Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald
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85 Críticas do usuário

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claytonvinis
claytonvinis

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4,0
Enviada em 3 de dezembro de 2018
O filme é conforme o esperado não tem muitas cenas de luta e não tem partes que te empolgam mais como tem continuação sei que o clímax é para os finais vale a pena assistir para quem gosta do mundo de fantasia
Angelo S.
Angelo S.

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4,5
Enviada em 21 de novembro de 2018
otima produção, final ficou meio fraco...
....
...........................................................
Thamine H.
Thamine H.

5 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 21 de novembro de 2018
Excelente filme , fiquei perplexa a cada situação, muita magia, muita reviravolta , muita emoção, muito crossover. Ameeei
anônimo
Um visitante
4,5
Enviada em 20 de novembro de 2018
“Animais Fantásticos e os Crimes de Grindelwald” – oitavo longa da carreira do britânico David Yates, sendo o sexto relativo à franquia Harry Potter – começa com uma cena de ação eletrizante que enche os olhos dos espectadores. Com um pontapé inicial cheio de adrenalina, “Os Crimes de Grindelwald” quase decepciona em alguns momentos que se seguem. Não pela falta de qualidade, apenas pela falta de cenas de ação que superem os primeiros minutos do filme.
Há, obviamente, boas cenas de luta ao longo das quase duas horas que se seguem. Mas nada que vá te deixar congelado na cadeira, com o coração na boca e talvez boquiaberto. Se as cenas de ação não são assim tão recompensadoras, o roteiro trás um ótimo suspense entorno da origem do misterioso Creedence (Ezra Miller). Também há romance no ar (não aquele que muitos estávamos esperando), e corações partidos na mesma proporção. São garantidas algumas boas risadas graças, especialmente, ao “trouxa” Jacob Kowalski (Dan Fogler), mais uma vez o alívio cômico da história. Pessoalmente, creio que os roteiristas tentaram trabalhar muitos enredos num filme de apenas duas horas. Em alguns momentos tive a impressão de que poderiam se perder e estragar a história. Porém, no fim das contas, o círculo se fecha de uma forma correta e com ótimos plot twists.
Quanto às criaturas extraordinárias que o título menciona são bem interessantes. Algumas, obviamente, exigiram muita criatividade dos roteiristas e designers. Outras eles pegaram emprestadas de antigas lendas do Extremo Oriente. No entanto, entre a meia dúzia de novos seres mágicos introduzidos neste filme os holofotes são roubados por dois velhos conhecidos do público: o astuto Tronquilho e fofíssimo Pelúcio. Este, que mais parece um ornitorrinco, merece o prêmio Ladrão de Cena 2018.
Contando com um elenco coeso, que trás performances consistentes a maior parte do tempo, vale a pena chamar a atenção para sua diversidade. Bebendo da mesma fonte que os dois últimos episódios da franquia Star Wars – que por sua vez atendeu a demanda de parte considerável do público que sentia necessidade de se ver representado nas telonas – nesta obra de David Yates temos pluralidade étnica. Personagens de certo destaque que podem ganhar ainda mais espaço nos próximos capítulos da franquia. Além disso, nos deparamos com um vilão ardiloso. O que fica claro assim que Johnny Depp, seu interprete controverso, dá as caras. Grindelwald com seu discurso populista, de fácil adesão por aqueles que temem perder sua posição de poder, dá uma tonalidade política ao longa. Mas isso não é exatamente uma novidade aos fãs de Rowling. Como nos filmes baseados na obra literária da autora há, de um lado, um onda autoritário emergindo, que representa uma minoria privilegiada que quer mais poder – e quer conquistá-lo a qualquer custo. Do outro lado um grupo mais diverso se apresenta para lutar pelo bem tanto da maioria quanto das minorias – mesmo que isso implique algum sacrifício pessoal. Por enquanto só posso dizer: saudades do Lord Voldemort e da Bellatrix Lestrange, pois Grindelwald não é um vilão que põe medo tão pouco é aquele que amamos odiar. Ou seria isso proposital? Para que não esperemos muito dele e no futuro o personagem nos surpreenda?
Na parte técnica veremos efeitos especiais excelentes, uma trilha sonora certeira para cada situação e figurinos incríveis (será este cheiro que sinto o de outro Oscar a caminho?); “Os Crimes de Grindelwald” é sem dúvida um ótimo filme. Mesmo que você não seja um fã dos personagens criados por J. K. Rowling e nunca tenha assistido nenhum dos outros filmes que trazem a história do bruxinho mais amado de todos os tempos, a saga Animais Fantásticos funciona sozinha. E tem tudo para ser a porta de entrada para toda uma nova geração de fãs. Sejam os millennials, seja o pessoal de vinte e poucos ou trinta e tantos anos que provavelmente estava exilado em alguma caverna nas últimas duas décadas.
