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Arthur
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85 críticas
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3,0
Enviada em 12 de fevereiro de 2022
Wagner Moura em seu primeiro trabalho na direção, faz uma excelente crítica social detro de uma história crua e visceral sobre a luta contra a ditadura. Um filme muito importante por estado atual de nosso país, mas infelizmente tendo como maior pecado o fato de não ser muito condizente ou fazer real juz à história de Carlos Marighella.
Filme necessário neste Brasil que vê a volta do fascismo com a eleição de um senhor racista, machista, homofóbico, aporofóbico que nada mais é que um títere no projeto de destruição do país para que o "banqueiro posto ipiranga" venda as peças no desmanche.
Filme de extrema realidade que aconteceu veridicamente com o Brasil nos momentos da DESATROSA e HORRIPILANTE na DITADURA MILITAR com todas as suas PERSEGUIÇÕES e ARBITRARIEDADES ao EXTREMO.
Um filme obrigatório . Maravilhosa direção e atores. É vergonhoso ver ataques a este filme pelos gados bolsonaristas, egoístas, fakeístas, etc, que com certeza não assistiram ao filme . Parabéns, Wagner Moura, venceste a batalha contra a censura e retratou muito bem o período de chumbo. Não vão nos intimidar jamais.
Atuações fraquíssimas, história completamente enviesada, péssima escolha de atores(sério mesmo que Bruno Gagliasso foi o melhor que puderam achar pra fazer o papel do "vilão"?) Cenas de ação completamente mal feitas nível novela das 21. Bom, assista se tiver coragem... e tempo livre, 2:30 de filme ruim.
Ótimo filme, retrata muito bem a vida de Marighella e o período da ditadura militar, muito boa performance de Seu Jorge e excelente direção de Wagner Moura. A avaliação negativa já era de se esperar já que ainda existe quem defende a ditadura ou finge que ela nunca existiu. Recomendo muito o fillme, um clássico que todos devem assistir.
filme retrata a pura realidade do Brasil na ditadura, o fato dele ter ganho apenas 1.4 estrelas do público reflete um pouco a realidade que vivemos hoje na sociedade.
O filme é razoável. O destaque são as cenas de ação, a fotografia e a atuação dos atores, sobretudo o Bruno Gagliasso e do Herson Capri. O ponto negativo do filme é que algumas cenas foram bastantes "forçadas" e pouco realistas, deixando claro que o diretor estava mais preocupado em passar uma mensagem do que retratar a realidade. Na minha opinião, eu acho louvável a pessoa lutar contra uma ditadura militar, mas o diretor não precisava ter estereotipado tanto a personagem Marighella. O Marighella é retratado quase como um santo, e não como um ser humano. No filme, Marighella é um cara sempre calmo, sorridente, gentil com todo mundo, não se percebendo nenhum resquício de defeito nele e o diretor faz questão de ressaltar isso. spoiler: À título de exemplo, a "senha" que o Marighella utiliza para se comunicar com seu filho é: "respeite sempre as mulheres". Não colou!!! Essa frase foi dita num contexto aleatório do filme, pouco convincente, denotando muito mais uma pretensão do diretor em adequar o personagem com temas tão debatidos atualmente do que com o realismo. Os guerrilheiros cantando o hino nacional com extremo fervor no final do filme também não convence, parecendo muito mais "algo para ficar bonito na câmera". Achei interessante a maneira que eles retrataram a ditadura militar, mas teve uma cena que foi beeem tosca que foi quando os policiais estavam eletrocutando um guerrilheiro e de repente eles começam a cantar e fazer dancinhas durante o ritual de tortura. Foi uma cena bem idiotizada e caricata. A ditadura já foi suficientemente terrível, não é necessário apelar para isso!
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