Não recomendado para menos de 10 anos
Aos 20 anos de idade, Analía sempre morou em uma pequena cidade do interior da Argentina. Ela decide fazer uma viagem a Buenos Aires, onde fica impressionada com o local. Acidentalmente, Analía entra em um velório muçulmano, sendo recebida pelos presentes com ternura e respeito. Intrigada, a garota decide permanecer na cidade, frequentando cada vez mais a comunidade islâmica. Ela adota o nome Habiba Rafat, passa a trabalhar em um comércio árabe e se apaixona. Mas como esquecer o passado, e como adotar uma nova identidade?
3,0
Legal
Habi, a Estrangeira
Uma pequena viagem
por Bruno Carmelo
Se ainda faz algum sentido falar em “filme de personagem” nos dias de hoje, Habi, a Estrangeira é um deles. O roteiro decide seguir a sua protagonista o tempo inteiro, colando a câmera em seu rosto, seu corpo, seu olhar. O espectador não sabe nada além do que Analía (Martina Juncadella) sabe, conhecendo o mundo pela perspectiva desta garota que, ao fazer a primeira viagem fora do seu vilarejo, encanta-se com tudo que vê.
Por acaso, ela entra em um funeral muçulmano, e como ninguém contesta a sua presença no local, decide permanecer. Analía poderia ter entrado acidentalmente em um circo, uma feira, um casamento, um congresso, um parque. Tudo causaria fascínio nesta protagonista que enxerga o mundo pela primeira vez, como um recém-nascido. Esta impressão é acentuada pela atuação etérea, infantil e quase patológica de Juncadella, que confere à protagonista o ar de uma garota de lugar nenhum
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2:08


Um tanto quanto regular.
É um daqueles filmes que não acontece nada ao longo.
Só vimos uma história da protagonista com dificuldades de se adequar a nova região. Duas ou três cenas que se salvam.
-Filme assistido em 15 de Dezembro de 2015
-Nota 4/10
É um daqueles filmes que não acontece nada ao longo.
Só vimos uma história da protagonista com dificuldades de se adequar a nova região. Duas ou três cenas que se salvam.
-Filme assistido em 15 de Dezembro de 2015
-Nota 4/10
Deplorável, não faz o menor sentido. O desenrolar do filme é muito chato e muito fraco. E nem foram exploradas as razões que levam a garota a querer, obsessivamente, ser muçulmana. Entrou num velório muçulmano e, subitamente, quis ser muçulmana também?! Só isso?! Não tem mais nada para explicar o motivo desse desejo?! Que lenga-lenga.
Filme de estreia
Habi, a Estrangeira é o primeiro longa-metragem dirigido pela premiada curta-metragista María Florencia Álvarez.
Nacionalidades
Argentina,
Brasil
Distribuidor
Distribuição própria
Ano de produção
2013
Tipo de filme
longa-metragem
Curiosidades
1 curiosidade
Orçamento
-
Idiomas
Espanhol
Formato de produção
-
Cor
Colorido
Formato de áudio
-
Formato de projeção
-
Número Visa
-
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