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Anderson A
29 seguidores
87 críticas
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3,0
Enviada em 5 de agosto de 2015
Diferente de todos que já assisti, a idéia é muito boa a atuação do Tom Hardy é excelente, mas o filme é muito arrastado, mesmo tendo uma bela mensagem. Tom tá realmente se destacando cada vez mais. Vi também algumas falhas e uma delas está exatamente na roupa que ele entra no carro que derepente é outra completamente diferente.
Dependendo diretamente de uma excelente performance e inteligente roteiro para não ser monótono, Locke consegue (mas por pouco) ser uma experiência diferente e prazerosa
É preciso apreciar a coragem que existe por trás de fazer um filme como Locke. Tiro meu chapéu para Steven Knight, diretor e escritor desse experimental e original longa inglês. Porque? O filme todo se passa em um carro. Isso mesmo. Quer mais? Há apenas um homem no carro, ou seja, todos as falas do filmes ou são diálogos que ocorrem pelo telefone ou são monólogos. Sim, é isso mesmo. Um dos filmes odiados e adorados por muitos ao mesmo tempo, Locke é algo que vale a pena ver, nem que seja para matar a curiosidade de como diabos foi executado. Ivan Locke (Tom Hardy, que consolida nesse filme seu talento, carregando nas costas o filme) é um homem que vai ter sua vida virada de ponta cabeça em uma hora e meia. Ao ter que abandonar seu trabalho para uma tarefa desconhecida, Locke se vê preso em conflitos com sua família, seu chefe e seus próprios demônios pessoais, tudo isso em um carro e toda a história se desenvolvendo e sendo explicada por meio de telefones que Locke faz ou recebe. Possivelmente uma metáfora sobre como pode haver problemas nos lugares menos suspeitos (nunca se sabe como é a vida em outros carros, o que esta acontecendo com as pessoas dentro dele, como são suas vidas e quais são seus problemas mas sempre assumimos que o outro é banal, pacato e nós somos originais, diferentes, nós temos muitos problemas e os outros só estão vivendo sua calma vida enquanto eu batalho para viver a minha) e sobre como cada pessoa tem problemas, Locke é algo que vale a pena ser visto. O que motivou a ver esse filme foi o seu conceito, o fato de Tom Hardy ser o protagonista e sua nota incrivelmente alta no site Rotten Tomatoes. Valeu a pena. O diretor faz o que pode com o obviamente limitado espaço que ele tem para inovar mas como roteirista, oferece uma curiosa e extremamente original forma de contar uma história, possivelmente criando um novo paradigma para algumas batidas versões de storytelling. Apesar de tudo isso, Locke é sim um filme que exige paciência do espectador, mas, caso este ofereça esta para o filme, será bem recompensado.
Maravilhoso,É aquele filme que faz você tirar ótimas lições,dos seus erros e escolhas... Fiquei pensando,como uma profissão tão ''comum'' pode ser tão emocionante ?
“Locke”, filme dirigido e escrito por Steven Knight, é uma obra muito interessante. A história se passa durante uma viagem que o personagem que dá título ao filme (interpretado por Tom Hardy) faz da cidade onde ele mora, no interior da Inglaterra, até a capital londrina, onde ele passará por uma situação que mudará toda a sua vida e tudo aquilo pelo qual ele batalhou todos esses anos.
Algo tão definidor tinha que ocorrer naquele que é o momento mais importante da vida de Ivan Locke. Nas vésperas do maior desafio de sua carreira, um telefonema tem o poder de mudar tudo – em todas as suas esferas de vida (profissional e familiar). É importante prestar atenção, diga-se de passagem, a esse meio de comunicação, pois, por meio dele, vemos Locke interagir com as diversas pessoas que fazem parte de sua vida, o que faz com que a gente conheça um pouco mais sobre o background do personagem, bem como possamos ter uma noção sobre a delicadeza do momento que ele vive e o por quê de tanta apreensão e nervosismo vindos do seu olhar.
De uma certa maneira, “Locke” lembra muito “Por um Fio”, suspense dirigido por Joel Schumacher, no sentido de que, durante os filmes, ambos os protagonistas interagem com um telefone, na medida em que vão desenrolando os momentos pivotais de suas existências. As semelhanças não param por aí. Ambos os filmes são estrelados por (então, no caso de Colin Farrell, ator principal do longa de Schumacher) jovens atores talentosos em pleno crescimento em sua carreira.
Por isso mesmo, o grande ponto de destaque de “Locke” é a atuação de Tom Hardy. Durante os 84 minutos de duração desse filme, a câmera de Steven Knight focaliza todo o seu olhar para ele. É em torno de Ivan Locke e da incerteza e da angústia que ele se sente em torno do futuro da vida que ele construiu que gira toda a trama do filme. É dele a responsabilidade completa de nos passar todas as sensações que estão envolvidas naquele determinado momento de sua vida. Ou seja, Hardy tem o papel de carregar o filme completo em suas costas. E o trabalho dele, aqui, é notável. Uma obra que mostra o grande ator que ele é.
Esse filme é único. O sentimento que ele transmite é incrível.... O engraçado é que praticamente nem precisa ver o filme ..da pra assistir ouvindo ..pois acho que essa foi a ideia ....
Ivan Locke é um cara normal , com um trabalho uma família até que comete um deslize na vida e por causa desse deslize tem todo o desenrolar do filme que passa somente no carro , é quase um monologo. Um bom filme ....
É impressionante como uma ideia de tamanha simplicidade como é a de Locke, pode revelar-se um filme tão eficiente e fascinante. A trama desenvolve-se em um único ambiente (porém em vários ângulos) - dentro de um carro. Como todo mundo já sabe, Hardy é o único intérprete do filme e sinceramente é ele quem torna a película tão instigante. O que mais impressiona é que em um ambiente tão pequeno, sua atuação mostra uma gravidade absurda à trama, a única interação que Hardy faz em todo o filme é através do telefone integrado do carro pelo volante. A trama então parte por meio das ligações que Locke faz, com essas ligações ele tem que lidar com situações distintas e em cada ligação existe subtramas e, isso, é muito bem orquestrado pelo diretor e roteirista. Locke é um filme de premissa simples, mas é cheia de analogias e conta ainda com uma ótima atuação de Tom Hardy. Uma experiência mais que satisfatória.
Prevejo que daqui uns anos, Tom ganhará um Óscar. Cada vez melhor. Sobre o filme, você fica preso para saber mais desse homem que está dentro de um carro tentando resolver os problemas. Você sente uma aflição querendo saber se vai dar tudo certo Recomendo!
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