O Grito
Média
2,5
142 notas

26 Críticas do usuário

5
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Glauber G.
Glauber G.

4 seguidores 32 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 21 de fevereiro de 2020
Esse filme nem chega a ser uma continuação e nem um reboot, ele expande as histórias de o grito (2004). Ele parte da mesma primícia dos outros filmes: em locais que existem mortes violentes e com muito ódio nasce uma maldição. O filme segue três histórias paralelas, mas nenhuma delas chega a prender a atenção, isso provavelmente por não desenvolver bem nenhuma delas. O filme tenta a todo momento dá sustos bem repetitivos e com efeitos especiais e maquiagem bem ruins. Tedioso.
Gerson R.
Gerson R.

83 seguidores 101 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 20 de fevereiro de 2020
“Quando vocês superarem as barreiras de filmes com legendas, conhecerão muitos filmes incríveis”.

Pois é – essa frase do oscarizado diretor de Parasita, Bong Joon Ho, nunca me fez tanto sentido quando acabei de ver essa nova (ou “nova”) versão do clássico terror japonês Ju-Oh (de 2002) – essa mania de Hollywood se apropriar de obras orientais precisa terminar! Sério! O mundo precisa evitar filmes como este O Grito, que, posso dizer tranquilamente, é um dos piores filmes que já vi nos últimos cinco anos! Um trabalho tão absurdamente mal realizado e sem proposito, que eu gostaria de apresenta-lo a quem reclamava dos 209 minutos de O Irlandês – estes com certeza não sabem do tédio e irritação que os 94 minutos deste trabalho de Nicolas Pesce consegue passar.

Falando de Scorsese, é bom lembrar que este fez uma das poucas versões boas de obras do cinema asiático em Hollywood – Os Infiltrados – mas agora, comparado a este, as refilmagens de filmes de terror japoneses feitas nos anos 2000, como O Chamado (o primeiro apenas) e Água Negra (dirigido pelo brasileiro Walter Salles, um trabalho que merecia ser mais conhecido, inclusive) eram filmes acima da média – porém, algo que não se aplicava aos três filmes hollywoodianos de O Grito – que apenas pegavam o clima tétrico e realmente pesado do original do Japão e misturavam com a formula simples da franquia Pânico – com resultados pouco expressivos, meros caça-níqueis, que o grande público nem sequer faz mais questão de acompanhar atualmente – aliás, fico muito feliz que produtoras norte-americanas como a A24 e a Blumhouse consigam nos trazer agora filmes de terror mais impactantes e reflexivos – mas, infelizmente, nem a Sony, nem os produtores (um deles Sam Raimi, o homem por trás do clássico A Morte do Demônio – como aprovou um projeto desses?) e o diretor e roteirista desta nova empreitada, fazem questão de entender que o cinema evoluiu – e, ainda insistir numa formula desgastada como essa, é dar um passo para trás em questão de qualidade – vide como Atividade Paranormal também se tornou outra franquia estagnada.

Baseando-se no filme de 2002 feito no Japão, mas com algumas referências as produções norte americanas também, o roteiro de Pesce tenta trazer nuances e características novas à já conhecida história – segundo ele próprio declarou à imprensa, é uma “versão hardcore” de O Grito – enfim, não sei onde – ele segue, simplesmente, a cartilha básica desse tipo de filme: jumpscares (inclusive, os sustos mais previsíveis e sem graças que já devo ter tomado na minha vida), personagens com traumas – sim, todos tem algum trauma, mas nenhum realmente bem interligado – efeitos estáticos para mostrar os espíritos/demônios; fotografia cheia de filtros artificiais e escuros – e um trabalho de som que é simplesmente o mesmo das versões anteriores – o tal barulho emitido pela entidade é exatamente igual aos outros filmes! Que inovação, hein! Que “hardcore”!

Abrindo o filme com cenas se passando em Tokyo em 2004 (pelo jeito, um tipo de homenagem ao original), o filme mostra a norte-americana Fiona (Westwood) voltando para os Estados Unidos e trazendo com ela a terrível maldição da entidade/espirito Kayako (Bailey) – maldição que consiste quando alguém morre em um momento de muita raiva ou ódio, fazendo o local onde tudo aconteceu ficar sempre amaldiçoado – explicado por letreiros muito bregas e óbvios logo no inicio – chegando lá, a trama se divide em quatro partes (sim, quatro linhas narrativas quase desconexas!) – enquanto Fiona causa um massacre em sua casa, matando sua filha (Fish) e marido (Brown), o longa salta para 2006, mostrando a detetive policial Muldoon (Riseborough), que vai investigar um estranho corpo encontrado em um carro a beira de uma estrada; algo que a leva a casa onde Fiona morava, onde agora uma estranha senhora (Shaye) vive – para em seguida o diretor voltar para 2005, para nos apresentar aos vendedores da casa, o casal Spencer (Cho e Gilpin), que estão prestes a se tornarem pais.

