Uma mescla de filosofia riponga, pitadas de Jean-Jacques Rousseau e Henry David Thoreau , algumas sacadas ingênuas, outras ligeiramente espertas, um elenco afiado, bela fotografia, aquele jeitão de filme independente norte-americano. Chegamos a CAPITÃO FANTÁSTICO. Assistí-lo lembrou uma recomendação do professor de sociologia ou sessão da tarde no velho aparelho de TV (de tubo) naquele dia de fim de férias. Muita embalagem para muita pretensão.
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