Claro que se você for um potterhead será muito mais fácil entender algumas referências, reconhecer alguns feitiços. E, claro, ter ótimas surpresas, momentos de nostalgia e quem sabe sentir uma lágrima escorrendo no canto do olho.
anônimo
Um visitante
4,5
Enviada em 20 de novembro de 2018
“Animais Fantásticos e os Crimes de Grindelwald” – oitavo longa da carreira do britânico David Yates, sendo o sexto relativo à franquia Harry Potter – começa com uma cena de ação eletrizante que enche os olhos dos espectadores. Com um pontapé inicial cheio de adrenalina, “Os Crimes de Grindelwald” quase decepciona em alguns momentos que se seguem. Não pela falta de qualidade, apenas pela falta de cenas de ação que superem os primeiros minutos do filme.
Há, obviamente, boas cenas de luta ao longo das quase duas horas que se seguem. Mas nada que vá te deixar congelado na cadeira, com o coração na boca e talvez boquiaberto. Se as cenas de ação não são assim tão recompensadoras, o roteiro trás um ótimo suspense entorno da origem do misterioso Creedence (Ezra Miller). Também há romance no ar (não aquele que muitos estávamos esperando), e corações partidos na mesma proporção. São garantidas algumas boas risadas graças, especialmente, ao “trouxa” Jacob Kowalski (Dan Fogler), mais uma vez o alívio cômico da história. Pessoalmente, creio que os roteiristas tentaram trabalhar muitos enredos num filme de apenas duas horas. Em alguns momentos tive a impressão de que poderiam se perder e estragar a história. Porém, no fim das contas, o círculo se fecha de uma forma correta e com ótimos plot twists.
Quanto às criaturas extraordinárias que o título menciona são bem interessantes. Algumas, obviamente, exigiram muita criatividade dos roteiristas e designers. Outras eles pegaram emprestadas de antigas lendas do Extremo Oriente. No entanto, entre a meia dúzia de novos seres mágicos introduzidos neste filme os holofotes são roubados por dois velhos conhecidos do público: o astuto Tronquilho e fofíssimo Pelúcio. Este, que mais parece um ornitorrinco, merece o prêmio Ladrão de Cena 2018.
Contando com um elenco coeso, que trás performances consistentes a maior parte do tempo, vale a pena chamar a atenção para sua diversidade. Bebendo da mesma fonte que os dois últimos episódios da franquia Star Wars – que por sua vez atendeu a demanda de parte considerável do público que sentia necessidade de se ver representado nas telonas – nesta obra de David Yates temos pluralidade étnica. Personagens de certo destaque que podem ganhar ainda mais espaço nos próximos capítulos da franquia. Além disso, nos deparamos com um vilão ardiloso. O que fica claro assim que Johnny Depp, seu interprete controverso, dá as caras. Grindelwald com seu discurso populista, de fácil adesão por aqueles que temem perder sua posição de poder, dá uma tonalidade política ao longa. Mas isso não é exatamente uma novidade aos fãs de Rowling. Como nos filmes baseados na obra literária da autora há, de um lado, um onda autoritário emergindo, que representa uma minoria privilegiada que quer mais poder – e quer conquistá-lo a qualquer custo. Do outro lado um grupo mais diverso se apresenta para lutar pelo bem tanto da maioria quanto das minorias – mesmo que isso implique algum sacrifício pessoal. Por enquanto só posso dizer: saudades do Lord Voldemort e da Bellatrix Lestrange, pois Grindelwald não é um vilão que põe medo tão pouco é aquele que amamos odiar. Ou seria isso proposital? Para que não esperemos muito dele e no futuro o personagem nos surpreenda?
Na parte técnica veremos efeitos especiais excelentes, uma trilha sonora certeira para cada situação e figurinos incríveis (será este cheiro que sinto de outro Oscar a caminho?); “Os Crimes de Grindelwald” é sem dúvida um ótimo filme. Mesmo que você não seja um fã dos personagens criados por J. K. Rowling e nunca tenha assistido nenhum dos outros filmes que trazem a história do bruxinho mais amado de todos os tempos, a saga Animais Fantásticos funciona sozinha. E tem tudo para ser a porta de entrada para toda uma nova geração de fãs. Sejam os millennials, seja o pessoal de vinte e poucos ou trinta e tantos anos que provavelmente estava exilado em alguma caverna nas últimas duas décadas.
Claro que se você for um potterhead será muito mais fácil entender algumas referências, reconhecer alguns feitiços. E, claro, ter ótimas surpresas, momentos de nostalgia e quem sabe sentir uma lágrima escorrendo no canto do olho.
Rúbia D.
Rúbia D.

