Demolição
Média
3,5
213 notas

33 Críticas do usuário

5
5 críticas
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11 críticas
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6 críticas
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4 críticas
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4 críticas
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3 críticas
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Eduardo B.
Eduardo B.

3 seguidores 1 crítica Seguir usuário

0,5
Enviada em 29 de julho de 2016
Muito ruim pesemo filme uma porcaria vi e me arependo nao recommend pra ninguen Asistir nao perca Seu tempo
Gabriel B.
Gabriel B.

18 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 17 de maio de 2025
Demolição é um filme surpreendente e profundamente humano, que desmonta as estruturas tradicionais do luto e reconstrói, peça por peça, uma jornada de autoconhecimento. Com uma narrativa sensível e fora do convencional, ele nos mostra que, às vezes, é preciso deixar tudo ruir para enfim enxergar o que importa. Jake Gyllenhaal entrega uma atuação crua e honesta, conduzindo o espectador por uma montanha-russa emocional que nunca apela ao clichê. A beleza do filme está nas entrelinhas — nas pequenas conexões, nos silêncios, na dor que transforma. É uma obra que provoca, toca e surpreende com suas verdades escondidas sob os escombros da rotina.
Washington Barros
Washington Barros

4 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 27 de outubro de 2023
Sabe quando você espera algo surpreendente no filme e é apenas uma decepção? Então não vale perder quase 2 horas por um filme sem sentido e morno.
Jailton Bastos
Jailton Bastos

4 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 17 de março de 2025
Um filme para assistir sozinho. Faz lembrar a infância, a fadonha rotina e a perda de alguém que talvez já havia se perdido. Um bom filme...
Rosemeire M.
Rosemeire M.

2 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 2 de setembro de 2018
Péssimo. O personagem central é um idiota e provavelmente um sociopata. Zero sentimento.
Amo o Jake mas odiei esse filme. Não me trouxe nada de bom.
Tales Lima
Tales Lima

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 1 de maio de 2025
Demolição (2015):

Luto e Desconstrução Emocional

Demolição, dirigido por Jean-Marc Vallée, é um mergulho íntimo nas sombras do luto e me tocou profundamente desde as primeiras cenas. O protagonista Davis (interpretado por Jake Gyllenhaal) acorda do impacto da perda trágica da esposa e entra numa rotina entorpecida. Sua dor não se traduz em gritos ou lamentações abertas: é carregada silenciosamente em cada gesto do cotidiano. A forma como o filme desliza entre a banalidade da vida diária e o vazio profundo da tristeza me envolveu como um sussurro triste, revelando a força que reside no silêncio.

Para sobreviver ao luto, Davis começa a desmantelar sua vida de maneira quase literal. Em cena, ele volta para casa e destrói paredes com um martelo, como se cada golpe pudesse libertá-lo da dor alojada em cada cômodo. Simultaneamente, ele começa a escrever cartas mordazes a uma empresa de máquinas de venda automática, expressando o desespero contido que não consegue falar em voz alta. Essa desconstrução – física e emocional – retrata de forma pungente a angústia de um homem que, para encontrar respostas, parece precisar demolir antes as estruturas seguras que construiu ao longo da vida.

Renascimento Pessoal e Autoconhecimento

No coração de Demolição há também um renascimento pessoal que surge dos próprios escombros do passado. Aos poucos, Davis reaprende a entender seus sentimentos: escreve e fala sobre o que sente, e até em pequenos silêncios começa a ouvir suas próprias emoções. A amizade delicada que nasce entre ele e Karen (Naomi Watts) exemplifica esse processo de cura compartilhada. Ambos dividem medos e mágoas sem julgamento, e ao descobrirem que não estão sozinhos encontram, aos poucos, alívio e força. Ao final dessa trajetória, Davis emerge transformado – as ruínas de sua velha existência dando lugar a novos significados e a um entendimento mais profundo de si mesmo.

Atuação e Direção Comoventes

O elenco de Demolição dá vida às nuances sutis dessa jornada de dor e redenção. Jake Gyllenhaal entrega uma atuação contida e visceral: cada olhar distante de Davis e cada suspiro silencioso transbordam a tristeza que ele não consegue verbalizar; sua interpretação me fez sentir na pele a dor silenciosa do personagem. Naomi Watts, como Karen, equilibra fragilidade e força; sua voz suave e presença tranquila oferecem a Davis um porto seguro para expor suas mágoas. Chris Cooper, no papel do pai de Davis, acrescenta camadas de culpa e perdão às tensas relações familiares. Sob a direção sensível de Jean-Marc Vallée, o filme se desenrola em ritmo contemplativo, privilegiando silêncios e olhares, deixando que os momentos cotidianos falem por si só.

