Ben-Hur
Média
3,8
660 notas

92 Críticas do usuário

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Fausto de Oliveira
Fausto de Oliveira

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5,0
Enviada em 11 de abril de 2020
Excelente filme !!! Ums grande demonstração de vingança e perdão, um dos meus filmes preferidos. Vale a pena assistir
Silvia R.
Silvia R.

3 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 29 de agosto de 2016
Lindo. Impossível não comparar com a versão de 1960, essa que sem dúvida é insuperável, mas o remake vale a pena!
Georges E.
Georges E.

1 crítica Seguir usuário

3,0
Enviada em 27 de março de 2025
É um filme razoável para quem não conhece a história ou não viu o clássico com Charlton Heston, mas existe uma lacuna em como Ben Hur.consegue os meios para retornar a Jerusalém - que é bem mostrada no filme mais antigo, e que é o grande "plot-twist" de toda a trama. Simplesmente cortaram 5 ou 10 minutos que mudam a perspectiva do espectador e dão coerência à narrativa.
Cecilia Teresa M.
Cecilia Teresa M.

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 10 de abril de 2020
Fantástico para assistir em clima de páscoa. Para refletir sobre a pratica do spoiler: perdão e amor, contra o orgulho que tanto nos envenena.
Carlos E.
Carlos E.

2 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 5 de setembro de 2016
Muito bom

Vale muito a pena assistir, história emocionante.
Foi um filme menos falado, porém com uma história bem construída
Lucas T.
Lucas T.

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 17 de maio de 2020
Ben Hur “remake” é a prova viva que não devemos nos pautar pelos críticos.
Não sou um grande fã de “remakes”, salvo casos isolados, eles nunca impressionam como os originais.
Ben Hur é um desses casos isolados.
Embora o filme de 59 seja genial, superlativo, certamente o filme de 2016 tinha um missão muito difícil em superar o icônico de 1959, e de fato não o fez.
Mas diferente do publicado exaustivamente pelos críticos, não é um filme ruim, na verdade é muito bom por sinal.
As interpretações são convincentes, a história mais enxuta, deixa o telespectador sempre curioso do que acontecerá e as cenas de ação são muito boas, chegam a ser tensas as vezes.
O filme é bem diferente do que eu assisti uns 20 e tantos anos atrás, mas se vc não for crítico de cinema nem um intelectual metido a besta, assista, certamente vc gostará.
PS Demorei 4 anos pra assisti-lo por conta de críticas infames.
Shankar A.
Shankar A.

2 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 19 de agosto de 2016
Que filme, pessoal, que filme. Rodrigo Santoro, nunca mais volte para a Globo, seu futuro é nos EUA. O Jesus interpretado por ele é perfeito! Uma pessoa calma, bondosa e sábia. Fiquei muito surpreendido. O que achei interessante foi o personagem do Morgan Freeman que na versão antiga era um cara engraçado e secundário, aqui vira uma pessoa séria e um dos protagonistas. A corrida é uma das melhores coisas que já vi em anos num filme, bem feita, tensa, com pessoas sendo atropeladas, etc. Achei o ator que faz o Ben-Hur bom, nada extraordinário, cumpriu bem seu papel. Não é melhor que o filme de 1959, mas muito a pena ir assistir. Não importa se você é católico, evangélico, espírita, umbandista, budista ou ateu. Assista Ben-Hur.
Iris T.
Iris T.

2 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 24 de agosto de 2016
Filme épico, bíblico, fantástico! Contendo como um dos personagens, Jesus Cristo, representado pelo nosso artista brasileiro Rodrigo Santoro, nos traz uma mensagem muito bonita: "O amor deve sempre vencer o ódio".
Wadie B.
Wadie B.

2 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 20 de setembro de 2016
Bom filme, esperava mais mas aconselho a ver. A trama ficou um pouco forçada mas a ambientação estava ótima!
Walter K.
Walter K.

1 crítica Seguir usuário

3,0
Enviada em 10 de setembro de 2016
Esta versão cinematográfica alterou substancialmente o livro de mesmo nome.
Embora bom o novo argumento de que Ben-Hur substituiu a vingança pelo perdão, o roteiro não soube situar o paralelo entre Jesus Cristo e o ator principal. As aparições de Jesus pouco tem a ver com o Jesus histórico. O ator principal não soube captar a exuberância de Ben-Hur. As cenas da corrida de bigas foram surreais. As vestes dos atores em Jerusalém não condizem com as vestes hebraicas. O roteiro fica perdido quando tem de situar o ator na corrida de bigas, já que a narrativa conta que Ben-Hur, diferentemente do livro, salvou-se apenas a si mesmo das galés.
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