Capitão Fantástico
Média
4,4
1521 notas

223 Críticas do usuário

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Dango
Dango

1 seguidor 17 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 31 de outubro de 2019
Um filme bastante agradável e que nos mostra a vida por uma outra ótica. Achei a trama principal um pouco boba e alguns momentos forçados(como quando cantam Sweet Child O' Mine), mas o bom humor e a boa atuação de Viggo Sobrenome conseguem camuflar esses detalhes. Mais um filme que faz nos sentirmos parte daquele ambiente alternativo, que, ao menos nas telas é muito agradável.
anônimo
Um visitante
3,0
Enviada em 7 de abril de 2019
Obra anticonsumista, e isso dará a chance a ela de se tornar atemporal. No entanto, Ross vende seu filme como uma utopia radical, mas no fundo ele é mais convencional e formulaico do que parece. Ainda assim, a proposta de uma sociedade alternativa é válida e nos faz refletir sobre o mundo atual. Destaque pra atuação low-profile de Viggo.
Danilo Messias B
Danilo Messias B

1 crítica Seguir usuário

3,0
Enviada em 23 de julho de 2018
O filme mostra que tudo ao extremo é prejudicial, a parte mais bonita é a musica cantada pela família
Anderson  G.
Anderson G.

1.369 seguidores 397 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 1 de março de 2017
“Capitão Fantástico” é um daqueles filmes gostosos de ver, ele é divertido, engraçado, quase uma aventura, e mesmo assim, ele é complexo e trata de temas polêmicos e tabus, tudo com uma roupagem sarcástica e sem meias palavras. O filme trata sobre um assunto que canais de documentários adoram explorar, uma família que prefere viver na selva, longe dos prazeres, ou não, da cidade, mas o legal, é a forma como o roteiro aborda o filme, a família em questão é a de Ben (Viggo Mortensen) e seus 6 filhos, que após receberem a noticia da morte da mãe, decidem ir ao enterro da mesma, e nesse meio tempo, diversos questionamentos são colocados, reviravoltas, dramas e comedias acontecem. É um roteiro simples, mas muito bem trabalhado, que explora a contemplação de imagens para formar seu background. O filme se coloca num posicionamento ideológico, e nele se apoia, não vou falar sobre essa parte pois não me atrai, sua mensagem pra mim trata sobre a união da família, e o poder que a mesma adquire estando junta, batalhando e superando desafios, e claro, temos uma critica ao método de ensino tradicional, pois Ben prova que a educação dada em casa pode superar a de uma escola, pois trata a individualidade de cada aluno. Com uma fotografia limpa e com uma paleta de cores fortes, ângulos de câmera que em momentos exploram a contemplação, um belo figurino e um ótimo ritmo, “Capitão Fantástico” não é um primor tecnicamente, mas é muito bom. Em termos de atuação o filme nos presenteia com Viggo Mortensen que faz uma atuação de primeira classe, ele é amoroso e brutal, violento e preocupado, Viggo transmite espetacularmente toda a duvida e questionamentos sobre se é certo o que seu personagem está fazendo. Outro destaque fica para George Mackay que está completamente deslumbrante como o filho mais velho de Ben, e merecia no mínimo estar entre os pré- selecionados do óscar como coadjuvante. Matt Ross, que sempre foi um ator de serie, e nunca teve destaque algum como ator, agora consegue seu destaque com seu primeiro trabalho como diretor, vamos ficar de olho no que vem por ai de Matt. Por fim, “Capitão Fantástico” não é um primor, mas é um filme que consegue entreter e passar uma mensagem, como um bom roteiro e ótimas atuações.
Juarez Vilaca
Juarez Vilaca

2.918 seguidores 393 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 28 de fevereiro de 2017
Um bom filme de drama/ficção. O filme é bem feito, bem dirigido, com boa fotografia e roteiro. Viggo Mortensen, como o personagem central da trama, Bem, mereceu a indicação para o Oscar, fez um trabalho brilhante. Uma história de uma família que, hipoteticamente, vivem em contato direto com a natureza e afastada de centros urbanos, por decisão própria, colocando em prática filosofias hippie/socialistas, onde a verdade está acima de tudo. Na verdade é mais um conto de fadas, surgido da cabeça de pessoas radicais, que acreditam que são donos da verdade. O conto de fadas se desfaz ao longo do filme, quando descobrem que fatos acontecidos na família foram escondidos, propositalmente, levando o idealizador da aventura a mudança de planos e aderindo ao convívio urbano. Vale a pena.
Airton Reis Jr.
Airton Reis Jr.

25 seguidores 66 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 22 de fevereiro de 2017
"Capitain Fantastic", de Matt Ross, é um filme com história simples, uma ode a uma nova categoria em um terreno antes quase exclusivo das mulheres (supermães): os homens superpais solteiros, esforçados, dedicados e capazes de qualquer sacrifício para garantir boa educação e oportunidades de sobrevivência na selva humana aos filhos. spoiler: Não a toa o roteiro mata a mulher que deveria compartilhar o papel de cuidadora, em decorrência de uma doença psicológica ou psiquiátrica subjetiva, a depressão, que no filme é retratada como depressão pós-parto, mas o momento da morte da mulher demonstra que foi um processo que durou mais de dezoito anos, pois a cena inicial do filme é um ritual de passagem para a vida adulta do filho cujo parto teria dado origem à depressão mencionada.
, Ademais, para quem de fato sabe dos ossos da paternidade, as crianças retratadas são bastante inverossímeis e quase não oferecem oposição ao trabalho abnegado do Capitão (Viggo Mortensen), spoiler: o qual, ao deparar-se com o "mundo real" demonstra de fato o que representou o sacrifício pessoal feito, a cena da barba feita é fundamental para expressar o alívio que representa transferir o fardo da criação dos filhos ao avô rico.
. Para mim, que sou pai solteiro e esforçado, o filme soou lisonjeiro e como uma verdadeira homenagem a um trabalho para o qual muitas vezes não estamos preparados. Para assistir em família, como uma lição do esforço que deveria ser empreendido por todos para o êxito de qualquer grupo familiar.
Nelson J
Nelson J

51.035 seguidores 1.978 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 23 de dezembro de 2016
Vigo interpreta um pai de 7 filhos que são criados em ambiente natural, aprendendo também sobre a civilização de forma extremamente crítica e contra o sistema. Tudo muda quando a mãe fica mais doente, e é cuidada em hospital aos cuidados do seu pai, um representante do establishment. Ela acaba por se suicidar e todos vêm para seu enterro em um forte contraste entre os costumes de seus pais que vivem no sistema e seu marido e filhos rebeldes. O filme critica o sistema como culpado e coloca os rebeldes como mais fortes, inteligentes e superiores, com forte tendência para ser um filme ingênuo.
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