Capitão América: Guerra Civil
Média
4,5
11119 notas

387 Críticas do usuário

5
199 críticas
4
118 críticas
3
41 críticas
2
12 críticas
1
8 críticas
0
9 críticas
Organizar por
Críticas mais úteis Críticas mais recentes Por usuários que mais publicaram críticas Por usuários com mais seguidores
Vitor S.
Vitor S.

5 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 8 de maio de 2016
Como já foi dito muito na imprensa, "Capitão América: Guerra Civil" é o melhor filme da Marvel, e eu tenho certeza disso. Por quê?

Em Guerra Civil vemos realmente o lado negro de ser um super-herói, e conseguimos refletir sobre o lado psicológico deles. Tony Stark está demais nesse filme, e dá para notar a sua seriedade e o seu amadurecimento, dá para notar o quando ele está mais sério. Os dois times estão impecáveis, e as lutas são simplesmente demais, mas eu achei que faltou certos pontos importantes ou até mesmo que causariam mais "ação" no filme, como o Aranha de Ferro e mais algumas coisas, mas mesmo assim entendo que possa ser algo difícil a fazer.

Outra coisa que preciso citar é o Peter Parker de Tom Holland. Acredito que ele realmente tenha um espaço agora no universo cinemático da Marvel, afinal ele representa bem o herói, porém, na minha opinião, ele podia ser "melhorzinho" afinal acabou ficando bobinho e com umas piadinhas bem ruins, mas não deixa de ser um ótimo Peter Parker e Homem-Aranha. Acredito que Tobey Maguire seja o Homem-Aranha que é coberto pelo protagonismo, Andrew Garfield o que faz por fazer e Tom Holland o que gosta do que faz, mas ficou muito bom, também.

Enfim, amigo, vale a pena gastar seu dinheiro com Guerra Civil, e vale a pena ficar todo segundo olhando para a tela. E, ah, um aviso: Há duas cenas pós-créditos, não saia atééééé o final. De nada! =D
Tassiana
Tassiana

13 seguidores 41 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 7 de maio de 2016
Se a Marvel arrebentou em ‘Capitão América 2: O Soldado Invernal’, aqui ela não faz diferente. O filme anterior era denso, tinha uma história. Em "Capitão América 3: Guerra Civil", há muita informação, muitos personagens e diversão. Pacote completo! Não há como escolher um lado para se posicionar, todos têm sua razão, e isso é o máximo, ainda mais quando falamos de superheróis e suas vaidades (e princípios, é claro). Creio que esse filme seja mais leve que o ‘2”, logo, se complementam! Embora eu seja fã de Batman, fica evidente que a Marvel nocauteou a ‘DC’ e pôs “Batman vs Superman” no chinelo com essa sequência. Filmaço com certeza!
Cleber F.
Cleber F.

4 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 7 de maio de 2016
melhor filme da Marvel até hoje , efeitos especiais a atuação dos personagens , umas mistura de muita ação e cenas engraçadas ! muito bom
Batty S.
Batty S.

1 crítica Seguir usuário

4,0
Enviada em 7 de maio de 2016
É um ótimo filme de Heróis,conseguindo focar em todos os Heróis em determinado tempo,além de conter a aparição de Spider-man. Mais para quem leu a HQ e sabe da história ficou meio chateado,eu particularmente esperava mais do filme,efim,ótimo filme,não perca essa oportunidade
Victor M.
Victor M.

10 seguidores 42 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 5 de maio de 2016
Capitão America: Guerra Civil, o terceiro filme da trilogia do Capitão, felizmente foi um filme dele e não um Vingadores 2.5, o filme consegue dividir muito bem o tempo de tela para cada personagem, a historia convence e bem contada, um mérito aos irmãos russo pelo filme que mantem o tom de O Soldado Invernal e finaliza a historia dele. Incrível vale ver em IMAX, porém infelizmente muitas cenas incríveis nos cinemas foram mostradas logo no primeiro trailer, como sempre...
David G.
David G.

1 crítica Seguir usuário

4,0
Enviada em 3 de maio de 2016
Um dos melhores filmes da Marvel. Roteiro impecável, apresentação de novos personagens sucinta e efetiva é um dos melhores filmes de super-herói e da Marvel.
Roberto O.
Roberto O.

