Média
4,1
6587 notas
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“X-Men: Apocalipse”, dirigido por Bryan Singer, tenta ampliar a escala da franquia ao colocar os mutantes diante de uma ameaça que pretende ser muito maior do que os conflitos apresentados nos filmes anteriores. A proposta de acompanhar o surgimento de uma nova geração de X-Men e, ao mesmo tempo, trazer personagens já conhecidos poderia funcionar como uma boa evolução para a série, mas o filme frequentemente parece ter mais ideias do que tempo para desenvolvê-las. A quantidade de personagens e subtramas faz com que a narrativa oscile bastante, alternando momentos interessantes com outros excessivamente melodramáticos e resoluções que parecem fáceis demais.
O maior problema está justamente em Apocalipse, que deveria ser o centro dessa ameaça. Oscar Isaac tenta dar presença ao personagem, mas a construção do vilão oferece pouco além de motivações genéricas sobre destruição, evolução e sobrevivência dos mais fortes. A caracterização também prejudica bastante sua presença em cena: a maquiagem pesada e o visual pouco imponente fazem com que ele pareça menor do que a ameaça que o roteiro tenta apresentar. Em vez de transmitir a sensação de uma figura quase mitológica, Apocalipse muitas vezes parece apenas mais um vilão de blockbuster, o que enfraquece bastante o impacto de sua participação.
O roteiro também sofre com o excesso de elementos introduzidos ao mesmo tempo. Os Cavaleiros do Apocalipse, novos mutantes e diferentes conflitos pessoais entram na história, mas nem todos recebem desenvolvimento suficiente para justificar sua importância. Alguns personagens parecem existir principalmente para compor o visual do grupo ou preparar acontecimentos futuros, enquanto determinadas situações são resolvidas de maneira conveniente demais. Essa falta de equilíbrio faz com que algumas partes pareçam apressadas, especialmente quando o filme precisa passar rapidamente de um conflito pessoal para uma ameaça em escala mundial.
Outro problema é a sensação de repetição dentro da própria franquia. Magneto volta a ser colocado em um ciclo de sofrimento, perda e desejo de vingança que já havia sido explorado anteriormente, fazendo com que sua trajetória pareça menos uma evolução e mais uma repetição. A presença de Mística também é bastante influenciada pelo destaque dado a Jennifer Lawrence, mantendo a personagem em sua forma humana durante boa parte do filme e reduzindo uma característica visual importante dos quadrinhos. Mesmo com bons momentos individuais, essas escolhas reforçam a impressão de que a produção nem sempre sabe como avançar seus personagens.
Em meio a tudo isso, a sequência de Mercúrio continua sendo o grande momento de diversão do filme. Evan Peters aproveita novamente a habilidade do personagem de manipular sua velocidade, enquanto a câmera lenta e a música criam uma cena visualmente inventiva e com um ritmo próprio. O momento consegue aliviar o tom mais pesado da narrativa sem parecer completamente desconectado dela. É uma sequência longa, mas funciona justamente porque entende a personalidade de Mercúrio e transforma seus poderes em algo mais criativo do que apenas uma demonstração de velocidade.
O terceiro ato consegue recuperar parte da força perdida ao longo da narrativa, principalmente nas batalhas entre os mutantes e Apocalipse. As lutas são movimentadas e os poderes dos personagens são bem aproveitados visualmente, mesmo que o confronto em si não tenha o peso esperado para uma ameaça desse tamanho. Os minutos finais, com os X-Men finalmente usando os uniformes clássicos coloridos, também funcionam como um aceno nostálgico aos quadrinhos e à animação dos anos 1990. “X-Men: Apocalipse” tem bons elementos e algumas sequências memoráveis, mas acaba sendo prejudicado por um roteiro inchado, um vilão pouco aproveitado e uma estrutura que repete ideias já exploradas pela franquia.
O maior problema está justamente em Apocalipse, que deveria ser o centro dessa ameaça. Oscar Isaac tenta dar presença ao personagem, mas a construção do vilão oferece pouco além de motivações genéricas sobre destruição, evolução e sobrevivência dos mais fortes. A caracterização também prejudica bastante sua presença em cena: a maquiagem pesada e o visual pouco imponente fazem com que ele pareça menor do que a ameaça que o roteiro tenta apresentar. Em vez de transmitir a sensação de uma figura quase mitológica, Apocalipse muitas vezes parece apenas mais um vilão de blockbuster, o que enfraquece bastante o impacto de sua participação.
