John Wick - De Volta ao Jogo: Críticas - Página 13
John Wick - De Volta ao Jogo
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Birovisky
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3,0
Enviada em 27 de junho de 2017
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Quando assisti ao primeiro John Wick não “dáva 1 real” pro filme, e me surpreendi com tamanha destruição e ação objetiva que o filme propunha, lembrando os áureos e inesquecíveis anos 80 e começo dos 90, mesclando brucutu com a classe e finesse das máfias. Estava na seca para assistir sua continuação, uma vez que de forma unânime galera falando bem, fossem amigos ou a Internet, até os que nem curtem muito o gênero rasgando elogios. Confiram a “rezenha” crítica de John Wick: Um Novo Dia Para Matar.
Neste segundo, temos uma continuação direta do primeiro, praticamente uma sequência do final. Não que isso vá atrapalhar a quem não assistiu seu antecessor, com o desenvolvimento do segundo filme, muita coisa é compreendida sem precisar refletir ou preocupar-se com os rastros do primeiro.
Após recuperar seu carro, John Wick (Keanu Reeves) acredita que enfim poderá se aposentar. Entretanto, a reaparição de Santino D’Antonio (Riccardo Scarmacio) atrapalha seus planos. Dono de uma promissória em nome de Wick, por ele usada para deixar o posto de assassino profissional da Alta Cúpula, Santino cobra a dívida existente e insiste para que ele mate sua própria irmã, Gianna (Claudia Gerini).
Quando falamos em Alta Cúpula e Hotel Continental somos obrigados a nos ajoelhar e agradecer, que ambientação e linha temporal foda que criaram para esta franquia. Esta Alta Cúpula nada mais é que a organização e suas leis que gerem o mercado de homicídios por encomenda e o Hotel o “Pit Stop” para seus prestadores de serviços encontrarem-se profissionalmente e realizarem negócios.
Coincidentemente três atores da série Deuses Americanos (confiram aqui “rezenha”) estavam no filme, e com os seus devidos destaques e pesos artísticos dando um show de interpretação caricata como sempre, só não irei revelar quem! ksksksk
O mito Franco Nero também está nesta sequência, para quem não sabe, ele é uma das figuras mais emblemáticas dos clássicos filmes de faroeste, e seu papel é de extrema importância para a obra.
Uma cena em especial com o ator prova o quanto capricharam nesta sequência, transformando um filme de ação em algo além do que um esquecível e simples filme de ação, onde ele questiona John Wick se estava em Roma para matar o Papa. Isso é muito emblemático a forma como contracenam, e o respeito entre os personagens dentro do Continental é sensacional, nos remete às histórias em quadrinhos mais sanguinárias ou àquele tipo de filme “tarantinesco” que tanto ansiamos todo ano.
As cenas de tiroreio podem lhe dar uma labirintite daquelas, no bom sentido. Mesmo sendo algo inconcebível, o diretor consegue milimetricamente transformá-las em realidade, ou muito perto disso com John Wick acertando todos ou quase todos os tiros na cabeça dos adversários, é insano a forma como as sequências de tiros são rodadas. De deitado no sofá, eu fui levantando aos poucos, no final estava grudado na TV atento a todos os detalhes.
As cenas de luta também foram transformadas em algo meio real, com movimentos próximos do ser humano sem nenhum filtro ou efeito especial, apenas enquadramentos muito bem gravados. A direção deste filme foi fantástica.
É a primeira vez que vejo um filme de brucutu com pegada mafiosa preocupado com movimentos de luta e tiros que tentam passar uma realidade ao telespectador e com qualidade, e John Wick: Um Novo Dia Para Matar conseguiu esta façanha muito bem, e o melhor com uma qualidade fotográfica fora do comum, que destoa de qualquer outro de ação recente (com exceção do Mad Max: Estrada da Fúria).
Minha nota é 4/5.
E você já assistiu o filme? Conte-nos para saber sua experiência. O seu comentário é a alma do Blog.
