Se você parar um pouco,e pesquisar a filmografia de Jake Gyllenhaal,irá ver uma como esse ator escolheu bem seus papéis.Desde "Contra o Tempo",passando por "Marcados para Morrer","Os Suspeitos","Homem Duplicado","O Abutre" e por fim,chegando em "Nocaute".Boa parte desses filmes,Jake se apresenta perfeitamente bem SOZINHO.Aqui em "Demolição" não há nada de diferente.Um super drama,conduzido perfeitamente por ele,do começo ao fim.É claro que também tem as boas aparições de Naomi Watts,que faz uma simples parceria com Jake,mesmo aparecendo do meio para o fim.E Chris Cooper,que dispensa comentários.Manda bem em qualquer personagem.
E outra boa direção de Jean-Marc,que adorei seus dois últimos trabalhos ("Clube de Compras Dallas" e "Livre") mas não sabia quem era até o momento.
Demolição, um filme com um elenco de primeira grandeza, com um roteiro surreal, chato, porém com final compreensivo!
O ator principal, perde a mulher em um acidente e enlouquece em um sentido "fantástico" com uma mania ou fixação de destruir coisas. Para piorar a tolice do enredo, ele conhece uma mulher de "atendimento a clientes" de uma Empresa, também desajustada, maconheira e problemática. E por fim, para piorar mais a excentricidade do enredo, um clichê: o filho da 'maconheira' é também desajustado pela obviedade da mãe louca que tem.
Um filme mediano, com um nexo discutível e uma mensagem simplória no final, que acaba agradando, evitando a classificação do filme, como um 'desastre'!
Muitas pessoas vivem suas vidas em modo automático: acordam, se levantam, tomam banho (ou não), se alimentam no café da manhã (ou não), vão ao trabalho (seja qual for), trabalham, almoçam (ou não), voltam a trabalhar, voltam para casa, jantam (ou não) e dormem (ou não) para que o dia seguinte seja exatamente igual. Lógico, os acontecimentos no dia a dia podem não ser iguais, mas a rotina é. E destas pessoas, quase 100% não sabe se é feliz ou se engana presa a tal rotineira diária. E quando algo acontece que "te liberta" desta "prisão", é como um mundo novo estivesse a sua frente, você volta a ser criança e a "crescer" novamente. Coisas que você não reparava e que estavam ali o tempo todo, parece que tomaram vida e as cores se destacam como em um arco-íris. Você se descobre mais uma vez, se reinventa, se "moderniza" e tal liberdade pode ser o caminho de sua felicidade. Mas será? Seu cotidiano era tão ruim assim que você precisaria de uma mudança tão radical? Ou tem um verdadeiro culpado nisso tudo?
A dupla Jean-Marc Vallée (diretor) e Bryan Sipe (roteirista) fazem você pensar nisso e digo, que FILMASSO! Bom, tem que ter um pouquinho de paciência, pois a narrativa segue lentamente (meeeeesmo), com o protagonista se auto-avaliando. Não sou psicólogo, mas arrisco em dizer que o filme é pesado em relação a sentimentos, compreensões e metáforas..... Um drama que alguns podem achar que não faz jus ao gênero (dificilmente sairá lágrimas de seus olhos, uma vez que dos meus não saíram.....), mas que tem um roteiro firme, sem erros, com aflições de pessoas comuns, não como as minhas ou as suas, mas as dos personagens ali demonstrados e como cada um lida com sua dor, perda ou aceitação. A película começa muito bem e temos situações muito imprevistas e de certa forma, engraçadas. A trama vai lhe enchendo a cabeça de perguntas e te responde de maneira justa e em certas ocasiões, inesperadas.
O que dizer do elenco? Fantástico!!!!! Eu acho o ator Jake Gyllenhaal (de O SEGREDO DE BROKEBACK MOUNTAIN de 2005) funkfenomenal e aqui ele não desaponta com uma performance espetacular (ele que interpreta Davis, nosso "mocinho"). Contamos ainda com a presença dos atores Chris Cooper (BELEZA AMERICANA de 1999), Naomi Watts (KING KONG de 2005) e outros, muito bem em seus papéis.
E se temos um bom script e um elenco atuando como se deve atuar, o que falta? Uma boa Trilha Sonora e.....temos também! Um vídeo que não foi muito comentado na mídia (foi direto para DVD/Blu-Ray) mas que pode te surpreender assim como me surpreendeu. Um entretenimento que, assim como Davis, talvez faça sua mente ir longe para talvez voltar ou não...
Um dos filmes mais subestimados da década. O diretor Jean-Marc Vallée em seus mais recentes trabalhos cinematográficos procura abordar as perdas, no premiado Clube de Compras Dallas, a eventual perda da própia vida, no aclamado Livre, a perda de um ente querido junto a de uma separação. No último longa o diretor continua a tratar do tema, porém discorrendo de diferentes recursos. Comparando aos seus precedentes filmes, o diretor ainda utiliza com exímio os flashbacks, sabendo transpor com total clareza a sentimentalização dos seus personagens, porém diferente dos outros, em Demoliton e capaz de absorver uma boa comicidade (Na trama em si, não nos Flashbacks), que talvez seja a maior façanha do filme, conseguir ser engraçado e leve no mesmo tempo que traz a dor e as constantes lutas emocionais de seus personagens.
Assisti esse filme por falta de opção na tv a cabo e foi a melhor coisa da minha semana. Que filme espetacular. Nossa, me pergunto pq não o assisti antes? Temos críticas excelentes já postadas então vou me abster de alguns comentários. Mas gostaria de registrar a minha satisfação em ver poder prestigiar uma obra prima dessa categoria e dessa qualidade.
Pelos atores do filme esperava q fosse bom, mas é simplesmente péssimo!!! Para quem nao assistiu, recomendo: continuem sem assistir, pulem para o proximo!!!
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