Ninfomaníaca - Volume 2
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3,8
694 notas

49 Críticas do usuário

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Carlos Alberto M.
Carlos Alberto M.

4 seguidores 24 críticas Seguir usuário

1,0
Enviada em 7 de maio de 2019
É um lixo cinematografico um filme doentio e fraco e diretor mais fraco ainda, só adoradores dos filmes fracos que esse diretor tem podem gostar, alias esse diretor só faz filmes chaterrimos, não chega nem perto de diretores como Steven Soderbergh, Martin Scorsese, Sidney Pollack, Clint Eastwood e outros bons diretores que fazem bons filmes, e quando a gente pensa que a coisa não poderia ser pior ela é porwue o diretor colocou como protagonista uma das atrizes mais desinteressantes e feias do cinema.
Renato  S.
Renato S.

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1,0
Enviada em 3 de abril de 2014
Bem, o que falar sobre a Obra ninfomaniaca volume 2? Bem estava lendo as criticas elogiando o primeiro e não dando a mesma intensidade no segundo, tive que concordar, o primeiro foi maravilhoso, os dialogos, o rítimo. tudo. Assisti ambos no cinema do Liberty Mall em Brasília, no primeiro todo mundo com a cara de elogios e quero mais, no segundo pego pessoas dormindo no cinema, e no final muitos com raiva da obra, mas entendo que se tivesse sido um filme somente com uma parte teria mais indgnações possíveis, pois a critica diria o mesmo, se perde na metade. Lars von trier é um diretor de mão cheia obras como Melancholia, Dogville e a mais lírica e poética de todas Dançando no Escuro (pra mim ele nunca mais vai repetir algo tão genioso como nesse) fazem ninfomaniaca volume 2 se parecer um filme perdido. Cadê aquela intensidade do primeiro? Outro ponto que ficou muito irregular foi a transição da atriz que ficou horrível, quando o filho dela faz 3 anos e a mesma envelhece já aquilo tudo, como assim? Ninguém envelhece daquele jeito a transição não ficou bacana. No episódio dos africanos ficamos perdidos, e o final bem melhor deixar pra lá, achei um deboche, ao contrário da depressão que Lars Von Trier quis criar senti um final debochado, no qual Joe não foi levada a sério. Mas teve seus lados positivos; como a banda sonora que ficou bem bacana, e os enquandramentos com cara de obras vivas (coisa que senti falta no primeiro já que ele sempre expõem isso em suas obras) e de resto um fim com cara de deboche de pornochanchada aonde se perde todo o poetismo, o lado líririco da obra e vamos ironizar a obra e terminá-la com ar de Dama da Lotação de Neville de Almeida, cadê aqueles desfechos poéticos de Melancholia e Dançando no Escuro???????? Bem acredito que ficou perdido no primeiro e no segundo mudamos de ponto, mas teve seus pontos positivos, como os citeis aqui, vale para assistir o que acabou levando Joe aquele ponto, bem tem de se assistir né já começou agora temos de saber o por que dela estar ali jogada como um cachorro morto. De obras de Lars Von Trier espera-se o trágico, aqui apenas temos o esperado, a tensão ficou longe e Willem Dafoe com aquele sorrizinho de sempre me lembrou um de seus micos no cinema (Corpo em Evidência) poderia ter tido mais intensidade, já que Uma Thurman foi fabulosa no primeiro (mesmo com uma ponta, roubou a cena, e olha que a acho uma atriz fraca). É isto, se tinha um lado depressivo no final do filme, devo não tê-lo capitado (já espero ser apredejado por muitos defensores da obra), e digo senti somente o deboche de pornochanchadas aonde a obra da metade para o final se perde e os sentido de tudo fica confuso. Bem é isso, bom entretenimento aqueles que vão ver o desfecho de Joe e se preparem para ver um Desfecho a lá Dama da Lotação, Matou a familia e foi ao cinema. Deixo claro que amo as pornochanchadas brasileiras, mas isso não tem haver com Von Trier, deveria ter consultado Nagisa Oshima que fez poesia com Império dos Sentidos. Renato Silva.
Ric Brandes
Ric Brandes

123 seguidores 102 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 25 de março de 2014
Dando sequencia a mais um projeto ousado do polêmico Lars von Trier, que completa a “trilogia da depressão” (com Anticristo e Melancolia), Ninfomaníaca - Volume 2 segue a jornada de Joe, uma mulher diagnosticada como viciada em sexo.

A continuação dessa impactante e sombria história traz excelentes atuações, bom roteiro e muitas surpresas, abordando sem medo ou pudor questões delicadas sobre sexualidade e sociedade.

