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Ricardo L.
63.308 seguidores
3.232 críticas
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4,5
Enviada em 16 de janeiro de 2018
Ótimo filme! O terror agradece, haja vista que nos últimos são poucos filmes de terror que convenceram critica e público, ainda mais um filme estrangeiro, precisamente Australiano. temos aqui uma atuação da boa atriz Essie Davis. Temos um roteiro complexo, com uma estória cheio de sustos e a direção é ótima da estreante Jénifer Kent. The Babadook tem um final que poderia ter sido mudado uma situação, mas ao mesmo tempo é tenebroso e aterrorizante.
O filme apesar de ser simples, tanto na narrativa quando nos efeitos especiais, consegue manter o suspense e os momentos de susto. Prova de que não precisa de grande orçamentos para fazer um bom filme e terror. A tensão é constante. Destaque para atuação dos atores, especialmente do garoto.
Sinceramente? Uma decepção! Durante os primeiros 50 minutos, The Babadook é apenas uma junção de pequenos sustos e um fraco suspense. Após isso se torna ridículo a ponto de lhe tirar boas risadas nas partes em que lhe deveria causar medo ou sei lá o que eles queriam com aquelas cenas e falas. Não precisa ser um grandioso crítico de filmes de terror para perceber isso. Basta você já ter assistido alguns BONS filmes recentes que abordam temas semelhantes que verá como foi banal a forma que se desenvolveu o filme. Esperava algo que no mínimo me causasse apreensão mas a única coisa que conseguiu me causar foi cansaço. spoiler: A cena do garoto "exorcizando" a mãe foi digna de risadas. E a parte em que a Amelia banca o Mogli dizendo "This is my home!" ? Nossa, me causou um flashback instantâneo! Não tem como levar essa cena a sério. E no final o grandioso Babadook se torna o animal de estimação da família substituindo o falecido cachorro ou o que?
O filme é ótimo,com ótima história,e boa tensão. só não dei 5 Estrelas pq ele às vezes não utiliza trilha sonora nenhuma em momentos de tensão, além de quase nunca mostrar o rosto do babado ok.Mesmo assim o filme é ótimo.
Terror independente bom. Sentimento de culpa que é punido pelo afastamento de relações amorosas. O personagem de um livro infantil surreal, chamado Babadook, aparece como os demônios que Amelia (Davis) carrega. Excelentes atuações de Davis e do jovem Wiseman.
Sinceramente? Pra mim são um daqueles filmes bons com finais péssimo. Se inicia com uma trama bacana, nada fora dos padrões, mas o final...Não da nem pra comentar sobre.
Um filme que foge do nosso conceito raso de filmes de terror baseados em susto - sangue - inimigo - final feliz.. The Babadook requer concentração. O filme pode parecer confuso, mas com atenção dá pra entender bem a história!
É impressionante como tudo funciona em _Babadook_, e mais impressionante ainda sendo pertencente a um dos gêneros mais maltratados do Cinema atual no Ocidente: o Terror. Para tornar exponencial a minha surpresa, notei que a estrutura do filme é estupidamente simples e enxuta, se resumindo em pegar sua ótima premissa e desenvolvê-la ao máximo. Ainda é de brinde uma aula de Cinema.
Num século a onde poucos filmes de terror se destacam, temos “Babadook”, O filme que conta a historia de Amelia (Essie Davis), uma mãe solteira que cria um filho problemático sozinho, causando depressão, angustia e raiva. Com trechos que lembram Repulsa(64) e o Iluminado(80), “Babadook” é um show de roteiro, todos os personagens são absurdamente bem construídos, e olha que o filme tem só uma hora e meia. Por muitos momentos esquecemos do sobrenatural, pois o que nos aterroriza é a vida de Amelia, e o filme se torna tão humano que quando vem o sobrenatural, nós realmente nos assustamos, uma historia a onde o aspecto humano dos personagens são muito bem construídos nos fazendo esquecer do sobrenatural e mistério, podemos dizer que é um roteiro que Stephen King aprovaria, Confesso que fui assistir o filme por uma recomendação de uma amiga, e com um certo preconceito, mas a fotografia do filme me ganhou completamente nos primeiros 5 minutos, essa fotografia extremamente sombria com uma paleta de cores voltadas para o cinza, deste o primeiro minuto alguma coisa no filme incomoda, com uma trilha sonora precisa e atuações brilhantes, Essie Davis está assustadoramente perfeita, e Noah Wiseman lhe faz crer em sua loucura apenas com o olhas. O grande erro do filme é seu terceiro ato, todo ele é um pecado, ao tentar lutar contra o mau ele se releva e se coloca ao nível de todos os outros medianos pra ruins filmes de “terror”. É obvio que o filme tem uma mensagem, todo ele é uma alegoria, o monstro é muito mais profundo do que apenas um monstro, tem todo uma analogia por trás envolvendo a depressão e loucura, mas o filme que tem seus dois primeiros atos ótimos, e um terceiro burro e simples que se normaliza e decepciona, mas vale muito a pena, embora a película deixa de ser genial por pura falta de imaginação, o roteiro se entrega ao comum nos últimos minutos. Mas por fim, “Babadook” vale a pena, pois em sua maioria é diferente, e para os amantes do terror, é um deleito.
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