É um filme razoável para quem não conhece a história ou não viu o clássico com Charlton Heston, mas existe uma lacuna em como Ben Hur.consegue os meios para retornar a Jerusalém - que é bem mostrada no filme mais antigo, e que é o grande "plot-twist" de toda a trama. Simplesmente cortaram 5 ou 10 minutos que mudam a perspectiva do espectador e dão coerência à narrativa.
Ben Hur “remake” é a prova viva que não devemos nos pautar pelos críticos. Não sou um grande fã de “remakes”, salvo casos isolados, eles nunca impressionam como os originais. Ben Hur é um desses casos isolados. Embora o filme de 59 seja genial, superlativo, certamente o filme de 2016 tinha um missão muito difícil em superar o icônico de 1959, e de fato não o fez. Mas diferente do publicado exaustivamente pelos críticos, não é um filme ruim, na verdade é muito bom por sinal. As interpretações são convincentes, a história mais enxuta, deixa o telespectador sempre curioso do que acontecerá e as cenas de ação são muito boas, chegam a ser tensas as vezes. O filme é bem diferente do que eu assisti uns 20 e tantos anos atrás, mas se vc não for crítico de cinema nem um intelectual metido a besta, assista, certamente vc gostará. PS Demorei 4 anos pra assisti-lo por conta de críticas infames.
Que filme, pessoal, que filme. Rodrigo Santoro, nunca mais volte para a Globo, seu futuro é nos EUA. O Jesus interpretado por ele é perfeito! Uma pessoa calma, bondosa e sábia. Fiquei muito surpreendido. O que achei interessante foi o personagem do Morgan Freeman que na versão antiga era um cara engraçado e secundário, aqui vira uma pessoa séria e um dos protagonistas. A corrida é uma das melhores coisas que já vi em anos num filme, bem feita, tensa, com pessoas sendo atropeladas, etc. Achei o ator que faz o Ben-Hur bom, nada extraordinário, cumpriu bem seu papel. Não é melhor que o filme de 1959, mas muito a pena ir assistir. Não importa se você é católico, evangélico, espírita, umbandista, budista ou ateu. Assista Ben-Hur.
Filme épico, bíblico, fantástico! Contendo como um dos personagens, Jesus Cristo, representado pelo nosso artista brasileiro Rodrigo Santoro, nos traz uma mensagem muito bonita: "O amor deve sempre vencer o ódio".
Esta versão cinematográfica alterou substancialmente o livro de mesmo nome. Embora bom o novo argumento de que Ben-Hur substituiu a vingança pelo perdão, o roteiro não soube situar o paralelo entre Jesus Cristo e o ator principal. As aparições de Jesus pouco tem a ver com o Jesus histórico. O ator principal não soube captar a exuberância de Ben-Hur. As cenas da corrida de bigas foram surreais. As vestes dos atores em Jerusalém não condizem com as vestes hebraicas. O roteiro fica perdido quando tem de situar o ator na corrida de bigas, já que a narrativa conta que Ben-Hur, diferentemente do livro, salvou-se apenas a si mesmo das galés.
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