John Wick - De Volta ao Jogo: Críticas - Página 10
John Wick - De Volta ao Jogo
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Luiz Cristiano
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5,0
Enviada em 5 de fevereiro de 2021
Filme perfeito no quesito ação e mostra o resnascimento de um ator muitas vezes menosprezado mas que conta com um carisma de poucos. É emblemático em cada diálogo e cada cena. Já virou cult. Imperdível!
Me interessei pelo filme porque o ator que interpreta John Wick é ninguém mais, ninguém menos que Keanu Reeves.
Não curto filmes com muitas cenas de ação, história sem sal e trocas de tiro em que o protagonista é fuzilado sem acertarem um único tiro nele. Não vou mentir, isso acontece aqui, no entanto o longa metragem traz isso com muita classe.
John Wick, um assassino aposentado vai atrás de vingança após ter seu carro roubado e um lindo filhotinho de Beagle morto, esse que foi dado por sua recém falecida esposa. Com um motivo aparentemente banal, a trama é simples e não foge muito de uma história de vingança,
Não espere desenvolvimento de personagem, muito menos plot twists. Em nenhum momento essa é a proposta do filme e, nesse caso, isso é bom.
A vingança é um prato que se come frio. Mais frio ainda é John Wick. Toda a atenção do filme é conquistada por ele. O que ele tem de calmo e misterioso, tem de "bad-ass". Ele é o famoso exército de um homem — sozinho, destrói tudo e todos que cruzam o seu caminho.
As cenas de ação são de cair o queixo. Ele mata vários capangas sem muito esforço enquanto vira piruetas e cambalhotas para desviar-se dos tiros. Acabou a bala? Perdeu a arma? Que diferença faz? John Wick é bom de briga.
Algo muito interessante, é que Keanu Reeves, já conhecido pela sua entrega nos filmes que participa, chegou a treinar 8 horas por dia durante 4 meses para não usar dublês nas cenas. O resultado foi uma atuação impecável.
Algo que também gostei bastante no filme foi a direção de arte. A maior parte dos cenários são envoltos em luzes de neon, deixando mais bonitas as cenas em que John mostra toda a sua bravura.
Eu poderia escrever mais e mais o quanto Wick é o bichão, mas vou deixar que o filme explique para você:
"Chamam ele de Baba Yaga. Mas John não era exatamente o bicho papão, era o homem que nos mandávamos para matar o bicho papão. Eu já vi ele matar três homens no bar com um lápis. Uma droga de um lápis!"
Com a direção de Chad Stahelski, e uma co-direção de David Leitch, De volta ao jogo (John Wick), tinha de tudo pra ser um bom filme historicamente decente. O filme até que começa muito bem e John Wick (Keanu Reeves) parecia ser um personagem bastante interessante. Mas o que vemos aqui é um longa que se perde completamente em meio a ação repetitiva e violência gratuita.
Particularmente a direção se sai bem nas cenas de ação, que foram bem filmadas e são bastante precisas, assim como as cenas de combate corpo a corpo, que também foram muito bem coreografadas, perspectivamente. A trilha sonora escolhida é mediana, proporciona numa certa contribuição em alguns momentos de tensão, embora as vezes, seja utilizada desnecessariamente. A fotografia do filme também é muito boa. Até aqui tudo bem, mas o problema é que depois de meia hora de duração, a ação desenfreada acabou deixando o filme cansativo demais e arrastado, dando aquela sensação de que 30 minutos já era o suficiente.
Mas é perceptível que o filme apela apenas pra ação - no sangue jorrando excessivamente na tela(provavelmente pra justificar a classificação indicativa), e eles não deram a mínima pro roteiro. Como eu disse na introdução acima, em relação ao ‘’poderia ter tido sido um bom filme historicamente decente’’ é justamente pelo fato da historia, que inicialmente parecia bem original e interessante, ser descartada completamente, e o que tivemos foi um roteiro ruim, previsível, com textos expositivos. Os personagens da trama também são fracos e tampouco desenvolvidos. Até mesmo o protagonista principal, interpretado por Keanu Reeves, não possui ,absolutamente, nenhum desenvolvimento ao longo do filme, a não ser, agir como uma máquina de matar o tempo inteiro e ser imune a balas, algo que torna irrealista a situação e acaba tirando todo o senso de perigo do personagem, quanto a sua exposição.
Em suma, De volta ao jogo é um filme ruim, violento, violento até demais. "Típico filme de ação sessão da tarde", pra quem gosta de ver violência exagerada.
Começa bem , dando a entender que se trata de um filme de ação do estilo “sem parar” mas após uns 35 minutos transforma-se simplesmente num vídeo game onde o personagem principal dispara tiros incessantemente contra dezenas e dezenas de adversários , como se o espectador tivesse o comando do game e usasse muitas vidas para eliminar os atiradores inimigos . Nesse ritmo de vídeo game segue até o fim com um “game over” previsível .