4 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 20 de novembro de 2018
Gostei bastante! Como fã da saga Harry Potter, é extremamente prazeroso revisitar esse universo e encontrá-lo mais desenvolvido e maduro. Newt Scamander continua sendo um personagem encantador e neste filme serve de elo entre Dumbledore e o vilão Grindelwald. A propósito, temos muito pouco do jovem Alvo neste longa, suas aparições nos dão apenas uma amostra do quão grandioso é o seu papel na derrota do bruxo das trevas. A trama ainda gira em torno de Credence Barebonee e no mistério que permeia a sua figura. Mais uma vez acompanhamos o empenho de Grindelwald em conquistar a confiança, e assim o enorme poder, do Obscurus. A representação dos feitiços continua incrível, temos um Freak Show do mundo bruxo, que poderia ter sido mais explorado, animais mágicos que não surpreendem como os do primeiro filme, mas agradam, e a aparição de personagens que só tínhamos visto nas páginas do livros. Concordo que tiveram algumas escolhas de roteiro preguiçosas e forçadas, e alguns cortes que me deixaram um tanto perdida, mas não atrapalharam a compreensão geral da história. Feliz por perceber que Mundo Bruxo ainda pode me surpreender.
Aruom F
Aruom F

1 crítica Seguir usuário

4,5
Enviada em 20 de novembro de 2018
Achei o filme incrível, a atuação do Eddie e do Ezra estavam ótimas na minha opinião e adorei ver um pouco mais do universo magico.

https://leiturasdearuom.blogspot.com/2018/11/7-motivos-para-assistir-animais.html
Emerson M.
Emerson M.

29 seguidores 82 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 20 de novembro de 2018
o filme tem cenas fantásticas, nao so pelos seres misticos mais pelos efeitos especiais. a trama é bem confusa principalmente quando tenta fazer do obvio um mistério e depois uma revelação do estilo não é isso que estão pensando. tem bastante diálogos políticos, e ate mesmo sociais da modinha dos tempos atuais. no geral é um bom filme para fãs, crianças e vale ir ao cinema. esse ano foi difícil filmes que valeram o custo alto das telonas.
Diego M.
Diego M.

2 seguidores 13 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 19 de novembro de 2018
O filme é bom, tem vários efeitos especiais e faz muita referência com Harry Potter. Tem uma história cativante.
G. Marins
G. Marins

1 crítica Seguir usuário

4,0
Enviada em 17 de novembro de 2018
Animais fantásticos e onde habitam 2: É bom?
Newt Scamander reencontra os queridos amigos Tina Goldstein, Queenie Goldstein e Jacob Kowalski. Ele é recrutado pelo seu antigo professor em Hogwarts, Alvo Dumbledore, para enfrentar o terrível bruxo das trevas Gellert Grindelwald, que escapou da custódia da Macusa (Congresso Mágico dos EUA) e reúne seguidores, dividindo o mundo entre seres de magos sangue puro e seres não-mágicos.
Mais um enredo escrito pela amada J.K. chega aos cinemas de todo o mundo, pelas mãos do diretor David Yates, que comandou o primeiro filme da série de Animais Fantásticos e os últimos quatro filmes da franquia Harry Potter. Com um elenco de peso, o longa que fez sua estréia dia 15 de novembro, com o elenco principal praticamente intacto, Newt Scamander (Eddie Redmayne), Queenie Goldstein (Alison Sudol), Jacob Kowalski (Dan Fogler), Tina (Katherine Waterson) e Gellert Grindewald (Johnny Depp), somando mais alguns grandes nomes como Jude Law, interpretando o professor Alvo Dumbledore, também temos a ligeira participação de Maggie Smith que desempenha o papel da Professora Minerva McGonagall.
A história que é contagiante e envolvente, já começa com tudo, logo no inicio temos a fuga de Grindewald do MACUSA (Congresso Mágico dos USA), e é graças a isso que chegamos a principal trama do enredo. Após escapar da prisão, Grindwald começa a reunir bruxos para se unir a ele e também a espera para que o obscurial Credence (Ezra Miller) apareça e que aceite juntar forças. Mas para convence-lo Grindwald oferece a oportunidade do jovem descobrir sua verdadeira identidade, algo que ele tenta entender desde o primeiro filme.
spoiler: Confesso que alguns personagens me surpreenderam muito quando tiveram que fazer a escolha de se unir ou não a Grindwald, sem dúvidas Queenie foi a maior delas, a telepata que fez parte do time dos bonzinhos no primeiro filme, não hesitou quando teve oportunidade de se unir ao vilão.

O que muitos fãs esperavam ansiosos era a aparição de Dumbledore, com uma aparência bem jovial o professor surge como uma peça importante para o decorrer da trama por ser um grande bruxo e por ter um forte elo com Grindwald. Mas, parte do público pode ter se decepcionado com seu desempenho, já que havia a esperança de uma possível batalha dos dois grandes bruxos ainda nesse filme.
Newt, mesmo discreto, continua sendo a personagem principal do enredo, com todos os problemas do último filme surgem imprevistos que parecem que vão atrapalhar o herói, mas o Magozoologista supera as circunstâncias e ainda revela uma grande paixão por olhos de salamandra.
No geral, Animais Fantásticos e Onde Habitam: Crimes de Grindwald surpreende. Assisti ao primeiro filme horas antes de ver sua continuação e senti com clareza que a história ganhou mais corpo e vem com força para as próximas produções da sequência!.
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