto de uma forma bem colocada ou seja um 1° ato bom, mas já no 2° e 3° atos,. não posso dizer a mesma coisa, arrastado, melodramático para esse tipo de filme e atuações ruins, tirando apenas o mais carismático, não muita coisa, o Dacre Montgomery que também está no ótimo Stranger Things, o fim do filme é ruim e aquela dancinha do Robô é triste e forçada. Power Rangers é inicialmente nostálgico, mas depois se torna pragmático.
Segue a fórmula do clássico power rangers. A tentativa de atualizar a linguagem desses heróis é uma boa idéia e até bem feita no início do filme, entretanto em algum ponto do roteiro o filme parece "ter que acabar" e o desfecho do filme se torna rápido e sem algo a mais de emoção.
É um filme gostoso de se ver, mas eu senti que deixou mais a desejar. Foram poucas as cenas em que os Rangers aparecem em combate, além disso, também, cabe salientar as questões pertinentes à computação gráfica utilizado no filme, ela não é ruim, ademais poderia ter sido melhor, sobretudo no quisto da armadura dos Rangers. Para uma análise final, acredito que vale a pena dar uma conferida.
Filme não empolgou com o desenvolvimento da sua trama,o roteiro tem situações excessivamente dramáticas,refletindo a unilateralidade dos personagens principais de maneira rasa,Rita é uma vilã que quer dominar o universo e nada mais.Se você esperava ver os Rangers lutando de armadura, pode desistir, eles só aparecem assim em, no máximo, dez minutos de filme, pulando, posteriormente, para os zords.
Homenagem a Altura.
Ícone das tardes na TV aberta nos anos 90, Power Rangers virou sinônimo de diversão para a garotada que via no seriado, algo ligeiramente diferente dos famosos tokusatsu que inundavam o japão no mesmo período. Eis que em 2017 recebemos um novo longa baseado na série, porém, com temática mais adulta e sombria, deixando para traz toda a cafonice típica do produto original.
No longa, a famosa vilã Rita Repulsa (Elizabeth Banks) descobre uma maneira de recuperar seus poderes outrora limados em batalha, portanto, caberá ao quinteto de adolescente formados por Jason / Ranger Vermelho (Dacre Montgomery), Billy / Ranger Azul (RJ Cyler), Kimberly / Ranger Rosa (Naomi Scott), Trini / Ranger Amarelo (Becky G) e Zack / Ranger Preto (Ludi Lin) evitar os desacertos na Alameda dos Anjos.
Há de se destacar que a proposta contemporânea caiu muito bem à película, visto que cada adolescente é tratado com seus problemas recorrentes da idade e a escolha dos cinco ajuda na melhoria de seus comportamentos junto a sociedade. Seria como um escape dos problemas que acaba resultado na salvação dos problemas alheios, e isso foi uma grande sacada do roteiro. A história se desenvolve bem com o comando cheio de nostalgia do diretor Dean Israelite, incluindo grandes sequências de ação que se mostram muito bem agregadas à narrativa, sem deixar de citar que as descobertas dos poderes pelos Rangers são dignas de ressalvas pela excelente abordagem.
Anunciado como um proposta de renovar a franquia, inclusive trazendo para uma audiência mais nova, POWER RANGERS é um ótimo filme, contendo muito do que se espera deste tipo de produção, respeito à obra de origem mantendo adições que rejuvenescem o estilo. As armaduras e o zords funcionam super bem e jamais soam bobos, deixando a impressão de acerto e criando grandes expectativas para uma continuação.
Ícone das tardes na TV aberta nos anos 90, Power Rangers virou sinônimo de diversão para a garotada que via no seriado, algo ligeiramente diferente dos famosos tokusatsu que inundavam o japão no mesmo período. Eis que em 2017 recebemos um novo longa baseado na série, porém, com temática mais adulta e sombria, deixando para traz toda a cafonice típica do produto original.
No longa, a famosa vilã Rita Repulsa (Elizabeth Banks) descobre uma maneira de recuperar seus poderes outrora limados em batalha, portanto, caberá ao quinteto de adolescente formados por Jason / Ranger Vermelho (Dacre Montgomery), Billy / Ranger Azul (RJ Cyler), Kimberly / Ranger Rosa (Naomi Scott), Trini / Ranger Amarelo (Becky G) e Zack / Ranger Preto (Ludi Lin) evitar os desacertos na Alameda dos Anjos.
Há de se destacar que a proposta contemporânea caiu muito bem à película, visto que cada adolescente é tratado com seus problemas recorrentes da idade e a escolha dos cinco ajuda na melhoria de seus comportamentos junto a sociedade. Seria como um escape dos problemas que acaba resultado na salvação dos problemas alheios, e isso foi uma grande sacada do roteiro. A história se desenvolve bem com o comando cheio de nostalgia do diretor Dean Israelite, incluindo grandes sequências de ação que se mostram muito bem agregadas à narrativa, sem deixar de citar que as descobertas dos poderes pelos Rangers são dignas de ressalvas pela excelente abordagem.
Anunciado como um proposta de renovar a franquia, inclusive trazendo para uma audiência mais nova, POWER RANGERS é um ótimo filme, contendo muito do que se espera deste tipo de produção, respeito à obra de origem mantendo adições que rejuvenescem o estilo. As armaduras e o zords funcionam super bem e jamais soam bobos, deixando a impressão de acerto e criando grandes expectativas para uma continuação.
Filme incrível
spoiler:
ele não foge da ideia original, continua mantendo os nomes dos principais personagens spoiler:
e foi um alívio ver que pelo menos nesta nova história não existe nenhum relacionamento amoroso entre o ranger vermelho com a ranger rosa.
ele não foge da ideia original, continua mantendo os nomes dos principais personagens spoiler:
e foi um alívio ver que pelo menos nesta nova história não existe nenhum relacionamento amoroso entre o ranger vermelho com a ranger rosa.
Não vejo porque não dar cinco estrelas! Emocionante! Pra quem assistiu na infância não tem como não gostar!
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