Nesse segundo volume, a sensualidade dá lugar a violência e destruição, com referências claras a filmes anteriores do diretor. O espectador ficará atônito e chocado ao acompanhar a personagem na busca desenfreada e inconsequente de uma tentativa para recuperar sua sensibilidade, seja como for, doa a quem doer.

Com importantes questionamentos, analogias e contradições, surge a imagem de uma figura perversa e corrompida, que luta contra a hipocrisia social. E no final de sua longa e dolorosa história, fica claro e exposto o retrato de um diretor tão surpreendente e chocante quanto sua obra.

Por Ricardo Brandes
Osnir Sotério
Osnir Sotério

8 seguidores 25 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 25 de março de 2014
Meu pai sempre disse que é muito mais fácil destruir as coisas do que construir e ainda assim há quem valorize aqueles que destroem. Me apropriando da ideia do meu pai de forma análoga aplicada a "Ninfomaníaca", entendo que é muito mais fácil causar repulsa do que ternura, é mais simples mostrar bizarrices do que a verdadeira beleza do ser humano, é mais fácil provocar escuridão do que luz. No entanto, não há dúvida que sempre haverá quem ache esse tipo de obra algo genial. Sempre existirão aqueles, que ainda que subconscientemente, se sentem infelizes e não se satisfariam com a ideia de alguém realmente pode ser feliz de verdade. Sendo assim sempre existirá espaço para os Von Trier da vida fazerem qualquer lixo e serem aplaudidos, contanto que não existam heróis nem mocinhos na história e que todos acabem mal no fim da película. Eu sou fan do ser humano e prefiro ver ressaltadas suas virtudes sobrepondo-se a seus defeitos, porque foi para isso que nascemos. O mundo tem dois lados, ambos verdadeiros, cada um escolhe por que angulo quer enxergar.
Sandro B
Sandro B

13 seguidores 42 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 23 de março de 2014
Um filme excelente. Bons diálogos, ótimo roteiro e um final super interessante! A tônica é o sexo e suas variações e repercussões.
Alessandro M.
Alessandro M.

19 seguidores 2 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 21 de março de 2014
Muito fraco, um dos piores do Lars. É um diretor que quando acerta é em cheio, mas quando erra também.
Fred Coelho
Fred Coelho

9 seguidores 14 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 21 de março de 2014
Ninfomaníaca - Volume 2 tão somente é a continuação da história de Joe e quem não viu o primeiro nem adianta assistir pois não vai entender nada, pois não existe começo só conta com um final surpreendente. Perturbada por seu prazer sexual não ser totalmente saciado a relação entre ela e Jerôme esfria, porém neste meio termo nasce seu filho Marcel. Após este acontecimento e com o marido viajando muito a trabalho ela sente o desejo por algo diferente é quando convida um ''negro'' que morava próxima a sua casa para transar com ela mais para sua surpresa aparecem dois se tornando como disse o critico o ''ménage à trois mais confuso e menos sexy visto nas telonas.'' Não satisfeita ela começa a frequentar seções de sadomasoquismo onde leva chibatadas do personagem K. interpretado por Jamie Bell, neste momento comparações da passagem da bíblia são feitas principalmente quando Joe leva 40 chibatadas quantidade quase que igual a que Jesus Cristo levou em sua crucificação 39. Joe se mostra uma mãe desnaturada deixando Marcel sozinho em casa é quando o menino levanta e quase cai da janela sendo salvo pelo seu pai que chega na hora. Depois do episódio o pai sai de casa levando Marcel. Decida a tentar mudar seu comportamento ela até frequenta seções de grupos que tratam de pessoas viciadas em sexo, porém sem sucesso. Quando conhece L. interpretado por Willem Dafoe ele a apresenta a novo trabalho que mudará sua vida passando a cobrar dividas de homens usando suas técnicas de sedução. L. sugere que ela encontre uma substituta é quando conhece P. uma garota que foi abandonada pelos pais. Ela lhe ensina as técnicas do trabalho e acaba se envolvendo com a jovem. Em uma de suas missões ela percebe que o credor é Jerôme e passa a missão para P. que obtêm exito na tarefa. Entretanto ela se envolve com Jerôme frustando Joe e a levando a tentar mata-lo mais a arma falha na hora e ela acaba apanhando de Jerôme que a humilha transando com P. da mesma forma como havia tirado sua virgindade quando ela tinha 15 anos. É neste momento que ela é encontrada no beco. No fim da trama ela adormece porém Seligman tenta transar com ela que reage. Na sequencia ouve-se um tiro que determina a morte dele. Enfim como postei na crítica do Volume 1 Lars von Trier não produziu uma obra de arte mais com toda certeza ele produziu um filme bom e de qualidade. Recomendo a todos :D
Wil C.
Wil C.

