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Tiago Soares
4 críticas
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2,0
Enviada em 29 de junho de 2026
"Mestres do Universo" Achei um pouco massivo 2 hrs e 20 de filme. Ele é aquele filme que resgata um pouco a nossa infância, "Pelos poderes de Greiscon, Eu tenho a força" e tem todo um babado na espada do padrão. Kkkk Ele força um pouco de comédia, foi feito pela DC, se não me engano, então é aquilo, é um enredo beeeeeem clichezao. Eu ODEIO filmes clichês, so assisti pelo desenho animado e tipo não identifiquei alguns personagens marcantes. Mas whatever, nota 5.
No mínimo, decepcionante... pensei que nunca ia acabar. A tentativa de fazer graça, não ficou legal e falta a essência do primeiro filme. Deixou totalmente a desejar, com cenas de luta eternas e uns diálogos motivacionais muito genéricos. Nem o elenco salvou.
Um filme decepcionante para quem é fã do fantástico universo de He-Man. Ver tantas críticas positivas me faz questionar a sinceridade de algumas avaliações. A produção aposta em um humor forçado, quase um besteirol, e entrega um He-Man completamente sem carisma, presença ou personalidade. Em vários momentos, o personagem chega a beirar o ridículo, desperdiçando todo o potencial de uma obra tão marcante. Se você é fã da franquia, talvez seja melhor poupar seu tempo. Fica aqui um conselho sincero: passe longe.
Maravilhoso, fez total nostalgia, excelente em tudo, daria de sugestão somente na música principal do desenho tocar mais e aparecer mais o gato guerreiro. Torcendo para continuidade
Mágico, divertido e especial. Superou as espectativas.. muito fiel ao desenho história divertida e personagens carismáticos.. o trailer enganou legal.. muito bom!!
igual o desenho, acho que agrada os 40+ não sei se essa geração vai gostar mas é um filme que não se leva a sério mas melhor do que o outro da década de 80, uma aventura fantasiosa e corrida, quem gostava do desenho vai um filme direto sem enrolação.
"Hollywood parece ter perdido a mão: roteiros rasos, personagens sem coerência e uma autoconfiança que beira a prepotência. Tudo muito bonito visualmente, mas vazio por dentro. Furos gigantescos, diálogos sem nexo e uma sensação de que efeitos especiais bastam para sustentar o filme. É como se a indústria tivesse esquecido que história também importa – e que computação gráfica não substitui um bom roteirista.
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