O roteiro também sofre com o excesso de elementos introduzidos ao mesmo tempo. Os Cavaleiros do Apocalipse, novos mutantes e diferentes conflitos pessoais entram na história, mas nem todos recebem desenvolvimento suficiente para justificar sua importância. Alguns personagens parecem existir principalmente para compor o visual do grupo ou preparar acontecimentos futuros, enquanto determinadas situações são resolvidas de maneira conveniente demais. Essa falta de equilíbrio faz com que algumas partes pareçam apressadas, especialmente quando o filme precisa passar rapidamente de um conflito pessoal para uma ameaça em escala mundial.
Outro problema é a sensação de repetição dentro da própria franquia. Magneto volta a ser colocado em um ciclo de sofrimento, perda e desejo de vingança que já havia sido explorado anteriormente, fazendo com que sua trajetória pareça menos uma evolução e mais uma repetição. A presença de Mística também é bastante influenciada pelo destaque dado a Jennifer Lawrence, mantendo a personagem em sua forma humana durante boa parte do filme e reduzindo uma característica visual importante dos quadrinhos. Mesmo com bons momentos individuais, essas escolhas reforçam a impressão de que a produção nem sempre sabe como avançar seus personagens.
Em meio a tudo isso, a sequência de Mercúrio continua sendo o grande momento de diversão do filme. Evan Peters aproveita novamente a habilidade do personagem de manipular sua velocidade, enquanto a câmera lenta e a música criam uma cena visualmente inventiva e com um ritmo próprio. O momento consegue aliviar o tom mais pesado da narrativa sem parecer completamente desconectado dela. É uma sequência longa, mas funciona justamente porque entende a personalidade de Mercúrio e transforma seus poderes em algo mais criativo do que apenas uma demonstração de velocidade.
O terceiro ato consegue recuperar parte da força perdida ao longo da narrativa, principalmente nas batalhas entre os mutantes e Apocalipse. As lutas são movimentadas e os poderes dos personagens são bem aproveitados visualmente, mesmo que o confronto em si não tenha o peso esperado para uma ameaça desse tamanho. Os minutos finais, com os X-Men finalmente usando os uniformes clássicos coloridos, também funcionam como um aceno nostálgico aos quadrinhos e à animação dos anos 1990. “X-Men: Apocalipse” tem bons elementos e algumas sequências memoráveis, mas acaba sendo prejudicado por um roteiro inchado, um vilão pouco aproveitado e uma estrutura que repete ideias já exploradas pela franquia.
Acredito que ele está no mesmo nível do filme anterior.
A inclusão de novos personagens, com atores bons por sinal, que deu uma nova dinâmica à saga.
Destaque novamente para o trio McAvoy, Lawrence e Fassbender. Mas agora com a companhia de novos atores promissores.
Sobre o vilão, me decepcionou um pouco. Sua apresentação prometia muito mais do que o mostrado em tela. Achei que seria uma ameaça mais intimidadora. Mas acredito que esse filme serviu mais para inserir e construir personagens do que para ter um vilão com mais destaque.
Mas o filme é muito bom e mantém a régua alta em relação aos anteriores.
A inclusão de novos personagens, com atores bons por sinal, que deu uma nova dinâmica à saga.
Destaque novamente para o trio McAvoy, Lawrence e Fassbender. Mas agora com a companhia de novos atores promissores.
Sobre o vilão, me decepcionou um pouco. Sua apresentação prometia muito mais do que o mostrado em tela. Achei que seria uma ameaça mais intimidadora. Mas acredito que esse filme serviu mais para inserir e construir personagens do que para ter um vilão com mais destaque.
Mas o filme é muito bom e mantém a régua alta em relação aos anteriores.
O filme é muito bom. Os mutantes são muito bem representados.
spoiler:
Apenas o Apocalipse tem a caracterização passível de crítica negativa spoiler:
, porém com a atuação de Oscar Isaac isso pode ser desculpado.
Apenas o Apocalipse tem a caracterização passível de crítica negativa spoiler:
, porém com a atuação de Oscar Isaac isso pode ser desculpado.
O filme é muito bom, com uma história bem interessante, personagens legais. Só não gostei do scott ( sim,ele é chato), mas eu adorei esse vilão, ele me “encantou” com os poderes , tem mais uma coisa o James McAvoy arrasou na atuação ( e na beleza)
Filme que tem coisas muito positivas e infelizmente coisas muito negativas. O pior do filme sem dúvida é o vilão principal Apocalipse, detonaram com um personagem que é espetacular nos quadrinhos, ou seja, bastava copiar o personagem dos quadrinhos, porque o personagem do filme ficou muito ruim. Também tem alguns fatores sem sentido, como o Anjo derrotando o Blob, sendo que o Blob é um dos pesos pesados da Marvel. Mas tem coisas positivas, como a trilha sonora, o roteiro (que é bom, mas mal executado), o início do filme que também é bom. O personagem Magneto também manda bem demais, muito bem conduzido no filme. Boa diversão, mas nada espetacular o filme.
