Não recomendado para menos de 12 anos
Júnior (Marat Descartes) volta a morar com a família depois que perdeu o emprego e se separou da esposa. Ao chegar na casa que um dia já fora seu lar, ele se sente um estranho e passa seus dias no sofá do velho Sênior (Antônio Fagundes) remoendo a separação, o desemprego e sonhando com a jovem inquilina Bruna (Sandy). Após achar alguns objetos que pertenciam à sua mãe, Júnior passa a querer saber tudo sobre a história da família e desenvolve uma estranha obsessão pelo passado, passando a confundir delírio e realidade.
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4,0
Muito bom
Quando Eu Era Vivo
O passado bate à porta
por Lucas Salgado
Quando Eu Era Vivo é o primeiro trabalho solo do diretor Marco Dutra, conhecido pelos curtas O Lençol Branco, Um Ramo e As Sombras e pelo longa Trabalhar Cansa, todos realizados em parceria com Juliana Rojas, montadora do novo projeto.
O novo filme mantém o clima de suspense e terror dos trabalhos anteriores, mas vai ainda mais longe, criando uma obra claustrofóbica e com momentos realmente assustadores. O humor também marca presença, mas é daquele que oferece um riso nervoso, resultante do absurdo das situações.Júnior (Marat Descartes) é um sujeito de meia idade que perde o emprego e é deixado pela esposa. Ele volta a viver com o pai (Antonio Fagundes), sendo obrigado a dormir na sala, uma vez que seu antigo quarto está ocupado pela inquilina Bruna (Sandy). Jr. não reconhece a casa em que cresceu, se sente incomodando com o fato de que o pai guardou tudo o que lembrava a mãe (Helena Alb
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23 Notícias e Matérias Especiais
Com uma atmosfera de tensão crescente absolutamente surreal, esse segundo longa-metragem de Marco Dutra, apesar de não ter a pungência e destreza que sobrava em seu filme anterior, Trabalhar Cansa, apresenta uma segurança na direção que é bem bonito de se ver. Apesar de não mostrar em momento algum qual é a história que está contando, esse roteiro jamais deixa a peteca cair e mantém a atenção durante todo o tempo. Propositalmente ...
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O silêncio e a música. É incrível como dois elementos a princípio tão opostos conseguem convergir em um filme a fim de provocar os mesmos sentimentos: angústia, terror, inquietação. A atmosfera sombria e ameaçadora paira sobre os espectadores desde o início, com a apresentação de um vídeo caseiro que termina com um close na foto de uma figura bastante sugestiva, até o fim do longa, que se desenrola de forma que a tensão só se ...
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Gostei muito, boas atuações e uma edição de som ótima! É bom ver um filme que sai do padrão e traz elementos que são vistos como macabros na cultura brasileira, como por exemplo: O boneco do Fofão.
Quem está esperando ver um terrorzão pode ficar um pouco decepcionado. O filme é assustador e consegue manter uma atmosfera de suspense e tensão em todas as cenas, mas é um terror muito mais psicológico e sugestivo do que descritivo. E, o que contribui muito para esse clima de terror pela sugestão é a dúvida, durante todo o filme, sobre a causa do horror do filme: há mesmo algo sobrenatural ou é apenas um estado avançado de insanidade?
Fonte de inspiração
O filme foi baseado no romance "A Arte de Produzir Efeito Sem Causa", de Lourenço Mutarelli.
Filmagens
As filmagens aconteceram na cidade de São Paulo.
Estreia internacional
Selecionado para participar da Mondo Genere (Mundo Gênero) na 9ª edição do Festival Internacional de Cinema de Roma (16 a 25 de outubro de 2014).
Nacionalidade
Brasil
Distribuidor
Vitrine Filmes
Ano de produção
2014
Tipo de filme
longa-metragem
Curiosidades
3 curiosidades
Orçamento
-
Idiomas
Português
Formato de produção
-
Cor
Colorido
Formato de áudio
-
Formato de projeção
-
Número Visa
-
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