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Gabriela Santos
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2,0
Enviada em 5 de maio de 2026
Um tanto decepcionante... Não conseguiu me divertir. Algumas poucas cenas ainda foram interessantes, entretanto, o tipo do humor definitivamente não me pegou. E não por cupla do Liam Neeson, pois é legal vê-lo num papel distante dos de seu costume. Mas pelo teor da piada mesmo.
Olha, achei que o filme faz jus à franquia “Corra que a polícia vem aí”. Somada à surpreendente atuação de Lian Neeson. Como ele é bom ator! Sempre Faz papéis sérios mas mandou muito bem na comédia. Filme leve, sem preocupação com discursos falsos moralistas. Uma boa opção para uma experiência sem maiores pretensões.
Pelo cansaço, o desperdício do que poderia ter alcançado um nível melhor – o conteúdo disponível era elogiável. Algumas risadas, mas sem efetivamente agradar.
O humor pastelão original de Leslie Nielsen há mais de 30 anos está de volta com o Reboot do filho, o tenente Frank Drebin Jr (Liam Neeson). O humor atualizado em tempo exato segundo o diretor Akiva Schaffer, em menos de 90 minutos com o besteirol hilariante. Estamos acostumados a assistir Liam Neeson sério no Busca Implacável, e agora desajeitado mas, dedicado. A parceira Pamela Anderson como Beth Davenport, moderniza mantendo a química cômica do casal.
Lançado em 2025 e com cerca de 95 minutos de duração, The Naked Gun tenta ressuscitar uma das franquias de comédia mais icônicas do cinema. O novo filme revisita o universo criado pela clássica trilogia estrelada por Leslie Nielsen — The Naked Gun: From the Files of Police Squad! (1988), The Naked Gun 2½: The Smell of Fear (1991) e Naked Gun 33⅓: The Final Insult (1994).
Agora, décadas depois, Hollywood tenta trazer de volta esse estilo de humor absurdo e pastelão, desta vez com Liam Neeson assumindo o legado do detetive trapalhão.
Principais atores e personagens Frank Drebin Jr. — Liam Neeson Beth Davenport — Pamela Anderson Capitão Ed Hocken Jr. — Paul Walter Hauser Estória
A nova história acompanha Frank Drebin Jr., filho do lendário policial Frank Drebin. Assim como seu pai, ele trabalha na polícia — mas também herdou o talento involuntário para transformar qualquer investigação em um verdadeiro caos.
Quando um caso aparentemente simples começa a revelar uma conspiração absurda, Drebin Jr. mergulha em uma investigação cheia de confusões, acidentes improváveis e situações ridiculamente exageradas.
Entre perseguições malucas, diálogos sem lógica e uma sequência interminável de gags visuais, o filme tenta recriar o espírito das comédias que dominaram o final dos anos 80 e início dos anos 90.
No meio da investigação surge Beth Davenport, personagem de Pamela Anderson, enquanto o departamento de polícia segue tentando lidar com os estragos causados por Drebin Jr.
Reflexão sobre o filme
O maior desafio desse novo Corra que a Polícia Vem Aí não é a história — é o tempo.
A trilogia original funcionava perfeitamente em sua época porque fazia parte de um momento muito específico da comédia hollywoodiana. Filmes como Airplane! e a própria franquia original apostavam em um humor extremamente físico, absurdo e completamente nonsense.
Esse estilo foi eternizado por Leslie Nielsen, cuja capacidade de interpretar situações absurdas com total seriedade era justamente o segredo da graça.
Aqui, Liam Neeson até tenta seguir essa linha — o contraste entre sua imagem de ator sério e a comédia poderia funcionar. Mas o resultado nunca alcança o mesmo impacto.
O humor parece forçado, como se tentasse recriar uma fórmula que pertence claramente a outra geração do cinema. Nem mesmo a presença nostálgica de Pamela Anderson ou o talento cômico de Paul Walter Hauser conseguem salvar totalmente a experiência.
A sensação é de que o filme tenta reviver um tipo de comédia que talvez tenha ficado preso no passado.
⭐ Avaliação final
O novo Corra que a Polícia Vem Aí mostra como nem toda franquia clássica consegue ser ressuscitada com sucesso. A tentativa de homenagear a trilogia original é evidente, mas falta a espontaneidade e o timing cômico que tornaram os filmes de Leslie Nielsen tão inesquecíveis.
Talvez o grande teste desse tipo de humor ainda esteja por vir, especialmente com o novo Scary Movie prometido para os próximos anos. Só então será possível saber se a comédia pastelão realmente perdeu seu espaço… ou apenas estava esperando o momento certo para voltar.
O filme apresenta um problema claro: sua narrativa não se constrói de forma consistente. Ainda assim, é compreensível que, em uma comédia, esse não seja necessariamente o principal critério de avaliação.
Por outro lado, as piadas simples — que remetem ao estilo das comédias da década de 90 — acabam sendo o grande destaque da obra. São elas que sustentam o entretenimento e tornam a experiência leve e agradável.
No fim, o filme não se destaca como algo excepcional, mas também não chega a ser ruim; cumpre seu papel ao proporcionar momentos de diversão despretensiosa.
Tava com medo de estragarem a trilogia, mas me surpreendeu muito (principalmente por conta do ator principal). Mas dei boas risadas principalmente no começo.
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