John Wick - De Volta ao Jogo aborda a vida do ex-assassino de aluguel, John Wick (Keanu Reeves), após a perda de sua esposa, Helen, vítima de um câncer fatal. Afetado pelo luto, John se entrega à solidão, até receber em sua casa um cão e uma carta escrita por sua mulher, agora falecida, que entregou o cachorrinho para que os dois pudessem lidar com o período conturbado. A qualidade empregada no filme é notável. O roteiro é um ponto alto, nos entregando uma motivação relevante e ímpar, comparado a outros filmes do gênero. O nível dos coadjuvantes também é positivo e a performance de Keanu Reeves aqui é sensacional. De Volta ao Jogo é um filme que consegue ir além das expectativas. Junto aos elementos já mencionados, entrega uma história bem elaborada e uma motivação que agradou o público e os críticos, uma vez que a obra obteve sucesso nas bilheterias e nas críticas. Apenas com base neste primeiro filme já é possível cravar que tenha conseguido gravar o personagem na história do cinema entre os melhores da ação. Sendo assim, atribuo: NOTA: 99
Filme perfeito no quesito ação e mostra o resnascimento de um ator muitas vezes menosprezado mas que conta com um carisma de poucos. É emblemático em cada diálogo e cada cena. Já virou cult. Imperdível!
Me interessei pelo filme porque o ator que interpreta John Wick é ninguém mais, ninguém menos que Keanu Reeves.
Não curto filmes com muitas cenas de ação, história sem sal e trocas de tiro em que o protagonista é fuzilado sem acertarem um único tiro nele. Não vou mentir, isso acontece aqui, no entanto o longa metragem traz isso com muita classe.
John Wick, um assassino aposentado vai atrás de vingança após ter seu carro roubado e um lindo filhotinho de Beagle morto, esse que foi dado por sua recém falecida esposa. Com um motivo aparentemente banal, a trama é simples e não foge muito de uma história de vingança,
Não espere desenvolvimento de personagem, muito menos plot twists. Em nenhum momento essa é a proposta do filme e, nesse caso, isso é bom.
A vingança é um prato que se come frio. Mais frio ainda é John Wick. Toda a atenção do filme é conquistada por ele. O que ele tem de calmo e misterioso, tem de "bad-ass". Ele é o famoso exército de um homem — sozinho, destrói tudo e todos que cruzam o seu caminho.
As cenas de ação são de cair o queixo. Ele mata vários capangas sem muito esforço enquanto vira piruetas e cambalhotas para desviar-se dos tiros. Acabou a bala? Perdeu a arma? Que diferença faz? John Wick é bom de briga.
Algo muito interessante, é que Keanu Reeves, já conhecido pela sua entrega nos filmes que participa, chegou a treinar 8 horas por dia durante 4 meses para não usar dublês nas cenas. O resultado foi uma atuação impecável.
Algo que também gostei bastante no filme foi a direção de arte. A maior parte dos cenários são envoltos em luzes de neon, deixando mais bonitas as cenas em que John mostra toda a sua bravura.
Eu poderia escrever mais e mais o quanto Wick é o bichão, mas vou deixar que o filme explique para você:
"Chamam ele de Baba Yaga. Mas John não era exatamente o bicho papão, era o homem que nos mandávamos para matar o bicho papão. Eu já vi ele matar três homens no bar com um lápis. Uma droga de um lápis!"
Com a direção de Chad Stahelski, e uma co-direção de David Leitch, De volta ao jogo (John Wick), tinha de tudo pra ser um bom filme historicamente decente. O filme até que começa muito bem e John Wick (Keanu Reeves) parecia ser um personagem bastante interessante. Mas o que vemos aqui é um longa que se perde completamente em meio a ação repetitiva e violência gratuita.