Mediano. Esse é um dos piores filmes da franquia, só perde pro X Men Origens Wolverine. O vilão En Sabah Nur, o Apocalipse não agradou, achei ele com uma motivação bem fraca e clichê. A história é cheia de furos e problemas no roteiro, confesso que eu esperava mais desse filme, principalmente do sucesso que foi X Men Dias de um Futuro Esquecido. O filme é bom de ver, mas não é um dos melhores filmes dos X Men.
X-Men Apocalypse entrega novamente um bom filme dessa nova leva de filmes dos X-men que tem sido no geral bem decente" se compararmos com outros projetos de filmes anteriores do diretor Bryan singer; ele ainda segue sólido e firme na Direção.
Filme: X-Men apocalipse @xmenofficial @universoxmen #xmen @xmen #xmenapocalipse Assistido: 1-5-24
Elenco: @jamesmcavoyrealdeal @mrfassbender @1jnnf @nicholashoult @sirpatstew @brevanpeters @sophiet @benhardy @oscarisaachourly @fullyrosebyrne @oliviamunn @lucastill @lanacondor @alexandrashipppp
Modelo: #herois #marvel #ficção #ação
Duração: 2h 24m Ano: 2016
Minha opinião: Temos aqui a cronologia 1- Origens: Wolverine (2009), 2- Primeira Classe (2011), Dias de um Futuro Esquecido (2014), Apocalipse (2016), Fênix Negra (2019), O Filme (2000), X-Men 2 (2003) e O Confronto Final (2006) e temos Wolverine Imortal (2013) e Logan (2017). E neste ano teremos Deadpool 3 (2024)com a volta de Wolverine. São 8 filmes X-Men e 2 Wolverine. O 4º desta fase inicial, aqui não temos tantos embates em questão politica, como foi em Prime Classe e Dias de um Futuro Esquecido, aqui tem um inimigo que é o 1º mutante da estória, e responsável por várias fases da estória humana que ocorreu o apocalipse e ele é o responsável. Onde para preservar sua vida e aumentar o seu poder, ele transfere, sua memoria para o novo corpo mutante. Assim adquirindo seus poderes e somados aos que ele já tem. E esta transferência é feita em sua pirâmide. Com um poder descomunal ele ficou enterrado nos escombros da pirâmide por séculos até retornar a vida e agora fazer oque sabe fazer, destruir a civilização e os sobreviverem, serem seus escravos. E assim começa recrutando, Tempestade, Psylocks, Anjo e Magneto. Magneto aqui tem uma participação forte no inicio do filme como protagonista, mas depois fica somente como coadjuvante. Sabemos da dor que ele tem pela forma que perdeu a mãe de ter sido torturado em Auschwitz nazistas e agora passará novamente por uma dor terrível, que é a perca de sua filha e esposa. Pois depois do que aconteceu em Washington ele se redimiu e foi a Polônia e vivendo como metalúrgico, mas foi descoberto e a policia mata sua esposa e filha, ai pela dor terrível, resolve se vingar dos humanos e neste momento aparece Apocalipse que recruta para sua equipe. Quando Apocalipse, conhece Xavier e seu poder, na hora ele deseja este poder que o permitiria toda a criatura da Terra. E assim ocorre os embates entre cada equipe, lembrando que aqui já tem a escola Xavier e tem vários novos alunos como Scott Cilope, Jean Grey e temos novamente Mercúrio, curioso que ele sabe que é filho de Magneto, mas não revela e também não tem a aparição de sua irmã Feiticeira Escarlate que faz do X-Men. Neste filme creio que o autor, diretor se perderam na estória, poderia ter sido outra estória, Pois colocar Apocalipse como inimigo lembrou do filme Múmia onde tem grandes poderes, mas trazer uma estória do Egito, tenta outras. Pois para a sequência da franquia não faz tanto sentido. Até que no confronto final, enquanto esta tendo uma batalha na mente de Xavier com Apocalipse, oque outra na forma física e quando os X-mens estão perdendo, do nada Magneto e Psylocke se vira contra Apocalipse e quem mata ele é Jean Grey, que ainda não tem a ordem cósmica, mas despertou a Fenix. Realmente esta mudança de lado tão repentino, ficou estranho. Enquanto no filme anterior valeu o elogio para os atores, aqui deixaram a desejar. E depois o inicio do filme ter focado em Magneto e depois esquece-lo, não fez muito sentido.
Roteiro e enredo poderia ter sido outra.
Vale apena assistir? Para quem é fã.
