Sou um grande fã da franquia, mas o filme foi bem fraco. E não só pelo final. Foge muito dos pilares da franquia. Muito tiro, muita correria, pouca classe, afastando-se totalmente do personagem clássico. O último filme (Spectre) já se arrastava. O apelo emocional foi trazido com pressa. A história é confusa. Não gostei. Casino Royale é, pra mim, a base a ser seguida: classe, ação na medida certa, charme, clássico. Até o vestuário é fraco. A fotografia se salva.
Deveria se chamar 'sem tempo para perder'. É um filme que entretem, mas em relação aos outros esse filme é bem fraquinho. Além disso, essa 'cota' pra mulheres, negros e homossexuais está acabando com o cinema. Tá muito chato
Este ficaria entre o 5º ou 6º melhor da série existente deste personagem. Ian Fleming, criou um personagem que fez gerações se divertirem, este deste filme, pode mudar a sequência de emoções que estamos acostumados com o 007. Não vou dar spoiler, bons atores, mas alguns ficaram devendo muito.
A Era Craig Terminou com o pe esquerdo, Roteiro tão fraco quanto de Spectre, Sentimentalismo Barato, vilão fraco , e um desfecho que ao invés de epico foi de dar raiva de tão piegas.
Eu simplesmente amei o filme, o clássico 007 foi espetacular! O filme é longo porém tem muita ação então você fica atento do início ao fim. Só não gostei porque ele morre no final.
Filme muito demorado,parado, nada ver o 3D não acontece nada de interessante para você “entrar” no filme, a morte dele sem graça para um agente 007, vou pedir meu dinheiro de volta 3 horas gastas! FUJAM! Não vão perder nada.
O pior filme da franquia. Enterraram um mítico personagem de mais de sessenta anos de sucesso. Para mim, a série 007 está acabada! Um vilão risível, desnecessário e para lá de caricato, beirando ao ridículo . Penso que este filme deveria ser esquecido. A saída de Craig, sua despedida, já havia sido subentendida em SPECTRE, com o retorno da Organização, comandada pelo famigerado BLOFELD (Aliás muito bem vindo Christopher Waltz). A partir desse ponto um novo ator entraria no papel. O povo fala tão mal do filme do Lazenby, mas a história da Teresa Bond é icônica e o Telly Savallas está magistral como o chefe da SPECTRE. O filme do Craig desrespeitou demais a franquia e aos fãs, apontando os filmes da Era Connery como machistas. E, de quebra, fez uso do tema do Louis Armstrong, clássico do romance entre Teresa e Bond (We have all the time in the world) para fechar a tela. Além do fato de dar-lhe uma desnecessária herdeira. Em suma, quem é realmente, de fato, fã da franquia, livros e tudo o que se relacione ao Universo do Agente Secreto, deve desconsiderar esse filme. A sensação que tenho é a de que, com a morte do Connery, por ironia, a franquia parece haver se despedido com ele. Nunca mais será a mesma, não importando o sétimo rosto a dar-lhe vida. Jamais será a mesma. Depois desta decepção, que considero um tapa na cara dos fãs, perdi totalmente o encanto que carregava desde que minha mãe apresentou-me a série de filmes e livros. Ela gostava muito dos filmes do Moore. Em vista do desrespeito aos fãs, promovido por esse filme, podemos esquecer um sétimo rosto para James Bond. Como falou a atriz, 007 é só um número. Isso é falta de respeito com os fãs do icônico personagem, que se construiu em torno desta mesma insígnia, tão menosprezada pelo diretor e pela equipe. O diretor, além disso, menosprezou os filmes de Connery, taxando-os de machistas. Penso que para o real fã da franquia, bem como dos livros de Fleming, pode ser o melhor ator do mundo a encarnar BOND, após NO TIME TO DIE, a franquia jamais será a mesma.
Caso você continue navegando no AdoroCinema, você aceita o uso de cookies. Este site usa cookies para assegurar a performance de nossos serviços.
Leia nossa política de privacidade