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Juarez Vilaca
2.919 seguidores
393 críticas
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4,0
Enviada em 12 de outubro de 2015
Um excelente filme romântico. Bem dirigido e com atores novos e de qualidade. A vida de um grupo de adolescentes que estão terminando o ensino médio e com a cabeça nas nuvens. Uns, vão fazer o que se espera deles. outros, não sabem o que vão fazer e ainda não descobriram a razão de viver. Muito interessante. Uma história simples, mas, muito bem feita e um enredo leve e bastante profundo. Com ensinamentos e perguntas sem respostas. Vale a pena.
Romances adolescentes são verdadeiras minas de ouro, conseguem de fato agradar a todos os públicos, e em cidades de papel não é diferente, e um filme único, o jovem casal não é tão carismático assim, mais toda a história que se desenvolve em torno deles e primorosa, os amigos de Quentin são excelente, as piadas deles são de ótimas e ótimas gargalhadas, rir muito de cenas tão simples, todos eles entregam uma química excepcional. A não ser pelo final, eles o abandonam depois de toda a aventura juntos, o baile ficou acima da bela amizade construída, esse pra min foi um belo de um buraco, o pior erro do filme e o único. Fora isso é brilhante demais, quase não tem clichê, nenhuma basicamente, Quentin e um joven totalmente inseguro, e com um medo enorme de arriscar, no começo isso soa tão doentio, mais no decorrer o filme desenvolve bem isso, Margo desaparece, e Quentin vai em busca de sua paixão meio doentia e platônica, daí cidades de papel entrega um final completamente diferente de tudo o que já vi, a princípio achei péssimo, mais pensando e bem compreensível, ele a tratava como um milagre, e toda essa aventura que o levou até ela, meio que curou essa insegurança toda, Margo continuo sendo um mistério, e Quentin se tornou bem mais ousado. Tá aí, um final diferente e épico, Quentin enfim foi pro baile. Feliz e totalmente seguro de si. Agora é aguarda o próximo trabalho de John Green e sua equipe.
Essa Margo é uma perturbada. Que pessoa em seu perfeito estado foge varias vezes de casa, e vai para um lugar deserto. E ainda larga pistas por onde passa (e não quer ser encontrada). Esse filme é uma loucura. Uma mistura de romance com assassinato,ninja ,comédia, mistério. Mais bobo que o filme é esse Q. Que viajou 21 horas atrás de uma menina perturbada que nem gostava dele. O filme é o mais idiota que eu já assisti. E um dos que eu mais gostei. Gosto desses filmes mentirosos que da raiva no final. Eu adorei kkk...
Eu adorei o livro, por que eu realmente me deixar levar pela qualidade de expressão do autor, mesmo com todos os palavrões. No livro eu achei mais cheio de detalhes do que no filme. Lendo a gente acaba ficando preso na imaginação e acaba vivendo juntamente com os personagens do filme. Eu consegui ficar horas lendo o livro sem que me chateasse, isso foi bom para mim por que eu descobri na leitura desse livro que eu sou propenso a começar a ler um bom livro, e o melhor terminar de ler esse livro. Passando do livro e já comentando do filme, imaginava outros personagens que no livro imaginei. Mas, isso foi apenas um detalhe que passou logo que começou o filme. Bom, como todo telespectador fiquei vidrado do começo ao fim. Como todo filme ou uma leitura de um bom livro o desfecho não me agradou muito, justamente porque no final se esperava um encontro aonde acabaria com um beijo e um felizes para sempre. O que aprendi foi que no final não podemos mais esperar que tudo acabem em maravilhas, afinal estamos em constantes mudanças, porque mudar faz parte da evolução.
Eu odiei o final desse filme,....alimentamos uma esperança de coisa ilusória,final totalmente inesperado,eu tinha certeza que iriam ficar juntos. :( Mas vc deixou pistas... Eu sempre deixo pistas!
O cinema está numa fase deplorável. Primeiro, a reencarnação de Jurassic Park ("Jurassic World"), com nova roupagem não tão nova, roteiro que exagera no absurdo e efeitos que pouco inovam. Depois, a exumação do T-800 em "O Exterminador do Futuro: Gênesis", que peca por contradizer sua própria história e aposta demais em um só ator que não tem mais condição de carregar a obra nas costas. Não porque Schwarzenegger esteja velho, mas porque não conseguiu inovar - até porque não há o que inovar nesse universo. Tentaram, falharam. Não são filmes ruins, mas a nostalgia (que existe) dá lugar ao "ok". E agora veio "Cidades de papel", baseado no livro escrito por John Green, responsável por "A culpa é das estrelas", que também virou filme. Filme não, um grande e merecido sucesso. "Cidades de papel", porém, é muito inferior. É bem verdade que não é fácil comparar um romance puro e dramático com uma aventura cômica levemente romântica. Mas o autor é o mesmo, bem como o público-alvo. "A culpa é das estrelas" é charmoso, sensível, cativante. É maravilhoso. Tem um casal protagonista encantador, um roteiro que foge um pouco do tradicional (ao contrário do sucessor) - porém, com moderação - e coadjuvantes razoáveis que sabem que são coadjuvantes (Nat Wolff, inclusive). Diferente de "Paper Towns", em que os coadjuvantes se sobressaem. Na verdade, o elenco de apoio é infinitamente superior ao casal protagonista, Nat Wolff e Cara Delevingne. Wolff parece promissor, mas teve o azar de dar vida a uma personagem (o protagonista Quentin) consistente, porém pouco carismático (ao contrário do coadjuvante Ben, em especial). Já Delevingne mostrou ter sido a MELHOR ALUNA DA HISTÓRIA na Escola de Teatro Kristen Stewart. Não sei se como modelo e cantora ela é boa profissional, mas não pode se considerar atriz. Sua inexpressividade é magicamente assustadora. Cara e Nat estão muito aquém de Shailene e Ansel (de "A culpa..."), tanto na atuação quanto no carisma. Ou seja, a premissa romântica do primeiro já não existe no segundo. Aliás, o romance de "Cidades de papel" é exageradamente raso - todavia, mais próximo da realidade nesse quesito, é verdade. Há um acréscimo no lado cômico, e o grau de aventura é infinitamente superior. Mas não chega a ser uma aventura empolgante - além de socialmente não recomendado. Em síntese, "Cidades de papel" não é ruim, só não tem a habilidade ímpar de encantar como o anterior do mesmo autor. A começar pelo casal (?) protagonista, a continuar pelo roteiro (um pouco tradicional, bastante regular e previsível até o meio e sem nenhuma dose de sensibilidade) e a terminar pelo final (diferente do livro, o qual desconheço, razão pela qual afirmo ser frustrante o encerramento dado ao filme). Não vai ultrapassar as barreiras do seu público-alvo. E vai cair no esquecimento.
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