Nota: 6
Elenco: @jamesmcavoyrealdeal @mrfassbender @1jnnf @nicholashoult @sirpatstew @brevanpeters @sophiet @benhardy @oscarisaachourly @fullyrosebyrne @oliviamunn @lucastill @lanacondor @alexandrashipppp
Modelo: #herois #marvel #ficção #ação
Duração: 2h 24m Ano: 2016
Minha opinião: Temos aqui a cronologia 1- Origens: Wolverine (2009), 2- Primeira Classe (2011), Dias de um Futuro Esquecido (2014), Apocalipse (2016), Fênix Negra (2019), O Filme (2000), X-Men 2 (2003) e O Confronto Final (2006) e temos Wolverine Imortal (2013) e Logan (2017). E neste ano teremos Deadpool 3 (2024)com a volta de Wolverine. São 8 filmes X-Men e 2 Wolverine. O 4º desta fase inicial, aqui não temos tantos embates em questão politica, como foi em Prime Classe e Dias de um Futuro Esquecido, aqui tem um inimigo que é o 1º mutante da estória, e responsável por várias fases da estória humana que ocorreu o apocalipse e ele é o responsável. Onde para preservar sua vida e aumentar o seu poder, ele transfere, sua memoria para o novo corpo mutante. Assim adquirindo seus poderes e somados aos que ele já tem. E esta transferência é feita em sua pirâmide. Com um poder descomunal ele ficou enterrado nos escombros da pirâmide por séculos até retornar a vida e agora fazer oque sabe fazer, destruir a civilização e os sobreviverem, serem seus escravos. E assim começa recrutando, Tempestade, Psylocks, Anjo e Magneto. Magneto aqui tem uma participação forte no inicio do filme como protagonista, mas depois fica somente como coadjuvante. Sabemos da dor que ele tem pela forma que perdeu a mãe de ter sido torturado em Auschwitz nazistas e agora passará novamente por uma dor terrível, que é a perca de sua filha e esposa. Pois depois do que aconteceu em Washington ele se redimiu e foi a Polônia e vivendo como metalúrgico, mas foi descoberto e a policia mata sua esposa e filha, ai pela dor terrível, resolve se vingar dos humanos e neste momento aparece Apocalipse que recruta para sua equipe. Quando Apocalipse, conhece Xavier e seu poder, na hora ele deseja este poder que o permitiria toda a criatura da Terra. E assim ocorre os embates entre cada equipe, lembrando que aqui já tem a escola Xavier e tem vários novos alunos como Scott Cilope, Jean Grey e temos novamente Mercúrio, curioso que ele sabe que é filho de Magneto, mas não revela e também não tem a aparição de sua irmã Feiticeira Escarlate que faz do X-Men. Neste filme creio que o autor, diretor se perderam na estória, poderia ter sido outra estória, Pois colocar Apocalipse como inimigo lembrou do filme Múmia onde tem grandes poderes, mas trazer uma estória do Egito, tenta outras. Pois para a sequência da franquia não faz tanto sentido. Até que no confronto final, enquanto esta tendo uma batalha na mente de Xavier com Apocalipse, oque outra na forma física e quando os X-mens estão perdendo, do nada Magneto e Psylocke se vira contra Apocalipse e quem mata ele é Jean Grey, que ainda não tem a ordem cósmica, mas despertou a Fenix. Realmente esta mudança de lado tão repentino, ficou estranho. Enquanto no filme anterior valeu o elogio para os atores, aqui deixaram a desejar. E depois o inicio do filme ter focado em Magneto e depois esquece-lo, não fez muito sentido.
Roteiro e enredo poderia ter sido outra.
Vale apena assistir? Para quem é fã.
Nota: 6
Visualmente o filme está bonito, cenas gráficas bem feitas e ousar bastante da personagem Psylocke foi incrível. Destaco também mais que tudo o Pietro. Incríveis cenas em câmera lenta. Me diverti demais.
[SPOILER] Como dito, cenas incríveis mas vilão extremamente pouco explorado. Chegou ali disse que faria um bando de coisa com um propósito grande e no fim não deu conta de quase nada. Porém, aceitável perder pra Jean. Agora, para além do vilão; Wolverine? É sério mesmo que meteram o Wolverine do nada?
Há muita desconexão do que já nos foi apresentado dos x-men, embora eu tente assistir como histórias derivadas, em certos momentos não tem como.
[SPOILER] Como dito, cenas incríveis mas vilão extremamente pouco explorado. Chegou ali disse que faria um bando de coisa com um propósito grande e no fim não deu conta de quase nada. Porém, aceitável perder pra Jean. Agora, para além do vilão; Wolverine? É sério mesmo que meteram o Wolverine do nada?
Há muita desconexão do que já nos foi apresentado dos x-men, embora eu tente assistir como histórias derivadas, em certos momentos não tem como.
X-men Apocalipse é a mesma coisa que X-men Fênix Negra 2019, um filme mais ou menos e a melhor coisa desse filme é o Mercúrio, Nota 7,4
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