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Não espere um grande drama! Acho que foi por isso mesmo que eu gostei tanto do filme. Não consegui ver uma cena que parecesse apelativa e de mau gosto, apesar de o assunto em questão ser um prato cheio para quem desejasse explorar esse lado.
O filme poderia ser documentário, mas é um filme rápido e te prende. Os atores são ótimos. Todos.
Sai do cinema com enorme vontade de assinar um jornal, para ajudar a financiar esses profissionais, rs, pois a outra grandeza do filme é poder sondar os bastidores da noticia e o número de pessoas envolvidas para que uma reportagens deste tipo chegue ao conhecimento público, impresso em um jornal que será descartado dali alguns dias. Trata-se mais do poder da Informação, dos fatos e da verdade. Muito bom! Recomendo.
O filme poderia ser documentário, mas é um filme rápido e te prende. Os atores são ótimos. Todos.
Sai do cinema com enorme vontade de assinar um jornal, para ajudar a financiar esses profissionais, rs, pois a outra grandeza do filme é poder sondar os bastidores da noticia e o número de pessoas envolvidas para que uma reportagens deste tipo chegue ao conhecimento público, impresso em um jornal que será descartado dali alguns dias. Trata-se mais do poder da Informação, dos fatos e da verdade. Muito bom! Recomendo.
Jornalismo Arte.
Tocar em assuntos polêmicos que envolvem grandes instituições reais nem sempre são fáceis de serem recebidos pelo grande público, principalmente quando tem relação com a igreja católica, algo que este excelente Spotlight abraça com plena convicção.
O enredo segue um pequeno grupo de jornalistas de Boston que fazem parte da equipe Spotlight, sendo responsáveis pelas investigações mais delicadas e que geralmente envolvem meses de buscas para relatar casos bem complicados. Liderados por Walter Robinson (Michael Keaton), o grupo é formado por Michael Rezendes (Mark Ruffalo), Sacha Pfeiffer (Rachel McAdams) e Matt Carroll (Brian d'Arcy James), membros estes que se debruçam de corpo e alma no novo projeto que envolve o acobertamento de casos de pedofilia envolvendo padres da igreja católica.
O pontapé inicial é dado quando o novo editor chefe Marty Baron (Liev Schreiber) chega na redação, acreditando que o Spotlight deve trabalhar no caso que possui muitas pontas soltas e mal concluídas. A busca por evidências e novos fatos para contextualizar a verdade realça situações que deixam o espectador de queixo caído por diversos momentos, uma vez que a história é fortemente baseada em uma matéria publicada pelo Boston Globre em 2001. A evidências que vão surgindo e ampliando as ocorrências chegam a surpreender, notavelmente pela segregação econômica e seu aproveitamento pelos investigados.
Uma das grandes forças narrativas de Spotlight reside na forma como o diretor procura mostrar a investigação, situando o espectador dentro da redação, nas ruas, nas anotações, sempre demonstrando um jornalismo pontual e como deve ser: moral. Essa aproximação nos permite acompanhar o desenvolvimento da história quase como participantes da redação, uma escolha brilhante do diretor Tom McCarthy.
Com um elenco afinado, uma história linear mas excepcional e sem medo de ser contada, SPOTLIGHT - SEGREDOS REVELADOS surge como um soco no estômago daqueles que tapam os olhos diante de uma realidade cada vez mais evidente, mostra uma instituição que acoberta a dor e a angústia de pessoas que são marcadas pelo resto da vida, simplesmente para não ficar manchada ante a opinião popular. É um filme excelente, que vai direto ao assunto e deixa suas 2h de duração passarem quase despercebidas.
Tocar em assuntos polêmicos que envolvem grandes instituições reais nem sempre são fáceis de serem recebidos pelo grande público, principalmente quando tem relação com a igreja católica, algo que este excelente Spotlight abraça com plena convicção.
O enredo segue um pequeno grupo de jornalistas de Boston que fazem parte da equipe Spotlight, sendo responsáveis pelas investigações mais delicadas e que geralmente envolvem meses de buscas para relatar casos bem complicados. Liderados por Walter Robinson (Michael Keaton), o grupo é formado por Michael Rezendes (Mark Ruffalo), Sacha Pfeiffer (Rachel McAdams) e Matt Carroll (Brian d'Arcy James), membros estes que se debruçam de corpo e alma no novo projeto que envolve o acobertamento de casos de pedofilia envolvendo padres da igreja católica.
