**Os carros de Bond** O filme traz novamente a parceria com a BMW, agora com o **BMW Z8**, visualmente impactante, mas curiosamente subutilizado. O carro aparece em poucas cenas e tem um destino precoce, sendo destruído por uma serra giratória lançada por um helicóptero — elemento que remete diretamente ao filme anterior, mostrando uma repetição criativa que nem sempre funciona a favor do impacto. Ainda assim, o Z8 se tornou um dos carros mais lembrados da franquia pelo design elegante e futurista.
**Enredo & Estória** O último filme da década e do século e o 20º filme da franquia. Aqui a franquia muda o eixo da ameaça global: sai a guerra direta e entra o **controle do petróleo** e da energia mundial. O oleoduto da família King se torna o centro da trama, misturando interesses econômicos, terrorismo e jogos de poder. Mais uma vez, a Rússia aparece como peça-chave do tabuleiro geopolítico — uma constante na série Bond, mesmo após o fim da Guerra Fria.
**Produção & Fotografia** A abertura já demonstra uma produção mais ambiciosa, com sequências elaboradas e uma fotografia refinada, especialmente nas cenas de ação em ambientes aquáticos e industriais. A famosa perseguição de lancha no início do filme é uma das melhores introduções da era Brosnan, dinâmica e tecnicamente impressionante.
**Efeitos Especiais & Ação** Os efeitos seguem o padrão dos anos 90: práticos, funcionais e bem integrados à narrativa. Há explosões, armas tecnológicas e cenas subaquáticas bem coreografadas. No entanto, percebe-se um certo excesso de ideias reaproveitadas, como o uso recorrente da serra giratória, que perde parte do impacto original.
**Atuações** Pierce Brosnan mantém um Bond sólido, elegante e experiente. **Sophie Marceau** entrega uma das **vilãs mais marcantes da franquia**, justamente por quebrar o estereótipo: Elektra é bela, sensual, sofisticada e mortal — talvez a primeira grande vilã feminina que manipula Bond emocionalmente antes de enfrentá-lo fisicamente. Sua morte, embora impactante, poderia ter sido mais explorada dramaticamente.
Já **Renard**, interpretado por Robert Carlyle, tem um conceito interessante — um homem que não sente dor — mas carece de presença ameaçadora. Em contrapartida, sua morte é mais bem construída que a de Elektra. **Denise Richards**, como a “Bond girl do bem”, entrega uma atuação correta como a cientista nuclear Dr. Christmas Jones, ainda que sua personagem seja menos complexa.
⚖️ **Avaliação Final — Vale a pena assistir?** *O Mundo Não é o Bastante* é um Bond acima da média, com ideias interessantes, uma vilã memorável e uma produção tecnicamente competente. Mesmo com vilões desiguais e algumas decisões criativas discutíveis, o filme se destaca por ousar emocionalmente e ampliar o papel feminino na franquia.
007 vai proteger uma Bilionária que esta em risco, mas ela quer se vingar do Serviço Secreto.. o filme é bem, as cenas de ação muito mais evoluídas... O Vilão é bem fraco, afinal ele vai morrer mesmo e não tem nada a perder, mas muito ruim o personagem...
Sempre vi muita gente reclamando desse e falando que era um dos piores filmes de toda a franquia.Não consegui enxergar tantos erros assim. A ação é a mesma apresentada nos filmes anteriores.Traz boas adições para o elenco,temos um vilão incessante e figuras femininas belíssimas.
Sempre vi muita gente reclamando desse e falando que era um dos piores filmes de toda a franquia.Não consegui enxergar tantos erros assim. A ação é a mesma apresentada nos filmes anteriores.Traz boas adições para o elenco,temos um vilão incessante e figuras femininas belíssimas.
Sempre vi muita gente reclamando desse e falando que era um dos piores filmes de toda a franquia.Não consegui enxergar tantos erros assim. A ação é a mesma apresentada nos filmes anteriores.Traz boas adições para o elenco,temos um vilão incessante e figuras femininas belíssimas.
Tinha tudo para dar certo; belas bondgirls, um vilão interessante interpretado pelo sempre eficiente Robert Carlyle, porém se perde em um roteiro entediante e uma direção que nada agrega a série, permanecendo no mais do mesmo. Pena pois Pierce Brosnan sempre me pareceu o Bond mais esforçado dos que interpretaram o espião até então. Lembrando que a bela Denise Richards levou o framboesa de ouro daquele ano, pois não convenceu em nenhum momento como uma física nuclear.
O Mundo Não é o Bastante é o ultimo filme do século na saga 007. Alguma coisa não casou bem nesse filme e não traz a mesma motivação de assistir com entusiasmo como em O Amanhã Nunca Morre. Brosnan encenou bem nesse filme estando com mais controle no personagem ja vemos um modo mais carismatico e humorado de Pierce Brosnan que seria seu jeito mais atual de fazer filmes. Costumeiramente se verifica a melhoria exponencial em efeitos especiais e um filme mais moderno para 007. Ultimo filme com Desmond Llewelyn o eterno Q. falecido no mesmo ano apos o lançamento, com maior numero de participações na saga até hoje. Algumas cenas bem elogiadas como a cena do submarino, perseguição no tunel e etc. Mas existem filmes melhores na saga.
Aqui o 19º filme da franquia e mais do mesmo. Novamente com Pierce Brosnan que não se considera um bom ator no papel, e inclusive foi indicado ao Framboesa. Mesmo com o sucesso comercial, o filme é extremamente óbvio, sendo a trama revelada no primeiro terço do filme, dai a edição novamente longa de 2 h de filme torna cansativa a espera para o clímax dos ultimos 15 minutos que novamente acaba com água (não sei o motivo de se repetir as mesmas situações na franquia). Mesmo o motivo aqui sendo um pouco mais sério, ainda o roteiro é fraco e os personagens sexistas e novamente os diálogos superficiais. Aqui nem o carro de 007 salva algumas cenas, já que é destruído em poucos segundos.
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