Não recomendado para menos de 14 anos
1900. Célestine (Léa Seydoux), uma jovem camareira que é muito cobiçada por sua beleza, acaba de chegar de Paris para trabalhar para a família Lanlaire. Enquanto foge dos flertes de seu patrão, ela deve lidar com a rigorosa personalidade de Madame Lanlaire (Clotilde Mollet), que governa o lar com punho de ferro. Ao mesmo tempo, Célestine conhece Joseph, um misterioso jardineiro com ideias políticas subversivas.
3,5
Bom
Diário de uma Camareira
Novas formas de subversão
por Bruno Carmelo
A jovem criada Célestine chega a uma nova casa de família. Logo, ela é explorada sexualmente pelo patrão, manipulada e maltratada pela patroa, desprezada pelas colegas de profissão. Em seu passado profissional constam a morte de um patrão em circunstâncias suspeitas, e a recusa de se submeter aos caprichos da elite.
Esta história foi fonte de escândalo no livro original, publicado por Octave Mirbeau em 1900. A trama também deu origem a uma obra pouco conhecida de Jean Renoir, e outra mais famosa, por Luis Buñuel, cujo gosto pelo surrealismo se adequava perfeitamente à crônica dos valores morais da burguesia. Agora, em pleno século XXI, chegou a vez de Benoît Jacquot se apropriar desta mesma história, tentando trazê-la para os tempos modernos.Hoje, no entanto, cenas de sexo entre patrões e empregados ou insinuações do prazer sexual feminino não chocam (quase) ninguém. Ao invés de buscar n
Ler a crítica
2:05
2:05





8 Notícias e Matérias Especiais
O filme retrata a vida de uma camareira que pasta nas mãos das patroas e nos desejos sexuais dos patrões e assim não para em emprego algum. Numa última tentativa Célestine vai trabalhar numa casa no interior e se envolve numa trama para roubar seus patrões. Mesmo com Léa Seydoux e Vincent Lindon nos papéis principais o filme é fraco e arrastado.
Independente da ideologia política que se possa ter, é sabido que a classe trabalhadora é explorada pela classe dos patrões – que muitos preferem chamar de burguesia – já há muitos séculos e do desejo da primeira se libertar da segunda. Porém esse desejo de liberdade, não raro, leva a confrontos entre as duas classes que, por sua vez, pode levar a extremismos e violência de ambas as partes como, infelizmente, estamos vendo ...
Leia Mais
Leia Mais
Com Léa Seydoux e um roteiro que retrata muito bem o que a classe "operarária" vive em residências, este filme sem dúvida é um dos melhores que assisti....não só pelas belas atuações mas também por seu final que não ousa submeter-se ao mais do mesmo.....Diário de uma Camareira é um filme para quem gosta de realidades sem perder o tom do bom senso. Adorei !!!!
Outra atriz cogitada
Inicialmente, o diretor queria Marion Cotillard para o papel de Celestine. Essa seria a segunda vez que a atriz interpretaria uma personagem anteriormente desempenhada por Jeanne Moreau. Cotillard interpretou a versão mais jovem de Moreau em Lisa (2001) e Jeanne interpretou Celestine em Diário de Uma Camareira (1964).
Festivais e Prêmios
Exibido no Festival de Berlim 2015.
Nacionalidades
França,
Bélgica
Distribuidor
Mares Filmes
Ano de produção
2015
Tipo de filme
longa-metragem
Curiosidades
2 curiosidades
Orçamento
-
Idiomas
Francês
Formato de produção
-
Cor
Colorido
Formato de áudio
-
Formato de projeção
-
Número Visa
-
Mais filmes : Melhores filmes do ano 2015, Melhores filmes Drama, Melhores filmes de Drama de 2015.