21 seguidores 7 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 20 de março de 2014
Ontem, e fui convidado para ver esse filme, já tinha visto o primeiro, e achei horrível, me deu até sono, porem esse não, nem pra isso serviu. Me disseram que eu não poderia criticar, porque não conhecia o tal de Lars Von Trier , que é o diretor. Pois bem, o google ta ai pra isso, pesquisei.. E Voi La,quem foi Lars Von Trier? Bem..um diretor de cinena, nada de especial, dirigiu vários filmes, como Ondas do destino, Os Idiotas, Manderlay, Anticristo, Dogville, ambos horríveis..foram os que eu assisti..sei que tem outros mas não perderei meu tempo.
Por mais que Lars Von Trier tenha sido um dos criadores do movimento Dogma'95, que prega um cinema mais simples e mais natural (o que a meu ver acho uma excelente ideia por sinal), novamente achei o filme fraco, sem enredo, a estória muito fraca, pobre, nada de tocante, sem começo, nem meio , nem fim. O filme acaba do nada, a meu ver a atriz tenta se curar de uma doença, que esta acabando com a vida dela, e ela não aguenta mais, só isso que captei no filme, não me acrescentou nada de especial, e não, eu não manjo nada de filmes, mas assisto vários e tento prestar muita atenção aos detalhes. Não retratou o que realmente é ser uma ninfomaníaca, alias forçou até demais, como se isso fosse a pior doença do planeta, e conheço muitas pessoas ninfo, que te se satisfazem, e tem uma vida normal. Esse filme nada mais é que um pornô, fraco, arriscaria dizer que não passa de um pornochanchada brasileiro só que gringo, mas não, nem isso chega a ser de tão ruim.
Tio Mário
Tio Mário

7 seguidores 17 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 16 de maio de 2014
Volume 2 é tão somente a continuidade da primeira parte já exibida. Dessa vez Joe conta a parte mais sombria de tua vida, assim o volume 2 já não é mais regado com erotismo mas com muita violência. Joe passa a morar com Jerome mas teus desejos sexuais afogam seu amor, fazendo-a se afastar dele e praticamente abandonar seu filho. Nesse momento o prazer de Joe é ser flagelada, ou seria uma forma de punição pelos seus pecados? O ápice acontece no momento que ela novamente se reencontra, anos depois, com Jerome que tem uma nova amante bem mais jovem que ela, jovem que Joe atirou indiretamente nos braços de Jerome e talvez eela se deu conta do que ela realmente perdeu. O filme nos faz refletir o que acontece quando uma mulher se comporta com atitudes comuns dos homens mas consideradas graves erros quando mulheres tem esse comportamento. A música de de Madonna, What it feels like for a girl caí como uma luva para Joe, esse comportamento só converge para a auto destruição!! Vale muito apena assistir o filme apesar de eu ter esperando por um fim mais emocionante!!
Fran D.
Fran D.

11 seguidores 1 crítica Seguir usuário

3,5
Enviada em 19 de março de 2014
Não compartilho da visão pessimista e catastrófica de Lars Von Trier sobre a humanidade, mas gostei dos poucos filmes que vi dele, e gostei do último. Ninfomaníaca é intrigante e coloca sobre a mesa questões difíceis como por exemplo, quem é mais pervertido: a ninfomaníaca ou o abstêmio? Questões de gênero, sobre autonomia sexual ou da autonomia do sujeito frente ao discurso médico, frente às normas, pululam no filme. Tudo ótimo até que vem a parte dos “Africanos”. Nela, Joe deseja transar com “africanos” que vê próximos a sua casa. Para isso ela contrata um especialista em “línguas africanas” que vai até o grupo e passa o recado. Sim, porque todo mundo sabe o que significa “Fuck” em qualquer canto do mundo, mas um grupo de “Africanos” que moram no mesmo país que ela, de língua inglesa, não sabem o que significa “Fuck”. Resolvido o problema linguístico, ela vai para o quarto com dois “africanos” com os quais não se comunica verbalmente e que discutem entre si em alguma língua que nem ela nem o espectador entendem. É a única parte do filme em que os órgãos sexuais masculinos são mostrado a exaustão, é também os dois únicos personagens com “órgãos sexuais bastante avantajados”. É a eterna imagem do “africano” com extremas capacidades físicas, mas intelectualmente incapaz de saber o que significa “transar” na língua do país em que ele está. A imagem causa ruído no filme porque é inverossímil e racista. Me surpreendeu um diretor do quilate de Lars Von Trier em pleno 2013 recorrer a esteriótipos desse tipo.
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