Optei por assisti-lo imaginando ser um filme de suspense, mas é apenas mais um daqueles filmes que o protagonista perde alguém que ama e fica recluso da vida, até alguém mexe com ele e sai em busca de vingança. Esse é o roteiro de milhões de filmes americanos. Apesar disso, até que gostei, embora o filme seja meio cômico com algumas cenas, de tão absurdas que são...
Keanu torna o filme muito bom. tem muito para ser um filme de ação popular e sem sal, mas o conjunto da obra agrada pelas cenas de ação e o roteiro, que apesar de conter alguns cliches e certa previsibilidade, bem simples e montado.
Grande diversão, com o rei dos filmes de ação. Wick é um gangster letal, mas por amor abandona a vida de crime, após realizar tarefas impossíveis. para azar do seu ex-patrão, o filho se mete a roubar o carro e o cão dado a ele pela esposa de Wick antes de morrer vitimada por uma doença fatal. Wick vai as últimas consequências para se vingar, com muita ação, música vibrante e ritmo de game. Assisti novamente para alinhar com a continuação que teve estréia nesta semana.
Com a onda de sucesso dos filmes de super-herói, adaptações em live-action e filmes carregados de CGI, hoje em dia é bem difícil achar um filme de ação puro, com cenas físicas e reais com coreografias de movimentos, como em “Duro de Matar” por exemplo. Portanto se você sente falta desses filmes, então “John Wick” (que por algum motivo se chama “De Volta ao Jogo” no Brasil) é a pedida perfeita. O filme tem um enredo básico, John Wick era um dos melhores assassinos do mundo e se aposentou para ficar com sua mulher. Após a trágica morte dela, ele fica abalado, e depois de ser assaltado e perder algo muito importante para ele dado por sua esposa, ele decide voltar a ativa para poder saciar sua sede de vingança. A premissa é simples e direta porém possui camadas suficientes para sustentar o interesse na trama, como a reputação que John tem com outros no ramo em que ele é chamado de “Bicho Papão” devido a sua alta experiência em matar, as regras que essa sociedade tem, seu passado com personagens secundários da trama e um vilão bem intimidante. E o mais importante num filme como esses, você entende a motivação do protagonista, você torce por ele a todo momento, e mesmo ele sendo muito experiente ele comete seus erros, tornando ele uma máquina de matar porém ainda humano. E Keanu Reeves está excelente no papel, carismático e cheio de energia é com certeza uma de suas melhores interpretações. O resto do elenco também cumpre seu papel muito bem, destaque para Willem Dafoe como um assassino amigo de John e Michael Nyqvist como o vilão do filme. Portanto se tudo envolvendo o enredo funciona, então a ação só fica melhor, pois quando ela acontece, acredite, o bicho pega bonito. São coreografias longas e insanas de ação, muito violentas, carregadas de adrenalina, muito bem editadas e fáceis de se acompanhar, fora que Keanu Reeves faz praticamente todas as cenas de ação pra valer, e ver o ator principal fazendo a ação é muito bom. Algumas cenas são memoráveis, principalmente a cena da boate, que fez o meu queixo cair de tão boa. "John Wick” é um dos melhores filmes de ação dos últimos anos, pois é regado de cenas marcantes e uma história bem eficiente para dar motivo a todo tiroteio e porradaria. Recomendo fortemente a fãs do gênero e mal posso esperar para o 2º filme em 2017.
Um filme tipico de ação, historia fraca e nem um pouco original, e com boas cenas, digo que não é um tipo de filme para quem procura um bom enredo e uma boa história ou um filme que fará usar a cabeça para entender sua história, simplesmente um filme com boas cenas de ação, e digo que algumas parecendo ter vista em outros filmes.
Oque aprendi com esse filme? JAMAIS mexa com o carro e o cachorro de alguém...kkkkk.
Mas serio, gostei da ação desconstraida do filme, a forma como é criado o mito ao redor das ações passadas do Neo (ops... John Wick). Tipo você começa o filme sabendo que ele é f**a, mortal, o "escolhido".
As cenas de tiro e perseguição são épicas, mantendo a adrenalina. Recomendo para quem quer assistir um filme para se divertir sem se preocupar com o desenvolvimento da historia ou a trama em si.
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