26 seguidores 59 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 3 de maio de 2016
De que lado você está? Sim, você já leu esta pergunta antes. Contudo, naquela ocasião, além da torcida pelo seu herói favorito, o público acabou assumindo lados opostos em relação ao próprio filme, que teve tanto admiradores quanto detratores. Com Capitão América: Guerra Civil, porém, a história é diferente, literalmente. Embora as duas produções tracem variações sobre um mesmo tema, cada um tem o seu tom. Neste longa que abre a Fase 3 da Marvel na telona, a famosa pergunta não deverá se aplicar à sua aprovação, que parece garantida, e sim à escolha do lado para o qual torcer. Essa escolha, entretanto, se mostrará muito mais complexa, depois que se conhecem os motivos e as argumentações de cada uma das partes.
Por onde os Vingadores passam, deixam destruição, ainda que involuntariamente. O governo americano (sempre ele), juntamente com as maiores lideranças mundiais, querem dar um basta nisso e ‘propõem’ ao grupo regras nas quais eles passariam a agir sob a supervisão (controle) da ONU. Tony Stark, o Homem de Ferro, diante dos fatos, apresenta uma surpreendente maturidade, revendo seu próprio histórico armamentista, e sentindo o peso de tantas mortes recaindo sobre seus ombros ao longo de todos esses anos. Ele concorda. Em contrapartida, Steve Rogers, o Capitão América, apresenta uma ainda mais surpreendente rebeldia, alicerçada por sua total perca de confiança no governo, em virtude dos acontecimentos recentes que vivenciou, regados a tantas mentiras, conspirações e traições. Ele discorda. Logo, há uma ruptura na equipe, e os demais membros assumem esse ou aquele lado, de acordo com suas próprias experiências de vida que os trouxeram até ali. Está armada, portanto, a arena para que se dê o tão aguardado confronto entre estes gladiadores modernos, (quase) todos plenamente convictos em relação às suas ideologias. Mas haveria um lado certo e um errado nessa história?
O mérito maior de Capitão América: Guerra Civil vai para os roteiristas Christopher Markus e Stephen McFeely. É empolgante acompanhar uma narrativa em que tudo se encaixa, mesmo havendo tantos personagens em cena. Todos têm algo pertinente a acrescentar, cada qual no seu momento de brilho. Vale lembrar que um conhecimento prévio adquirido ao longo dos filmes anteriores torna-se imprescindível para que compreendamos plenamente a psicologia de cada um. Além dos 12 super-heróis, ou ‘aprimorados’, como eles dizem, o roteiro ainda achou espaço para incluir participações de outros personagens famosos do Universo Marvel, entre eles alguns vilões muito conhecidos pelos fãs. Mas há, sim, um antagonista principal na trama, o Barão Zemo (vivido por Daniel Bruhl) que, apesar de sua discrição, agindo nos bastidores, se mostra fundamental no jogo das articulações em que segredos mórbidos do passado são desenterrados e revelados, tornando o conflito entre Stark e Rogers muito mais pessoal. O Soldado Invernal, ou Bucky (Sebastian Stan), o amigo vítima de lavagem cerebral do qual o Capitão não abre mão, é outra peça-chave neste tabuleiro que ainda inclui os estreantes Pantera Negra, ou T’Challa (Chadwick Boseman), o solene rei do país fictício Wakanda, e o novíssimo e divertidíssimo Homem-Aranha, o Peter Parker mais jovem e entusiasmado do cinema (Tom Holland, promissor), estes dois muito bem apresentados, de forma concisa, porém, precisa. Isso é que é roteiro!
Após o sensacional thriller de espionagem repleto de reviravoltas que foi Capitão América: O Soldado Invernal, a Marvel se superou com este terceiro longa do vingador que pode ser considerado o filme mais sério do estúdio até agora, e essa constatação facilmente se reflete no elenco. Chris Evans continua a sustentar com extrema credibilidade o idealismo de Steve Rogers, enquanto que Robert Downey, Jr. traz uma abordagem nova para Tony Stark: seu egocentrismo continua lá, mas seus traumas do passado somados ao peso na consciência vêm à tona, tornando-o muito mais cabisbaixo e apreensivo, e deixando os melhores momentos cômicos a cargo do já citado Homem-Aranha em sua rápida passagem pelo longa, e do Homem-Formiga (Paul Rudd), este sim faz uma enorme participação! Em meio à tensa narrativa, o humor surge em momentos certeiros, de forma a não nos desviar da seriedade da trama principal, decisão que também tem se mostrado bem sucedida na maioria dos demais filmes da Marvel Studios. Eles têm a ‘fórmula’!
Assim como a dupla de roteiristas, os diretores Anthony e Joe Russo, após terem conduzido o formidável segundo filme solo do Capitão, continuam acertando o timing, acrescentando ainda, de forma inteligente, alguns momentos de calmaria e silêncio que valorizam o suspense, e que inevitavelmente vão levar a uma sequência explosiva, ou a uma perseguição sobre rodas ou aérea, ou ainda a um confronto corpo a corpo entre os envolvidos. As lutas (e elas são muitas) estão extremamente bem coreografadas, sob uma fotografia à luz do dia que ajuda a ressaltar o lado humano de (quase) todos os super-heróis envolvidos nessa contenda e, com isso, aproximando-os ainda mais do público, que pode facilmente se identificar com seus dilemas. Por mais espetaculares que sejam as batalhas (e são elas que, obviamente, justificam a existência do filme), é este maravilhoso roteiro – por meio do qual entendemos tão bem as motivações de cada personagem – que nos dá o entusiasmo de querer acompanhar os rumos tomados pela história em direção ao seu dramático e decisivo desfecho.
Descontando-se as inevitáveis adaptações que se fazem necessárias, a famosa HQ Guerra Civil, escrita por Mark Millar e lançada pela Marvel em 2006 está muito bem representada no cinema por este filme! Algumas cenas parecem ter sido ‘escaneadas’ diretamente dos quadrinhos, para delírio dos fãs. É importante ressaltar que, apesar de tanta gente brigando no longa, o maior conflito da narrativa é o psicológico – que já vem de longa data – entre Steve Rogers e Tony Stark. É essa triste perca de confiança mútua que torna a batalha final tão pessoal e intimista e, justamente por isso, tão intensa e climática.
O futuro da Marvel Studios, pelo menos até 2020, está muito bem delineado, e tudo tem transcorrido perfeitamente, de acordo com os planos. O sucesso de toda essa empreitada não é por acaso. Os profissionais envolvidos, além de extremamente competentes, têm trabalhado com esmero, gostam do que fazem, e isso faz toda a diferença. O resultado se reflete na tela. Capitão América: Guerra Civil não só cumpre o prometido, como ainda nos deixa com aquela angustiante e ao mesmo tempo saborosa sensação de “quero mais”, na expectativa para os próximos episódios... e eles estão a caminho, para continuar a nos surpreender.
Icaro Q.
Icaro Q.