Reflexões Finais: Esperança e Renovação

Saí de Demolição com o coração pesado, mas também esperançoso. Esse filme me lembrou que o luto não segue caminhos lineares: ao deixar nossas emoções aflorarem, podemos encontrar novas razões para recomeçar. A trajetória de Davis emocionou-me pela honestidade brutal de cada momento sofrido, mostrando que, dos escombros do sofrimento, podem brotar aprendizado e até certo alívio. No silêncio comovente das últimas cenas, fica a certeza de uma renovação suave — a ideia de que, mesmo quando tudo parece perdido, ainda podemos florescer de formas inesperadas. Demolição permanecerá em mim como um lembrete gentil de que, às vezes, precisamos derrubar as antigas paredes de nossa alma para, então, reconstruirmos a versão mais verdadeira de nós mesmos.
Larisse L.
Larisse L.

1 crítica Seguir usuário

4,5
Enviada em 21 de março de 2018
Adorei o Filme ele mostra realmente como as pessoas apos perder seu grande amor em uma tragedia!
Ameiiiiiiiiiiii mil estrelas
Lid C
Lid C

1 crítica Seguir usuário

4,5
Enviada em 16 de agosto de 2019
Um filme com temática psicológica, trabalha muito bem as emoções (ou a pretensa ausência delas) e como estas podem tomar o indivíduo que não vê outra alternativa a não ser colocá-las para fora. Por diversos momentos somos convidados a refletir sobre a normalidade da vida, sobre as rotinas, sobre seguir um roteiro pré determinado e como o não reconhecimento de uma emoção pode nos afetar. A vida devidamente organizada que se desorganiza e de repente o personagem não consegue seguir o roteiro. O protagonista perde a esposa num acidente de carro e não consegue sentir nem expressar a dor da perda. O pai da moça que sofre mas não reconhece o desejo de que o genro tivesse morrido e não a filha dele. O protagonista que vivia letargicamente e devido a viuvez é convidado a sair dessa letargia. A atendente do telemarketing que também vivia anestesiada e é tocada pelas dores do cliente. Um filme que definitivamente merece ser visto
Guilherme Nunes
Guilherme Nunes

1 crítica Seguir usuário

0,5
Enviada em 8 de janeiro de 2026
Filme horrível. Não passa uma mensagem central realmente impactante, dando ênfase nela, a ponto de podermos aplica-la a nossa vida e sermos pessoas melhores. Pelo contrário, o foco do filme e sua mensagem está no óbvio e de forma nada construtiva ou consoladora, mas apresentando somente o caos: viver o luto de um ente querido é terrível.

Há mais uma evolução para pior na personagem principal do que para melhor, indo de:
 *Cenário inicial:* um marido, bem sucedido profissionalmente, com uma vida financeira muito confortável, ainda que não conserte a geladeira para a esposa.

 *Cenário final:* spoiler: Um viúvo, que desmonta, quebra ou destrói tudo o que vê, se envolve com uma mulher que é maconheira, problemática e que tem um caso com o próprio chefe de trabalho, mas que o ilude e não quer ter relações com ele. A única coisa boa que ele faz é ajudar a autoestima do filho dessa mulher.


Sua evolução para melhor se restringe principalmente ao seguinte:
spoiler: 1- Atenção aos detalhes da vida 2- Querer descobrir a razão das coisas e como elas funcionam 3- Se permite viver coisas novas Conhecer ambientes novos, pessoas novas, lugares novos, novas relações Se desfaz de coisas antigas, hábitos antigos, pessoas antigas. 4- Se permite ser transparente e falar a verdade para um homem do trem. 5- Realiza seu sonho de criança correr mais rápido que as crianças na rua.
Igor C.
Igor C.

17 seguidores 442 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 8 de janeiro de 2026
Trata-se de um filme que aborda o drama da perda de forma sensível e impactante. A condução da narrativa é deliberadamente lenta, mas coerente com a proposta, criando um ritmo contido e promissor que favorece a imersão emocional. O filme trabalha muito bem os sentimentos dos personagens, explorando o luto com delicadeza e profundidade, resultando em uma experiência tocante e bem construída.
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