Média
4,1
publicações
-
Pipoca Moderna
-
The Playlist
-
Washington Post
-
Cinemascope
-
Collider
-
Blogs Pop
-
Boston Globe
-
Cinema em Cena
-
New York Times
-
Omelete
-
Rubens Ewald
-
Screen International
-
The Guardian
-
The Hollywood Reporter
-
Chicago Sun-Times
-
ScreenCrush
Cada revista ou jornal tem seu próprio sistema de avaliação, que será adaptado ao sistema AdoroCinema, de 0.5 a 5 estrelas.
- As últimas críticas do AdoroCinema
- Melhores filmes
- Melhores filmes de acordo a imprensa
Pipoca Moderna
"Beasts of No Nation” não é apenas um filme tecnicamente impecável e com interpretações antológicas. É uma obra tão atual e relevante que ninguém fica imune após conhecê-la.
The Playlist
Fukunaga dá vida ao horror e ao preço pago pela humanidade por causa da guerra, fazendo com que isso e o drama do protagonista sejam vividos pelo expectador - como se fossem seus.
Washington Post
Evocando o desespero e o lado mais frágil da batalha de esperança da psíque humana, "Beasts of No Nation" é um retrato belo, sombrio e dolorosamente triste do diretor e roteirista Cary Joji Fukunaga sobre a desumanidade do homem ao homem.
Cinemascope
Sem nunca se aprofundar nas eternas guerras civis que assolam o continente africano há tantos anos, [...] Cary Fukunaga acerta ao focar a trama na absurda perda da inocência de tantas crianças vítimas dos confrontos entre rebeldes armados e os exércitos governistas.
Collider
Fukunaga, atuando também como seu próprio diretor de fotografia, rodou "Beasts" em um estilo muito naturalista que, às vezes, evoca o diretor Terrence Malick.
Blogs Pop
O apuro estético meticuloso preenche todo o filme. Mérito de Fukunaga, que também assina a direção de fotografia. [...] muitas sequências parecem ter sido tiradas de um sonho...
Boston Globe
O filme nos convida a imaginar o que acontece com aquela criança que vira assassina. "É o pior pecado, mas é o pecado certo a se fazer", Agu diz pra si mesmo, numa mentira que não dura. [...] Com 2 horas e 17 minutos, "Beasts of no Nation" é longo demais e sente isso.
Cinema em Cena
..."Beasts of No Nation" é um longa particularmente brutal na maneira com que retrata a violência testemunhada e cometida pelo jovem protagonista – e seu rito de “iniciação” como matador é especialmente chocante em sua natureza gráfica.
New York Times
O filme em si é um pesadelo eficaz, e um sólido exemplar de cinematografia, forte o suficiente para fazer você desejar que tivesse suportado todo o peso da tragédia que se propôs a descrever.
Omelete
É uma história atemporal de perda da inocência, que ecoa Cidade de Deus em tema. Mas Agu, formidavelmente interpretado por Attah, não é Zé Pequeno... Mesmo depois de ver e sofrer toda sorte de violência inerente à guerra, o garoto segue com espírito resiliente.
Rubens Ewald
... não é um filme comercial, nem digestivo, nem mesmo bonitinho. Por vezes é cruel, sempre realista, sem alívios cômicos. Procure assistir...
Screen International
"Beasts Of No Nation" é uma produção ousada e ambiciosa. [...] O filme de 136 minutos foi filmado em locações em Gana com a clara intenção de entregar uma épica acusação formal sobre esse mal que assola a África subsariana, em particular.
The Guardian
Uma história de medo, degradação e disfunção abusiva — um pesadelo violento e desorientador com o eco arrepiante de "Apocalypse Now", de Coppola. Idris Elba tem uma atuação excelente desempenho como um sinistro e carismático senhor da guerra.
The Hollywood Reporter
Um dos muitos horrores do mundo moderno, o de crianças-soldados coagidas a violentas funções de combate por senhores da guerra africanos, é dramatizado de maneira envolvente e convincente por Cary Joji Fukunaga em "Beasts of No Nation".
Chicago Sun-Times
A cinematografia de "Beasts of No Nation" salta aos olhos, e seu poder de emocionar é inegável. Por que, então, ele parece dúbio, em alguns aspectos, e talvez urgente pelas razões erradas?
ScreenCrush
O longa merece ser visto em uma sala de cinema, não apenas pela sua fotografia impressionante e design de som envolvente [...] O que mantém o filme assistível é, principalmente, Idris Elba, que cria um vilão dinâmico e carismático.