Cidades de Papel
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3,7
1616 notas

140 Críticas do usuário

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Paula B.
Paula B.

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4,0
Enviada em 24 de agosto de 2015
achei muito interessante parece muito com o livro, mais o final e chato pq eles n ficam juntoa
Kamila A.
Kamila A.

7.941 seguidores 816 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 17 de agosto de 2015
Uma cidade de papel nada mais é do que um município falso criado num mapa, que se origina de uma fonte segura, e que tem o objetivo de, com isso, detectar a existência de plágio ou de infração de direitos autorais. Existem certos paralelos entre esse conceito e Margo Roth Spiegelman (a estreante Cara Delevigne), uma das personagens centrais de “Cidades de Papel”, filme dirigido por Jake Schreier. Margo é uma daquelas jovens que é tão misteriosa que acaba gostando de alimentar todas as lendas em torno de seu nome, até chegar num ponto em que ela não sabe mais qual é a sua verdadeira identidade, nem se ela é tudo aquilo que dizem que ela é.

No meio dessa personagem vulcânica, temos Quentin (Nat Wolff), um jovem que, ao contrário de Margo, faz de tudo para não entrar em encrencas e que tem a sua vida planejada pelos próximos 20 anos. Se o destino que ele pretende alcançar vai fazê-lo feliz é uma incerteza, mas o que acontece com ele no decorrer dos 109 minutos de “Cidades de Papel” faz parte de todo um processo de amadurecimento que é comum na vida de um adolescente que está na transição entre o término da vida no colégio e o início da vida na faculdade.

Após levar Quentin em uma noite repleta de travessuras contra aqueles que ela considerava seus amigos mais próximos, Margo desaparece misteriosamente, deixando para trás algumas pistas que Quentin acredita serem dirigidas para ele, de forma a que ele possa decifrar o paradeiro de Margo. Acompanhado, por sua vez, dos seus melhores amigos (Justice Smith e Austin Abrams, que rouba a cena), Quentin embarca numa viagem que reforça esse senso de amadurecimento e de descobertas que marca a obra.

Baseado no terceiro livro escrito por John Green (que vem virando, aos poucos, o novo Nicholas Sparks do cinema norte-americano), “Cidades de Papel” é um filme que sabe se comunicar com seu público principal: os jovens. O surpreendente no longa, no entanto, é o senso de nostalgia que ele traz para quem, como eu, faz parte da geração que cresceu nos anos 80/início dos anos 90. A dupla de roteiristas Scott Neustadter e Michael H. Weber (que adaptou “500 Dias com Ela” e “A Culpa é das Estrelas”) bebeu muito na fonte das comédias/dramas juvenis daquelas décadas para mesclar toda a ingenuidade, frescor, rebeldia, desejo do novo e decepção que era típico de filmes como “Clube dos Cinco”, “O Último Americano Virgem”, “Namorada de Aluguel”, entre outros.
Amanda M.
Amanda M.

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5,0
Enviada em 9 de agosto de 2015
o filme é muito bom. Não sou muito fã de romance, achei que ia ser meio bobo, mas foi muito legal. E real também.
Letícia s.
Letícia s.

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 4 de agosto de 2015
top de maissssssssss. ♋♻♿♻♿♻
Jeanne R.
Jeanne R.

2 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 2 de agosto de 2015
Sem sentido, sem noção, sem graça. Definitivamente arrependi de gastar meu dinheiro.
Ivan B.
Ivan B.

2 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 2 de agosto de 2015
Ficou sem sentido o final não entendi pensei que eles ficariam juntos
Gabriel F.
Gabriel F.

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 31 de julho de 2015
a acho legal quando a Margô desapareceu e vai para uma cidade entre new York e outra cidade que esquici o nome adorei
Maria Luisa G.
Maria Luisa G.

3 seguidores 1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 31 de julho de 2015
" Inspirado em um dos melhores livros de Jonh Green,( pessoalmente, eu o considero o melhor), o filme conta a história do jovem Quentin(Nat Wolf), que está no último ano da escola, prestes a se formar, adora sua vida rotineira e ainda é apaixonado pela sua bela e misteriosa vizinha Margo Roth Spiegelman(Cara Delevingne), seu amor de infância. E não pensa duas vezes quando ela aparece na sua janela, de madrugada, pedindo ajuda para colocar em pratica seu plano de vingança. A noite acaba se tornando a melhor da vida de Quentin, mas no outro dia porém, a menina desaparece sem deixar nenhuma pista."
Cidades de Papel já é e sempre será um livro avassalador. E o filme fez jus ao livro. Os fãs que torcem para que o filme seja fiel ao livro, vão conseguir o que querem. Há muitas cenas realmente bem parecidas, mas sempre haverá partes resumidas ou cortadas.
Mas para quem ainda não conferiu o filme ou nem leu o livro, um aviso:prepare-se para se ser arrebatado com a história de Quentin e Margo. As aventuras dos dois ao longo da história nos dão uma visão diferente do que é realmente viver. Jonh Green realmente fez um grande trabalho ao escrever este livro.
E prepare-se para rir também! Posi o que tem de profundo, o filme tem de hilario. Ben e Radar garantem boas risadas. Resumindo é um pacote completo: aventura, romance, pensamentos profundos e comédia. Confiram o filme, garanto que você não irão se arrepender.
Rafaela C.
Rafaela C.

1 crítica Seguir usuário

3,5
Enviada em 31 de julho de 2015
Filosófico demais para o público alvo e a forma como prende a atenção do público é repetitiva, apesar disso não segue o padrão de clímax costumeiro para essa categoria de filme.
Bruna F.
Bruna F.

2 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 30 de julho de 2015
Um filme monótono, perdido, desinteressante. Não acredito que perdi tempo assistindo isso!!!! #decepção
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