Beasts of No Nation
Média
4,3
461 notas

43 Críticas do usuário

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Ricardo L.
Ricardo L.

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4,0
Enviada em 16 de janeiro de 2016
Um filme forte com cenas para adultos e para os fortes, roteiro deslumbrante e atuação incrível de Idris Elba que por sinal foi esnobado no óscar não sendo indicado, absurdo, sendo que ainda não concorreu a nenhum óscar e assim começo a pensar em marmelada, fora isso, o filme é espetacular!!
Neto S.
Neto S.

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4,0
Enviada em 12 de janeiro de 2016
Em uma cidade africana, Agu (Abraham Attah) é uma criança, que atingida pela guerra, é transformada em soldado. Após a morte de seu pai por militantes, ele é obrigado a abandonar sua família para lutar na guerra civil da África do Sul, instruído por um grande comandante (Idris Elba) que o ensinará os caminhos de um conflito.Muito bom, esse filme tem uma historia muito boa, o jovem ator Abraham Attah esta excelente assim como o resto do elenco,uma bela fotografia, o filme otimas cenas, recomendo. Nota 9.2
cinetenisverde
cinetenisverde

29.473 seguidores 1.122 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 17 de janeiro de 2017
Esse filme é um misto do cinema naturalista de Hector Babenco em "Pixote" (1981) e o imaginário de Buscapé em [Cidade de Deus](/cidade-de-deus) (Fernando Meirelles, 2002). De brinde, nos traz Abraham Attah como o pequeno e hipotizante Agu, um menino que tem sua família separada e destroçada e é arrastado para uma pequena milícia que aplica operações sanguinárias, ordenadas por um sistema de fantoches financiado por capital estrangeiro.
Alan David
Alan David

17.183 seguidores 685 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 23 de abril de 2016
Um filme sobre a evolução forçada de um garoto dentro de uma Guerra Civil da África do Sul, tem cenas fortes, só que devido a queda de evolução do personagem de Idris Elba, o filme foi perdendo o interesse, apesar de entender que o foco era o garoto, é um bom filme, só que esperasse que fosse mais marcante.
Kamila A.
Kamila A.

7.941 seguidores 816 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 13 de abril de 2016
Beasts of No Nation, filme dirigido e escrito por Cary Joji Fukunaga, já tem seu nome marcado na história do cinema por ter sido o primeiro filme original produzido pelo sistema de streaming Netflix, que adquiriu os direitos de distribuição mundial da obra, lançando-a simultaneamente online e nos cinemas – o que causou uma polêmica enorme, principalmente entre as grandes de redes de cinema dos Estados Unidos, que boicotaram o filme, relegando-o a um lançamento limitado nos cinemas pequenos e independentes do país.

O filme é centrado na figura de Agu (Abraham Attah), um menino africano que vê a sua família ser destruída no meio de uma guerra civil de uma nação sem nome. Em consequência disso, Agu acaba sendo “acolhido” pela tropa rebelde liderada pelo Comandante (Idris Elba), que lhe abraça como um filho e o treina como um soldado-criança, uma máquina de violência, uma fera, que encara os fronts de batalhas como se fosse um verdadeiro adulto.

Ou seja, Beasts of No Nation é uma história que mostra a perda da inocência por parte de Agu, que, no meio de todo esse conflito, entra em contato com o sentimento de perda, com a violência, com o uso de drogas, com a crueldade e é, literalmente, obrigado a fazer e a testemunhar atos que nunca deveriam ser feitos ou vistos por uma criança como ele. Por isso mesmo, Beasts of No Nation acaba sendo uma obra muito difícil de se assistir – ainda mais porque sabemos que a realidade retratada por Cary Joji Fukunaga (responsável também pela excelente direção de fotografia do filme) é muito condizente com o que ocorre nos países africanos que vivem envolvidos em disputas de poder.

