Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald: Críticas - Página 2
Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald
Média
4,1
1350 notas
85 Críticas do usuário
5
21 críticas
4
22 críticas
3
17 críticas
2
14 críticas
1
4 críticas
0
7 críticas
Organizar por
Críticas mais úteisCríticas mais recentesPor usuários que mais publicaram críticasPor usuários com mais seguidores
Filtrar por:
Tudo
Daniel M.
2 críticas
Seguir usuário
3,0
Enviada em 19 de dezembro de 2018
O filme mostra as habilidades da J.K de se perder na própria história, ou pelo menos deixar os potterheads confusos. O filme é uma construção de história, o que abre portas para problemas que esperamos que seja resolvido na próxima sequência. No demais, senti que a história em si ficou perdida e sem rumo, mas as referências políticas foi o auge
Segundo filme da franquia, e o que podemos dizer é oq aconteceu? não é que o filme seja ruim, tá longe disso, considero o filme "Ok" mas, que não dar vontade de assistir de novo, pois pra quem não é fã do universo de HP, irá ficar muito confuso... Além do filme ser muito longo, passa maior parte do tempo apresentando os personagens, e um final o quanto confuso,Os crimes de Grindelwald é muito inferior ao primeiro. nota 6.4
“Animais Fantásticos e os Crimes de Grindelwald” – oitavo longa da carreira do britânico David Yates, sendo o sexto relativo à franquia Harry Potter – começa com uma cena de ação eletrizante que enche os olhos dos espectadores. Com um pontapé inicial cheio de adrenalina, “Os Crimes de Grindelwald” quase decepciona em alguns momentos que se seguem. Não pela falta de qualidade, apenas pela falta de cenas de ação que superem os primeiros minutos do filme. Há, obviamente, uma ou duas cenas de luta ao longo das quase duas horas que se seguem. Mas nada que vá te deixar congelado na cadeira com o coração na boca. Se as cenas de ação não são assim tão recompensadoras, o roteiro trás um suspense eficiente entorno da origem do misterioso Creedence (Ezra Miller). Também há romance no ar (não aquele que muitos estávamos esperando), e corações partidos na mesma proporção. São garantidas algumas boas risadas graças, especialmente, ao “trouxa” Jacob Kowalski (Dan Fogler), mais uma vez o alívio cômico da história. Pessoalmente, creio que os roteiristas tentaram trabalhar muitos enredos num filme de apenas duas horas (os já mencionados romances, o passado de alguns personagens, etc.). Em alguns momentos tive a impressão de que poderiam se perder e estragar a história. Porém, no fim das contas, o círculo se fecha de uma forma correta e com ótimos plot twists. Quanto às criaturas extraordinárias que o título menciona são bem interessantes. Embora sejam o reflexo da preguiça dos roteiristas e designers, uma vez que metade delas foi pega emprestada de antigas lendas do Extremo Oriente. Entre a meia dúzia de novos seres mágicos introduzidos neste filme nenhum fica na memória do espectador depois que os créditos sobem. Os holofotes são roubados por dois velhos conhecidos do público: o astuto Tronquilho e fofíssimo Pelúcio. Este, que mais parece um ornitorrinco, merece o prêmio Ladrão de Cena 2018. Contando com um elenco coeso, que trás performances consistentes a maior parte do tempo, vale a pena chamar a atenção para sua diversidade. Bebendo da mesma fonte que os dois últimos episódios da franquia Star Wars – que por sua vez atendeu a demanda de parte considerável do público que sentia necessidade de se ver representado nas telonas – nesta obra de David Yates temos pluralidade étnica. Personagens de certo destaque que podem ganhar ainda mais espaço nos próximos capítulos da franquia. Além disso, nos deparamos com um vilão ardiloso. O que fica claro assim que Johnny Depp, seu interprete controverso, dá as caras. Grindelwald com seu discurso populista, de fácil adesão por aqueles que temem perder sua posição de poder, dá uma tonalidade política ao longa. Mas isso não é exatamente uma novidade aos fãs de Rowling. Por enquanto só posso dizer: saudades de Lord Voldemort e Bellatrix Lestrange, pois Grindelwald não é um vilão que põe medo tão pouco é aquele que amamos odiar. Ou seria isso proposital? Para que não esperemos muito dele e no futuro o personagem nos surpreenda? Um abacaxi para os roteiristas descascarem. Na parte técnica veremos efeitos especiais excelentes, uma trilha sonora certeira para cada situação e figurinos incríveis (será este cheiro que sinto o de outro Oscar a caminho?); “Os Crimes de Grindelwald” é sem dúvida um filme muito bom. Mesmo que você não seja um fã dos personagens criados por J. K. Rowling e nunca tenha assistido a nenhum dos outros filmes que trazem a história do bruxinho mais amado de todos os tempos, a saga Animais Fantásticos funciona sozinha. E tem tudo para ser a porta de entrada para toda uma nova geração de fãs. Sejam os millennials, seja o pessoal de vinte e poucos ou trinta e tantos anos que provavelmente estava exilado em alguma caverna nas últimas duas décadas. Obviamente se você for um potterhead será muito mais fácil entender algumas referências, reconhecer alguns feitiços e, claro, ter ótimas surpresas, momentos de nostalgia e quem sabe sentir uma lágrima escorrendo no canto do olho.
Como muitos estavam esperando esse filme desde o término do primeiro, aonde descobrimos quem era mesmo Grindelwald. O filme se destaca muito em suas cenas aonde o 3d realmente vale a pena, quando muitos filmes não exploram bem. Porém muitas cenas vem e vão sem muita explicação, deixando as vezes o filme arrastado. Para quem conhece a saga conseguiu aproveitar muito melhor o filme do que alguém que foi ao cinema buscar uma boa opção de entretenimento. Podiam ter explorado melhor as questões da Leta para dar um destaque melhor para algum personagem. Entretanto dá pra entender que é filme de transição e terão mais três para explicar melhor tudo e desenvolver tudo até o tão esperado duelo dos dois maiores bruxos até então.
Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald trás um visual incrível, referências que vão aquecer os corações dos fãs de Harry Potter, efeitos belíssimos e alguns personagens que tomaram para sim esse longa como Jacob, Grindelwald, Flamel e Pelúcio. Em contrapartida se expandiu demais, muitos personagens com subtramas que criaram vários núcleos e depois juntou tudo de uma forma não muito natural em uma experiência de roteiro final que deu a impressão que a história não andou muito como deveria. Tirando a média ficou bom, mas com uma sensação que faltou algo e a certeza que o primeiro filme foi melhor.
Para lê a crítica completa no ParsaGeeks, link a seguir: http://www.parsageeks.com.br/2018/11/cinema-535-animais-fantasticos-os.html
é um filme feito especialmente para fãs de harry potter, tem bons efeitos CGI, lindo figurino, traz uma otima referencia a saga e tambem uma sensacao confusa a comecar pelo proprio titulo, ao tentar definir um novo rumo para a franquia Animais fantasticos, o segundo (dos cinco filmes previstos pela Warner até 2024) se atropela em um roteiro enfadonho e que não parece saber o que quer com seu vilão principal.
É interessante ver como tudo vem sendo amarrado nesses roteiros para posteriormente chegar ao ápice com Harry Potter. No entanto, esse segundo capítulo é cansativo e parado, perdendo o foco dos animais e indo para um lado mais sombrio e dramático, onde os seres mágicos estão em segundo plano. Temos muito que ver ainda desse universo.
Caso você continue navegando no AdoroCinema, você aceita o uso de cookies. Este site usa cookies para assegurar a performance de nossos serviços.
Leia nossa política de privacidade