Para todos os efeitos, um ótimo filme de ação. Keanu Reeves foi esperto o bastante para seguir os passos de Liam Neeson e se reinventar como astro de ação, sem perder seus fãs antigos, mantendo-os encantados com seu calculado ''bom samaritanismo". Quanto às suas habilidades performáticas, bom, qualquer pessoa que tenha o mínimo de bagagem em termos de atuação cinematográfica, sabe que elas são limitadas, sendo bem gentil. Mas o roteiro e direção são perspicazes o bastante para transformar as óbvias limitações de seu protagonista em um trunfo do filme. A inexpressividade de Reeves cai como uma luva no personagem, um ex-hitman dotado de habilidades quase sobre humanas que, após perder seu último vínculo afetivo genuíno, parte em uma trilha de sangue em busca de vingança. John Wick é tudo o que um fã raiz de ação espera : Muito tiro, porrada, bomba, sangue, em sequências brilhantemente coreografadas por uma equipe de dublês de se tirar o chapéu. O aspecto teatral das lutas pode ser incômodo para alguns, mas creio que essa impressão seja inevitável devido a natureza farsesca de toda coisa. Aqui, a ação é como uma dança, um espetáculo minunciosamente ensaiado para ter o efeito certo, no momento certo, com os objetivos certos. Por isso, quem for esperar um filme de ação mais ''raw'' ao melhor estilo anos 80, pode se decepcionar com o aspecto clean da coisa toda. É uma semi sátira desse já tão saturado gênero, uma ode à um pseudo cinema cru, desnudado de afetações de tendências culturais modernas, mas ao mesmo tempo um bom aperitivo de um novo jeito de filmar ( nesse caso, principalmente cenas de ação ) na sétima arte. Uma boa criatura esquizofrênica. Para todos os efeitos, um ótimo filme de ação.
Um filme de ação, ponto, não é muito o meu gênero, mas avalio sem preconceitos :| . Apresenta os bons clichês de filmes de ação de vingança, mas Keanu dá uma leveza ao personagem, franzino, foge ao estereótipo do protagonista de filmes de ação, o filme tem um toque de comédia também, o que o torna interessante. Enfim, há que se assistir com os olhos de que se está assistindo um filme de ação, e ponto.
Apesar de contar com um elenco de atores como Ian Mcshane, Willem Dafoe e keanu Reeves, ator principal, que aliás deixa muito a desejar nas cenas de luta. Quem recorda Matrix, lembra que embora que meio robótico, seus movimentos de luta eram bem elaborados. O que não ocorre em John Wick, movimentos de luta toscos, muito artificiais e pra não dizer ilógico. Numa perseguição com tantos agentes armados partirem para luta corpo a corpo e não conseguirem ferir John Wick. Considero positivo os motivos da vingança, entretanto a história é também algo negativo, peca em não responder de forma suscinta o motivo da morte de sua esposa. Como um homem capaz de eliminar tantos adversários, pode ser facilmente rendido e espancado dentro da própria casa? Como seus instintos e habilidades para prever o perigo, dar tiros com precisão não o permitiu ao menos reagir?
Chama atenção o modo que ele anda pelas ruas tranquilamente, sem demonstrar precaução, sem vigilância, mas é John Wick, aliás é muito forçada a relevância que dão ao nome. Alguém tão temido assim, teria que ter menos exposição.
Acredito que o objetivo foi chocar o público, com tanta violência e tiros a queima roupa, ainda que de forma absurda. Irreal e tosca.
Lembro-me de Jason Bourne, ex-assassino que reúne todas as qualidades que John Wick deveria ter, dado o contexto e mitos criados acerca do personagem.
Ação é um gênero cinematográfico bastante importante e presente nos cinemas desde sempre,certos artifícios são bem ruins e vieram se popularizando com o tempo,por exemplo temos o constante uso da câmera tremida e dos excessos de cortes,algo que o Micael Bay faz bastante,mas aqui felizmente temos uma precisa direção que sabe fazer ação como poucos.A direção do filme é da dupla David Leitch e Chad Stahelski,ambos eram dublês e portanto conhecem bem as artimanhas para filmes do gênero,temos então uma direção segura,com movimentos com a câmera sutis e um movimento fluido e sem apelação de cortes,o protagonista é enaltecido a todo momento com cenas muito divertidas e bastante sangue.Mas nem tudo são flores,o roteiro do filme tem até uma certa lógica em alguns momentos,mas ele tem como fio propulsor uma desculpa bem mais ou menos,além disso temos facilitações de roteiro bem visíveis que quebra as vezes a seriedade da cena.Temos aqui também mais um diferencial para um filme,temos claros exemplos dos personagens "Fodões" em filmes do estilo,e John Wick acerta em cheio com Keanu Reeves,o cara tem uma presença e um carisma absurdo,você vê o quão difícil de derrubar ele é só pelos diálogos,o ator se empenha também nas coreografias e se mostra à vontade com o papel,vemos também seu lado humano e frágil do John o que é sempre bom.John Wick De Volta ao Jogo não é tem um grande roteiro mas tem um protagonista ultra carismático,é muito bem dirigido e é muito divertido.
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