5 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 2 de maio de 2016
Filme com muita ação e como sempre, nos filmes da marvel, muito bem adaptado. Só achei uma mudança muito radical colocar o personagem homem aranha, que estávamos habituados a ver como um quase adulto, como um quase pré adolescente. Mas se saiu muito bem. Bem humorado... O filme teve uma puta história e as cenas de ação não precisam de elogios, é Marvel! E o meu chapéu foi tirado para o pantera negra. Se Ga ran tiu!
João Francisco G.
João Francisco G.

4 seguidores 1 crítica Seguir usuário

4,5
Enviada em 2 de maio de 2016
O filme em si é perfeito, a única falha é o CGI do homem aranha e o final clichê!
Homem aranha é fantástico, o uniforme é perfeito, baseado um pouco no homem aranha ultimate, tendo uma tia may nova.
Pantera negra também e muito bom, seu uniforme é bem detalhado e a história bem aproveitada.
Luta perfeita entre os heróis e a luta final entre Buck Capitão e Homem de Ferro bem estruturada, enfim o filme é QUASE perfeito. spoiler:
Marcelo V.
Marcelo V.

3 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 2 de maio de 2016
Muito bom!! Muito bom mesmo! Podem ir sem medo! Achei tudo muito bem inserido para tantos personagens. Ação , boas histórias do soldado invernal etc... Gostei demais! Pra mim é do nivel de Batmam o cavaleiro das trevas.
Quer ver mais críticas?
  • As últimas críticas do AdoroCinema
  • Melhores filmes
  • Melhores filmes de acordo a imprensa