Nasci em 1981 e vivi toda a era He-Man e Mestres do Universo (Filme); conseguiram avacalhar com o herói e o que ele representava para quem passou pelas anos 80 e 90; quando o Dolph Lundgren apareceu, achei que ia ser demais; a medida que o filme avança o desespero de ver algo legal e de memórias na infância sendo totalmente aniquilado é fora de série; acho que pensaram em fazer algo de um modo e se perderam totalmente; se alguém me perguntar, vou dizer para ver o filme e dizert o que acha, pois simplesmente, na minha humilde opinão, foi um filme terrívelmente ruim (assisti no streaming); se tivesse ido ao cinema, teria ficado mais frustrado ainda de pagar ingresso e perder tempo.
O filme deveria se chamar Pateta-man e não Mestres do universo, abobalharam o cara de uma maneira que chega a irritar. Muito fraco, melhor assistir ao desenho, bem mais divertido e sem baboseiras forçadas do cinema norte americano. Além disso, o ator que interpreta o He-man é bem fraquinho, muito forçado.
Vergonhoso reunimos a família para assistir um filme que marcou um geração e acabamos. Ficando com vergonha das piadas de duplo sentido espalhadas pelo filme. Literalmente o esqueleto fala da grande espada que o príncipe tem no meio das cochas
Muito bom mesmo, nostálgico e com muitas coisas voltadas aos fãs antigos, sem esquecer do pessoal mais novo que não conhece a lenda. certamente o consumo de vídeos dos desenhos dos anos 80 deve ter aumentado exponencialmente. Vale demais!
Como fã do desenho clássico, saí com a sensação de que este filme perdeu a essência de He-Man. A decisão de fazer Adam crescer na Terra parece desnecessária. Diferente do Superman, cuja origem na Terra é bem explicada, aqui o filme não mostra claramente quem cuidou de Adam durante a infância nem desenvolve essa parte da história, deixando uma lacuna importante. Outro ponto que incomoda é que o personagem passa boa parte do tempo sendo apenas Adam. O público vai ao cinema para ver He-Man, mas a transformação demora a acontecer, e o próprio nome "He-Man" quase não é usado no início. Isso faz o filme parecer mais uma história genérica de origem do que uma adaptação fiel do universo de Eternia. O resultado é um He-Man muito diferente daquele que marcou gerações: menos Eternia, menos Castelo de Grayskull e menos do herói que os fãs esperavam ver. Em vez de aproveitar a rica mitologia da obra original, o filme opta por mudanças que nem sempre são bem justificadas e acabam afastando a adaptação daquilo que tornou He-Man um ícone.
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