Chega a ser impressionante, por isso mesmo, acompanhar a evolução da atuação do estreante Abraham Attah, especialmente a partir do momento em que ele encara um verdadeiro embate dramático com Idris Elba, que está magnético e excelente como o Comandante que exerce uma influência enorme sobre os seus subordinados – que são mesmo capazes de tudo por ele. Mas, a mensagem mais positiva que adquirimos ao assistir a Beasts of No Nation é que, mesmo diante de tanto sofrimento e violência, o que Agu mais queria era a oportunidade de ser criança novamente, de ver a sua família reconstruída e, principalmente, de reencontrar a paz e a alegria que ele foi forçado a perder. Isso está presente nos seus diálogos com Deus, no decorrer do filme, e na sua própria consciência diante de tudo aquilo que ele pratica.
Vitor Araujo
Vitor Araujo

3.873 seguidores 618 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 13 de julho de 2019
História trágica e brutal sobre guerra africana e a perda da inocência precoce de crianças. Cliché, porém impactante.
Felipe F.
Felipe F.

3.725 seguidores 758 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 24 de julho de 2018
O diretor Fukunaga consegue retratar muito bem o tema. Já retratado um pouco antes no excelente Diamente de Sangue estrelado por DiCaprio, os soldados crianças do continente africano durante as guerras civis é novamente trazido a um longa metragem. O roteiro do filme é bom e forte e esta é a grande sacada do filme. As atuações são boas e Idris Elba está muito a vontade em seu papel. A Netflix acerta e faz um grande trabalho e uma grande produção. Muito bom.
B.Boy Jc
B.Boy Jc

2.969 seguidores 762 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 25 de março de 2016
Filme muito forte, atuações espetaculares, não entendo por quê esse filme não concorreu ao Oscar,super merecia!
Alvaro S.
Alvaro S.

2.259 seguidores 349 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 18 de outubro de 2015
Netflix estréia seu primeiro longa metragem original, um drama de guerra sombrio, cruel, mas ainda assim esperançoso.
Não acho que este primeiro filme foi por acaso. Baseado numa obra literária de mesmo nome, esta produção foi muito bem pensada, levando em consideração o tipo de obra que seus assinantes gostariam de ver. E é muito bom!
As cenas são belíssimas, bem dirigidas, algumas eu arrisco dizer, são atemporais. A fotografia impressiona, assim como a maturidade do diretor em conduzir a história de uma criança jogada no meio de uma guerra cível, que para sobreviver se torna um soldado, lutando por uma causa perdida.
O roteiro é muito preciso, em todos os níveis. Os atores são soberbos, em especial as crianças. O jovem protagonista é fascinante, roubando a cena. Idris Elba, o nome mais conhecido do elenco também entrega uma grande performance.
Um filme marcante!
Curiosidade. O filme está sendo bem cotado para várias indicações ao Oscar do ano que vem. Particularmente acho difícil a academia prestigiar e se render a plataforma de filme e séries streaming, apesar de todas as suas qualidades. O fato dele ter sido lançado simultaneamente nos cinemas e online vai pesar contra também.
Nota do público: 8.0 (IMDB)
Nota dos críticos: 90%(Rotten Tomatoes)
Acesse o blog 365filmesem365dias.com.br para ler sobre outros filmes.
Vilmar O.
Vilmar O.

2.033 seguidores 357 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 14 de dezembro de 2015
Um belo exemplo de falência de políticas tribais na África, todo um sistema falido e chegando ao extremo de recrutar crianças para serem soldados de causas perdidas.

Apesar do excesso de requintes de tristeza e crueldade, é um bom filme. Situação bem difícil para uma criança se recuperar depois de ser um soldado guerrilheiro. Pior que a África é cheia destes "comandantes" alucinados lutando por causas pessoais em guerras civis e fingindo que é pelo povo.

O Idris Elba mandou bem neste papel. É de fato uma boa indicação para o Globo de Ouro 2016.
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