Ninfomaníaca - Volume 2
Média
3,8
696 notas

49 Críticas do usuário

5
6 críticas
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8 críticas
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Leonardo d.
Leonardo d.

18 seguidores 73 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 1 de janeiro de 2015
Tão medíocre quanto o primeiro. O clímax interessante sugere o que o filme poderia ter sido mas a egolatria de Von Trier não permitiu.
T-Kill
T-Kill

16 seguidores 3 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 27 de dezembro de 2014
Assim como seu filme anterior, esta obra mostra-se claramente algo que não foi feito para ser comercializado. Cenas tão chocantes quanto o volume 1 abordam com ainda mais emotividade a temática da Ninfomania assim como outros vários conflitos da personagem principal, mostrando o quanto ela pode ser considerada uma mulher comum apesar de seu problema atípico. Vê-se também o final surpreendente da trama, o qual choca ainda mais o público, além de expor mais uma vez a questão do preconceito a respeito da sexualidade feminina.
SM.Ms
SM.Ms

9 críticas Seguir usuário

1,5
Enviada em 22 de dezembro de 2014
Mas e ai, spoiler: assim como eram milhares as combinações de cabos de vela no V8, quem morre no final? 1 - Ela o mata; ou 2 - Ela se mata; ou 3 - Ele toma a arma e a mata; ou 4 - Ele toma a arma e se mata,...?
Guillermo M.
Guillermo M.

54 seguidores 103 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 27 de novembro de 2014
A trama deu ênfase a aspectos místicos/fantasiosos, dissonantes da realidade. Além disso, os personagens ficaram muito inconstantes.
Mariana L.
Mariana L.

11 seguidores 4 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 14 de setembro de 2014
Esperava mais do filme. Não mudou muito do primeiro. Muita falação e pouca ação. Final deixou a desejar.
Marcio S.
Marcio S.

108 seguidores 126 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 12 de setembro de 2014
A vontade de Lars von Trier era que a história de Joe fosse um filme de quase cinco horas, porém os produtores não gostaram da ideia e o dividiram em dois. Ele ainda teve que, mesmo contrariado, aceitar cortes em cenas que acharam fortes demais em termos de sexo. Mesmo acontecendo isso tudo, mesmo que percebendo o corte abrupto do final do primeiro filme, o Vol.2 consegue mostrar o quanto von Trier estava certo em não querer dividir, pois o filme é claramente uno e ainda sim é mais um grande acerto na filmografia do diretor.
Joe continua contando a Seligman sobre sua vida. Ela é ninfomaníaca e desde o início da história pediu que Seligman escutasse sem julgamentos. Terminamos o Vol. 1 com o desespero de Joe ao descobrir um problema em si mesma. Agora sua história fica muito mais dura e pode ser que nem todos espectadores consigam não julgá-la.
Lars von Trier que também é o roteirista consegue contar uma história que apesar de ser explicada demais por Seligman levanta questões interessantes. Como levantada pelo próprio Seligman, Joe tem ações que nada se falariam se fossem um homem ("Era uma mulher exigindo seus direitos"). Acaba por mostrar à sociedade machista em que vivemos. Joe tem um problema e é obvio. Se fosse um homem o mesmo seria dito, mas o fato é que muitos iriam achar um comportamento normal para os padrões do sexo masculino. Joe não queria nada além de sexo. Quem quisesse fazer sexo com ela faria. Digamos que ela escolhia seus parceiros e os tinham na mão. Enquanto os homens achavam que estavam no comando, na verdade ela estava no controle.
Pelo o que aconteceu no fim do Vol. 1 Joe busca algo a mais. E assim como uma droga a necessidade por sexo só tende a aumentar, chegando em um ponto que o prazer tem que ser alcançado de forma estúpida e bruta. Quando chega nesse estágio o senso de certo e errado se perde completamente. Testemunhamos atitudes que nos deixam com o coração na mão, mas não podemos julgá-la por seus atos. Joe pede que não haja julgamentos, porém fica cada vez mais difícil para o espectador. Isso passa a ser interessante, pois até que ponto devemos intervir em seu livre arbítrio. Difícil, mas essa questão é válida e nos faz refletir o quanto julgamos no dia-a-dia.
A passagem do tempo na história parece não ser tão bem feita, mas para isso tenho a opinião de que o filme, à medida que, Joe vai contando, é Seligman que reproduz as imagens da maneira que ele quer e então a passagem de Joe jovem para Joe adulta e o mesmo com Jerome, é fruto de como Seligman enxerga os fatos. Até o final sugere um pouco quando von Trier filma com a tela escura.
Ao chegarmos ao final Lars von Trier sugere a vontade de dar um fim a uma sociedade hipócrita, falsa, que diz ser um, mas que na verdade é outro. Um filme muito bom apesar de ter um excesso de metáforas guiadas por Seligman, porém com um discurso com uma essência interessante.
anônimo
Um visitante
3,5
Enviada em 10 de setembro de 2014
A segunda parte narrada,da vida e o drama de Joe.Na segunda parte de Ninfomaníaca,Lars Von Trier,aposta mais em um drama particular,ao invés de mostrar uma quantidade enorme de personagens que o primeiro filme trazia.E chama atenção,pois,a narrativa de Joe,é interessante,e te leva a lugares inimagináveis.O filme te prende por conter um drama familiar único,que foge absolutamente daqueles clichês básicos,e não te deixa descobrir o que irá entrar na outra cena.A atuação de Charlotte Gainsbourg,é bela e delicada.Passando a realidade além das câmeras,e que te leva a sofrer junto,com seus "pequenos problemas".O final,é bem dividido,talvez seja bom,ou ruim.Depende do ponto de vista de cada espectador.
Almir S.
Almir S.

306 seguidores 214 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 17 de agosto de 2014
FRACO. A história melhorou em relação ao volume um, nesse demostrou mais que a moça é uma doente, viciada em sexo e não importa com quem, assim como existem viciados em várias coisas, não ficou somente uma história de uma depravada como mostrado no primeiro filme.
Porém o final é totalmente broxante.
Guilherme S.
Guilherme S.

1 crítica Seguir usuário

0,5
Enviada em 22 de abril de 2014
Tive que lutar contra o sono, vi até o final, quem diz que esse filme é bom é pq gosta de viajar na batatinha junto com o autor. Existem pessoas assim, claro, mas o excessivo diálogo no filme tornou tudo cansativo demais de assistir, diálogos esses que preferem viajar na batatinha nas explicações que mostrar o real sentimento e consequências dessa vida que ela teve, ficaria muito mais rico o filme. Decepcionante. E aproveito a deixa do final do filme em que a tela fica preta e se ouve um tiro, que o velho conseguiu tirar a arma da mão dela e a matou! Sem mais continuações!
Felipe K.
Felipe K.

5 seguidores 3 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 14 de abril de 2014
Impactante, tocante, violento, poderoso. Obra prima! Contextualizado e harmonioso. Um longa que faz refletir (como todo bom drama) sobre as ''mazelas'' e bem aventuranças da vida, polemizando-a ao máximo. Traz a baila uma nova concepção sobre uma das maiores hipocrisias da humanidade, o tabu sexual, ainda que numa de suas manifestações mais raras (ou, não?). Von Trier conduz o assunto de forma natural e prática, explícito embora elegante. Sim! o filme é sensual e também sexual, discutível e prosaico. Prato cheio (dos mais apimentados) pra quem aprecia um bom filme. spoiler: O final é ultrajante!
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