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Anderson G.
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404 críticas
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4,0
Enviada em 1 de janeiro de 2017
Num século a onde poucos filmes de terror se destacam, temos “Babadook”, O filme que conta a historia de Amelia (Essie Davis), uma mãe solteira que cria um filho problemático sozinho, causando depressão, angustia e raiva. Com trechos que lembram Repulsa(64) e o Iluminado(80), “Babadook” é um show de roteiro, todos os personagens são absurdamente bem construídos, e olha que o filme tem só uma hora e meia. Por muitos momentos esquecemos do sobrenatural, pois o que nos aterroriza é a vida de Amelia, e o filme se torna tão humano que quando vem o sobrenatural, nós realmente nos assustamos, uma historia a onde o aspecto humano dos personagens são muito bem construídos nos fazendo esquecer do sobrenatural e mistério, podemos dizer que é um roteiro que Stephen King aprovaria, Confesso que fui assistir o filme por uma recomendação de uma amiga, e com um certo preconceito, mas a fotografia do filme me ganhou completamente nos primeiros 5 minutos, essa fotografia extremamente sombria com uma paleta de cores voltadas para o cinza, deste o primeiro minuto alguma coisa no filme incomoda, com uma trilha sonora precisa e atuações brilhantes, Essie Davis está assustadoramente perfeita, e Noah Wiseman lhe faz crer em sua loucura apenas com o olhas. O grande erro do filme é seu terceiro ato, todo ele é um pecado, ao tentar lutar contra o mau ele se releva e se coloca ao nível de todos os outros medianos pra ruins filmes de “terror”. É obvio que o filme tem uma mensagem, todo ele é uma alegoria, o monstro é muito mais profundo do que apenas um monstro, tem todo uma analogia por trás envolvendo a depressão e loucura, mas o filme que tem seus dois primeiros atos ótimos, e um terceiro burro e simples que se normaliza e decepciona, mas vale muito a pena, embora a película deixa de ser genial por pura falta de imaginação, o roteiro se entrega ao comum nos últimos minutos. Mas por fim, “Babadook” vale a pena, pois em sua maioria é diferente, e para os amantes do terror, é um deleito.
Fui assistir muito empolgado e me decepcionei. Um terror que assusta pouco, e algumas cenas que poderia compensar com uma boa tensão também não funciona.
Não sou fã do gênero de terror psicológico por motivos óbvios, o medo gerado pelo inconsciente. Mas vez ou outra surge um filme que me chama a atenção. Seja pela bilheteria dele nos cinemas americanos, vide a Invocação do Mal, ou pela repercussão quase unânime da crítica.
É o caso deste filme, uma produção independente da Nova Zelândia, que virou sensação nos circuitos dos festivais internacionais. Imagina uma mãe viúva com um filho problemático e irritante, mais um livro infantil “3D” onde o terror nasce da leitura e quanto mais se nega a existência do monstro Babadook, mais ele se fortalece e aterroriza. Assisti com as mãos sobre o rosto.
Resultado final... dormi de luz acessa ontem e hoje não será diferente. E por mais que eu nunca mais vá vê-lo, (nunca mesmo), reconheço que o filme é muito bom. Consequência, não paro de recomendá-lo para as pessoas.
Curiosidade. Lançaram a versão do livro. Foram produzidas 6.200 cópias e já estão esgotadas! Particularmente não compraria ou teria esse livro nem por milhões de dólares.
Nota do público: 6.9 (IMDB) Nota dos críticos: 98% (Rotten Tomatoes)
É impressionante como tudo funciona em _Babadook_, e mais impressionante ainda sendo pertencente a um dos gêneros mais maltratados do Cinema atual no Ocidente: o Terror. Para tornar exponencial a minha surpresa, notei que a estrutura do filme é estupidamente simples e enxuta, se resumindo em pegar sua ótima premissa e desenvolvê-la ao máximo. Ainda é de brinde uma aula de Cinema.
Ótimo filme! O terror agradece, haja vista que nos últimos são poucos filmes de terror que convenceram critica e público, ainda mais um filme estrangeiro, precisamente Australiano. temos aqui uma atuação da boa atriz Essie Davis. Temos um roteiro complexo, com uma estória cheio de sustos e a direção é ótima da estreante Jénifer Kent. The Babadook tem um final que poderia ter sido mudado uma situação, mas ao mesmo tempo é tenebroso e aterrorizante.
É um bom filme, o garoto atuou muito bem, faz você sentir raiva e pena dele kkkkk. É um filme que vai se revelando aos poucos e o contexto é uma família vivendo em meio a perda do homem da casa e tenta seguir em frente em meio a depressão claramente vivenciada pela atriz principal. A entidade aos poucos vai se revelando na trama com cenas interessantes e de sustos.
Há certas coisas que são difíceis de deixar para trás,certos traumas que parecem aumentar cada vez mais,The Babadook da diretora australiana Jennifer Kent usa um monstro para representar esses traumas.
É um filme que é bastante voltado para o drama,um drama carregado em que acompanhamos o difícil dia a dia de mãe e filho que são atormentados por forças distintas,a mãe do garoto vive em uma depressão sem fim devido a morte do seu esposo no dia do nascimento do filho,o garoto por sua vez é atormentado por um monstro:Mr. Babadook que o assombra todas as noites.
O mais importante aqui é como a diretora aborda temas sérios como a depressão pós parto e o luto.É muito bem abordado,ao acompanharmos a convivência entre mãe e filho e chega a ser agonizante ver o quão abalada está à Amelia,a sensação de solidão,e a falta que ela sente do marido,de alguém que compartilhe momentos não só íntimos quanto de convivência é substancialmente muito forte.
Seu filho Samuel é apenas um garotinho que quer atenção,ele quer amor por parte de sua mãe que está distante dele e ao mesmo tempo sente a falta de uma figura paterna que possa suprimir esse desejo,seu comportamento no entanto é julgado pelos outros que não o compreendem.Esse clima dramático é bastante no funcional,porém o seu horror psicológico possui falhas.
Se a diretora aposta na figura do Babadook para alcançar um horror através de uma espécie de Bicho Papão,ela acaba por mesclar de forma um pouco inconsistente o psicológico e o visual.Tem uma certa dose de CGI que ao meu ver não é tão necessária que acaba por culminar em um terceiro ato com uma espécie de Possessão demoníaca e exageros de entidades malignas.
De qualquer forma The Babadook é dramaticamente falando,muito forte,a Jennifer Kent trata importantes temas como depressão e uma figura materna posto á prova.O Horror psicológico é bem construído por partes quando não aposta em alguns exageros.Mas ainda assim,é uma boa forma de mostrar que certos "monstros" podem até não nos deixar,mas mesmo assim podemos dominá-lo.
Nem bom, nem ruim. É um filme que dá pra passar o tempo, retrata um drama psicótico de uma mãe, que ao ler um livro de histórias, fica aterrorizada, "liberta" Babadook, ela vive momentos aterrorizantes, e seu filho tenta protege lá. Ela percebe que não consegue fugir de Babadook, e o deixa em sua vida.A ideia que o filme passa e "aprenda a viver com seus medos."
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