Críticas mais úteisCríticas mais recentesPor usuários que mais publicaram críticasPor usuários com mais seguidores
Filtrar por:
Tudo
Ralf Melby
1 seguidor
40 críticas
Seguir usuário
5,0
Enviada em 7 de setembro de 2025
A linguagem é uma característica inata da natureza humana. Uma parte de quem somos, ajudando a nos definir e nos diferenciando dos demais animais do planeta. Através da linguagem, comunicamos ideias, descrevemos o mundo e interagimos de diversas formas. A linguagem faz de nós animais interativos. E essa é a ideia que define A Chegada. Mais do que um filme de ficção científica brilhante, com uma estética excepcional (observe a edição de som), personagens bem projetados e uma direção sólida, A Chegada, baseado em um romance, nos mostra e nos revela o poder da linguagem. Essa é a premissa que define o filme, a ideia central que impulsiona o roteiro. A linguagem é especial porque com ela construímos o futuro, projetamos possibilidades, vislumbramos o novo, fabricamos o diferente. Portanto, ela é essencial na nossa luta por um mundo melhor. Uma ferramenta indispensável. Talvez a representação magnífica dos aliens tenha nos impactado muito. A estética nos chama a atenção. Todos os detalhes, como a fotografia, enaltecem o filme. Mas é seu conteúdo e seu significado profundo que o torna genial. Um dos filmes essenciais dos anos 2010. E isso não pode ser ignorado. Porque a mensagem aqui mostra um pouco mais das nossas capacidades frente os desafios urgentes de nossa época. E como nossa interação importa.
Filmaço! Um filme de Drama/Ficção cientifica. O filme fala sobre comunicação e a parte da ficção cientifica é apenas pano de fundo para o assunto principal. Nota 10.
Nossa esse filme é muito parado o pior é que elogiaram tanto esse filme, o contato com a Jodie foster é melhor é quase a mesma coisa só que mais Você assiste para saber o que vai acontecer, só para assistir uma vez
O filme é até bom, mas enrola DEMAIS. cenas muito arrastadas, fica um saco assistir em VÁRIOS momentos. Parece que não tinha conteúdo pra dar 2h e colocaram um monte de mrd pra encher linguiça
Muito bom. Traz um outro enfoque para a ficção científica. Passado, presente e futuro se confundem, tendo ao fundo uma geopolítica marcada inicialmente pela intolerância e depois pela esperança.
Adoro ver e rever esse filme, que mais que uma história, é um conceito sobre a memória e o tempo. E nas entrelinhas, valoriza a figura da mulher, cientista e mãe, a despeito de literalmente um exército de homens que não sabem resolver a situação.
A chegada foi indicado ao oscar de 2017 como: melhor filme, melhor roteiro adaptado,melhor direção, melhor mixagem de som, melhor fotografia, melhor montagem, melhor direção de arte e melhor som ( vencendo apenas esse último). Prova que embora o filme não levando tantas estatuetas, foi bastante lembrado. O filme foi dirigido por Denis Villenueve e teve o roteiro de Eric Heisserer. A chegada conta a história de 12 naves alienígenas que chegam na Terra em diferentes pontos (EUA, Venezuela, China, Rússia etc) e no caso específico dos EUA, a professora pesquisadora da área linguística, Dr. Louise ( Amy Adams) é contratada pelo exército norte-americano, aqui representado por Coronel Weber( Forest Whitaker) como responsável por tentar contactar e traduzir o que os alienígenas querem. Além dela, temos o cientista físico, Ian Donnelly ( Jeremy Renner) que auxilia a Dr. nessa missão. A problemática do filme se encontra em tentar descobrir o que os aliens querem e ao mesmo tempo como o governo dos demais países estão fazendo isso. Porém, no decorrer do segundo ato, já é possível perceber que o filme vai muito mais além disso, inclusive somo até alertado na primeira cena da trama: o tempo. De acordo com as figuras de linguagem que os Aliens vão demonstrando, a Dr. Consegue fazer uma importante descoberta: que o tempo passa diferente para esses, isto é não de forma linear e sim circular. Podendo ir ao passado e ao futuro ao mesmo tempo. O filme tem um importante plost já no terceiro ato que é determinante para o seu final, e tem a ver com os "flasback" que a Dr. tem durante o filme inteiro ( com sua filha ). Tal reviravolta nos faz até mesmo reinterpretar tudo o que vimos do filme até o momento. O roteiro do filme também se encaminha numa visão humanista das relações geopolíticas, de união entre os países. É um filme de ficção científica rico em reflexões filosóficas como a liberdade da escolha. Pelo fato de podermos ( no filme) vivermos simultaneamente o presente, passado e o futuro e tomarmos nossas decisões.
Caso você continue navegando no AdoroCinema, você aceita o uso de cookies. Este site usa cookies para assegurar a performance de nossos serviços.
Leia nossa política de privacidade