O pontapé inicial é dado quando o novo editor chefe Marty Baron (Liev Schreiber) chega na redação, acreditando que o Spotlight deve trabalhar no caso que possui muitas pontas soltas e mal concluídas. A busca por evidências e novos fatos para contextualizar a verdade realça situações que deixam o espectador de queixo caído por diversos momentos, uma vez que a história é fortemente baseada em uma matéria publicada pelo Boston Globre em 2001. A evidências que vão surgindo e ampliando as ocorrências chegam a surpreender, notavelmente pela segregação econômica e seu aproveitamento pelos investigados.
Uma das grandes forças narrativas de Spotlight reside na forma como o diretor procura mostrar a investigação, situando o espectador dentro da redação, nas ruas, nas anotações, sempre demonstrando um jornalismo pontual e como deve ser: moral. Essa aproximação nos permite acompanhar o desenvolvimento da história quase como participantes da redação, uma escolha brilhante do diretor Tom McCarthy.
Com um elenco afinado, uma história linear mas excepcional e sem medo de ser contada, SPOTLIGHT - SEGREDOS REVELADOS surge como um soco no estômago daqueles que tapam os olhos diante de uma realidade cada vez mais evidente, mostra uma instituição que acoberta a dor e a angústia de pessoas que são marcadas pelo resto da vida, simplesmente para não ficar manchada ante a opinião popular. É um filme excelente, que vai direto ao assunto e deixa suas 2h de duração passarem quase despercebidas.
De verdade eu não curti o filme, filme arrastado, lento, não consegui assistir até o final, enfim, não gostei!
filme ótimo. nos faz pensar o quão erramos por querer manter as aparências, negar o que não poderia negar, em vez de atacar o problema, buscando uma solução.
filme de certa forma triste, pois uma instituição que deveria ajudar as pessoas, apenas se preucupa com política e marketing. isso faz com que atrocidades sejam cometidas, e vidas destruídas.
filme de certa forma triste, pois uma instituição que deveria ajudar as pessoas, apenas se preucupa com política e marketing. isso faz com que atrocidades sejam cometidas, e vidas destruídas.
A história é interessante, o tema é atual,se passa na Nova Inglaterra parte católica dos Estados Unidos,mas a forma que a história é contada,o ritmo é muito cansativo,já vi comédias românticas,dramas,se violência ou apelação mas que tem um bom ritmo,causalidade que me prenderam,mas Spotlight é um filme que se arrasta num tema só,sem aquele algo mais que faz a história ficar interessante,é como uma engrenagem sem graxa,funciona mas a engrenagem vai se estragando aos poucos,o filme para mim é um osso duro de roer,uma história mal contada,desisti antes do final,pois estava duro de acompanhar.
ESPETACULAR !!! Uma verdadeira aula de jornalismo e cinema , história se dura realidade , mostra como deve ser uma investigação digna do um jornalista. O elenco é FANTÁSTICO com todos os atores em excelente performance , principalmente Mark Rufalo , sua melhor atuação da carreira , um filme que todos jornalistas deveriam assistir
Spotlight, Oscar 2016, Bom, eu gostei, mas ainda acho O Regresso e Mad Max melhores.
Não foi merecido o prêmio de melhor filme.
Não foi merecido o prêmio de melhor filme.
Simplismente sensacional! A história é de arrepiar e te prende até o final. Triste pensar que o filme é baseado em fatos reais, que acontecem até hoje e que provavelmente nunca irão deixar de acontecer..
Spotlight é a cara do Oscar, filme baseado em fatos reais com um roteiro muito bem feito, sem furos, e um elenco de primeira que sustenta o filme. No entanto, não é o filme para ver duas vezes, nem é o filme que traz algo peculiar para a sétima arte.
Tenso, sufocante e irritante (no bom sentido), Spotlight é um bom filme que conta uma história muito original, e muito complexa. O filme conta com um excelente elenco, que atua excepcionalmente bem. O filme erra na criação forçada de antagonistas e de "personagens bonzinhos", e poderia ser um pouco mais curto, mas é um dos melhores filmes do Oscar.
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