E aí que me pergunto: qual a ligação de todas essas linhas narrativas? Nenhuma! Absolutamente nenhuma. Pesce utiliza metade do tempo do filme só para apresentar isso – e não desenvolver nada – fazendo todo o elenco passar vergonha – é quase inacreditável como Andrea Riseborough é exposta a ficar fazendo caretas cada vez mais absurdas, como se para demonstrar o trauma de ter perdido o marido recentemente bastasse aparecer com cara de cansada no trabalho – aliás, o filho dela, também tenta demonstrar isso – mas como o diretor não sabe conduzir ninguém, o ator mirim John J. Hansen parece que sofreu uma lobotomia e só recita frases decoradas – vergonhoso, principalmente quando sua mãe usa um método patético para ele controlar a dor por sentir falta do pai – algo que o roteiro ira usar como “chavão” mais para frente; e o casal vivido por John Cho e Betty Gilpin – a moça, coitada, só tem como função chorar por saber que seu bebê nascerá doente – e o que isso tem a ver com a maldição? Ah... o marido dela entrou na casa... pronto! Só isso.

Nicolas Pesce pensa que é algo sinistro inserir personagens obcecados e loucos – a personagem de Lin Shaye e o detetive Wilson de William Sadler são outro exagero de composições – e o jovem cineasta pensa que deformando o rosto de alguém conseguiria tornar algo assustador ou incomodo – de fato, alguns efeitos de maquiagem são bem feitos – mas só alguns – impossível não rir na cena que um personagem (ou melhor, um descarado boneco) despenca de uma escadaria e o que a equipe de efeitos especiais faz é simplesmente borrar de tinta vermelha o chão (confesso que ri muito disso) – da mesma forma que as caras e bocas absurdas da atriz Jacki Weaver, vivendo uma assistente social que trabalha com casos de suicídio assistido (olha o tanto de coisas ou tentativas de temas que são inseridos), não deixam de soar patéticas e, claro, involuntariamente engraçadas.

Entre essa bagunça narrativa, o filme se perde tanto que nem parece ter uma ameaça por trás de tudo – é como se a Kayako original tivesse enviado uma “representante” para os Estados Unidos – e comandado sua matança por telefone – vivendo a suposta “encarnação” da maldição, a menininha Zoe Fish fica a mercê de um diretor que só quer lhe mostrar como uma versão mais simples da Samara de O Chamado – sem jamais soar plausível ou assustador – e, o pior, ofendendo a inteligência do espectador com cenas de tensão patéticas, afinal, Pesce realmente acredita que o espectador não vai entender as tolas idas e vindas no tempo de sua narrativa muito mal elaborada – como não existe nada complexo na história, é impossível se confundir com a trama – ela simplesmente fica inchada e arrastada, com inúmeros problemas de ritmo – o terceiro ato é tão ridículo que é impossível não gargalhar com a atitude de um personagem que, para tentar proteger outro, acaba levando-o direto para o local onde está o perigo – só pra citar um entre vários exemplos de ideias furadas desse filme sem nexo – claro que ainda não consegue ser mais idiota do que o fato do diretor achar que enquadrar a frente de uma casa por alguns minutos é um bom jeito de encerrar o filme...

Se as versões anteriores tinham pelo menos alguma decência em passar suas histórias no próprio Japão, está se esquece completamente disso ao deixar tudo ocorrer em solo estadunidense – enfim, talvez seja melhor desse jeito – para que esse filme fique marcado como um “grito” contra adaptações de obras orientais tão estapafúrdias como essa é.

O Framboesa de Ouro 2021 já tem garantido seus prêmios de pior diretor e filme!
Brenno Roberto
Brenno Roberto

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0,5
Enviada em 18 de fevereiro de 2020
Filme horrível, não sei como gastam dinheiro para pessoas como eu (sem tempo) perderem o seu sagrado tempo assistindo essa merda. Favor retirar de cartaz e que sua família seja assombrada pro resto da vida! Att, Brenno Roberto.
Kauan Ramalhaes De Lima Ramalhaes de Lima
Kauan Ramalhaes De Lima Ramalhaes de Lima

1 crítica Seguir usuário

3,0
Enviada em 15 de fevereiro de 2020
Damos 100% ao filme mas a sala tava vazia e tivemos uma garota cuja começa com j e termina com lia adorou mais que todo mundo damos 100% a ela melhor que o filme foi escutar e ver ela gritando (obs: agora aqui quem fala é a garota cujo seu nome começa com J, acho um absordo essa crítica, não indico esse filme, muito assustador, meu coraçãozinho doeu na hora, mas ok).
(+Uma Rodrigo não é gay)
Nelson J
Nelson J

51.035 seguidores 1.978 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 14 de fevereiro de 2020
Funciona bem esta versão americana que tenta manter a tensão e ritmo da japonesa. Estória bem contada e interpretada com final rotineiro.
Rodrigo Gomes
Rodrigo Gomes

6.171 seguidores 974 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 15 de janeiro de 2020
Não consegue ter um pingo da graça e dos sustos do anterior. Pelo menos contávamos com o carisma da protagonista. Nesse, nem isso temos. Chato e repetitivo.
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