Um filme forte com cenas para adultos e para os fortes, roteiro deslumbrante e atuação incrível de Idris Elba que por sinal foi esnobado no óscar não sendo indicado, absurdo, sendo que ainda não concorreu a nenhum óscar e assim começo a pensar em marmelada, fora isso, o filme é espetacular!!
Estréia da produtora Netflix, que está arrebatando com o comércio audiovisual. O longa é baseado em um livro de mesmo nome, uma criança que se vê obrigada a ingressar em um grupo rebelde, numa guerra civil africana. Filme bem feito, com cenários e cenas bem desenvolvidas, as interpretações foram muito boas. É um ótimo filme de guerra.
O filme é um soco no estômago e mostra claramente como as guerras civis fazem para recrutar crianças para seu exército. Aqui o fato se passa na África, mas é igual nas favelas brasileiras, no Oriente Médio, nas Farcs colombianas e nas facções terroristas como o Estado Islâmico. Abraham Attah vive o protagonista com maestria, narra e também vivencia as situações chocantes mostradas, na minha opinião merecia uma indicação ao Oscar. Idris Elba vive perfeitamente um coadjuvante que é quase ator principal na pele do Comandante que recruta e treina as crianças para sua cruzada de poder. Vale a pena ver o filme.
Em uma cidade africana, Agu (Abraham Attah) é uma criança, que atingida pela guerra, é transformada em soldado. Após a morte de seu pai por militantes, ele é obrigado a abandonar sua família para lutar na guerra civil da África do Sul, instruído por um grande comandante (Idris Elba) que o ensinará os caminhos de um conflito.Muito bom, esse filme tem uma historia muito boa, o jovem ator Abraham Attah esta excelente assim como o resto do elenco,uma bela fotografia, o filme otimas cenas, recomendo. Nota 9.2
Beasts of No Nation, filme dirigido e escrito por Cary Joji Fukunaga, já tem seu nome marcado na história do cinema por ter sido o primeiro filme original produzido pelo sistema de streaming Netflix, que adquiriu os direitos de distribuição mundial da obra, lançando-a simultaneamente online e nos cinemas – o que causou uma polêmica enorme, principalmente entre as grandes de redes de cinema dos Estados Unidos, que boicotaram o filme, relegando-o a um lançamento limitado nos cinemas pequenos e independentes do país.
O filme é centrado na figura de Agu (Abraham Attah), um menino africano que vê a sua família ser destruída no meio de uma guerra civil de uma nação sem nome. Em consequência disso, Agu acaba sendo “acolhido” pela tropa rebelde liderada pelo Comandante (Idris Elba), que lhe abraça como um filho e o treina como um soldado-criança, uma máquina de violência, uma fera, que encara os fronts de batalhas como se fosse um verdadeiro adulto.
Ou seja, Beasts of No Nation é uma história que mostra a perda da inocência por parte de Agu, que, no meio de todo esse conflito, entra em contato com o sentimento de perda, com a violência, com o uso de drogas, com a crueldade e é, literalmente, obrigado a fazer e a testemunhar atos que nunca deveriam ser feitos ou vistos por uma criança como ele. Por isso mesmo, Beasts of No Nation acaba sendo uma obra muito difícil de se assistir – ainda mais porque sabemos que a realidade retratada por Cary Joji Fukunaga (responsável também pela excelente direção de fotografia do filme) é muito condizente com o que ocorre nos países africanos que vivem envolvidos em disputas de poder.
Chega a ser impressionante, por isso mesmo, acompanhar a evolução da atuação do estreante Abraham Attah, especialmente a partir do momento em que ele encara um verdadeiro embate dramático com Idris Elba, que está magnético e excelente como o Comandante que exerce uma influência enorme sobre os seus subordinados – que são mesmo capazes de tudo por ele. Mas, a mensagem mais positiva que adquirimos ao assistir a Beasts of No Nation é que, mesmo diante de tanto sofrimento e violência, o que Agu mais queria era a oportunidade de ser criança novamente, de ver a sua família reconstruída e, principalmente, de reencontrar a paz e a alegria que ele foi forçado a perder. Isso está presente nos seus diálogos com Deus, no decorrer do filme, e na sua própria consciência diante de tudo aquilo que ele pratica.
OK, estou meio atordoado, esse filme é um soco no estômago, simplesmente maravilhoso, transformou Diamante de Sangue em historia de ninar. Idris Elba merece um Oscar, todo o filme merece um Oscar. Não consigo nem falar dos elementos audiovisuais, só que foram impecáveis e conseguiu transmitir todo sentimento da historia.
*Esse filme que marca historia por ser o primeiro filme lançando simultaneamente online e no cinema, além de ser a primeira produção de ficção do Netflix para as telonas.
O diretor Fukunaga consegue retratar muito bem o tema. Já retratado um pouco antes no excelente Diamente de Sangue estrelado por DiCaprio, os soldados crianças do continente africano durante as guerras civis é novamente trazido a um longa metragem. O roteiro do filme é bom e forte e esta é a grande sacada do filme. As atuações são boas e Idris Elba está muito a vontade em seu papel. A Netflix acerta e faz um grande trabalho e uma grande produção. Muito bom.
Um dos melhores filmes que já tive o prazer de conferir. Doído, crú e absolutamente bem feito. O diretor Fukunaga , com todo o elenco primoroso, simplesmente reproduziu arte em cada segundo. Prenda a respiração e deixe-se levar por uma viagem extrema , profunda e marcante. Maravilhoso!
(...)o desfecho otimista é bastante satisfatório e, no final, podemos certamente afirmar que Beasts of No Nation é uma obra impecável, eficiente e extremamente comovente.
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