Particularmente a direção se sai bem nas cenas de ação, que foram bem filmadas e são bastante precisas, assim como as cenas de combate corpo a corpo, que também foram muito bem coreografadas, perspectivamente. A trilha sonora escolhida é mediana, proporciona numa certa contribuição em alguns momentos de tensão, embora as vezes, seja utilizada desnecessariamente. A fotografia do filme também é muito boa. Até aqui tudo bem, mas o problema é que depois de meia hora de duração, a ação desenfreada acabou deixando o filme cansativo demais e arrastado, dando aquela sensação de que 30 minutos já era o suficiente.
Mas é perceptível que o filme apela apenas pra ação - no sangue jorrando excessivamente na tela(provavelmente pra justificar a classificação indicativa), e eles não deram a mínima pro roteiro. Como eu disse na introdução acima, em relação ao ‘’poderia ter tido sido um bom filme historicamente decente’’ é justamente pelo fato da historia, que inicialmente parecia bem original e interessante, ser descartada completamente, e o que tivemos foi um roteiro ruim, previsível, com textos expositivos. Os personagens da trama também são fracos e tampouco desenvolvidos. Até mesmo o protagonista principal, interpretado por Keanu Reeves, não possui ,absolutamente, nenhum desenvolvimento ao longo do filme, a não ser, agir como uma máquina de matar o tempo inteiro e ser imune a balas, algo que torna irrealista a situação e acaba tirando todo o senso de perigo do personagem, quanto a sua exposição.
Em suma, De volta ao jogo é um filme ruim, violento, violento até demais. "Típico filme de ação sessão da tarde", pra quem gosta de ver violência exagerada.
Começa bem , dando a entender que se trata de um filme de ação do estilo “sem parar” mas após uns 35 minutos transforma-se simplesmente num vídeo game onde o personagem principal dispara tiros incessantemente contra dezenas e dezenas de adversários , como se o espectador tivesse o comando do game e usasse muitas vidas para eliminar os atiradores inimigos . Nesse ritmo de vídeo game segue até o fim com um “game over” previsível .
Para todos os efeitos, um ótimo filme de ação. Keanu Reeves foi esperto o bastante para seguir os passos de Liam Neeson e se reinventar como astro de ação, sem perder seus fãs antigos, mantendo-os encantados com seu calculado ''bom samaritanismo". Quanto às suas habilidades performáticas, bom, qualquer pessoa que tenha o mínimo de bagagem em termos de atuação cinematográfica, sabe que elas são limitadas, sendo bem gentil. Mas o roteiro e direção são perspicazes o bastante para transformar as óbvias limitações de seu protagonista em um trunfo do filme. A inexpressividade de Reeves cai como uma luva no personagem, um ex-hitman dotado de habilidades quase sobre humanas que, após perder seu último vínculo afetivo genuíno, parte em uma trilha de sangue em busca de vingança. John Wick é tudo o que um fã raiz de ação espera : Muito tiro, porrada, bomba, sangue, em sequências brilhantemente coreografadas por uma equipe de dublês de se tirar o chapéu. O aspecto teatral das lutas pode ser incômodo para alguns, mas creio que essa impressão seja inevitável devido a natureza farsesca de toda coisa. Aqui, a ação é como uma dança, um espetáculo minunciosamente ensaiado para ter o efeito certo, no momento certo, com os objetivos certos. Por isso, quem for esperar um filme de ação mais ''raw'' ao melhor estilo anos 80, pode se decepcionar com o aspecto clean da coisa toda. É uma semi sátira desse já tão saturado gênero, uma ode à um pseudo cinema cru, desnudado de afetações de tendências culturais modernas, mas ao mesmo tempo um bom aperitivo de um novo jeito de filmar ( nesse caso, principalmente cenas de ação ) na sétima arte. Uma boa criatura esquizofrênica. Para todos os efeitos, um ótimo filme de ação.
Um filme de ação, ponto, não é muito o meu gênero, mas avalio sem preconceitos :| . Apresenta os bons clichês de filmes de ação de vingança, mas Keanu dá uma leveza ao personagem, franzino, foge ao estereótipo do protagonista de filmes de ação, o filme tem um toque de comédia também, o que o torna interessante. Enfim, há que se assistir com os olhos de que se está assistindo um filme de ação, e ponto.
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