Um Porto Seguro
Média
4,4
1180 notas

92 Críticas do usuário

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Juarez Vilaca
Juarez Vilaca

2.918 seguidores 393 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 22 de maio de 2013
Um bom filme, embora com muitos clichês, a direção e atuações dos atores principais apenas razoável. É um romance com um pouco de drama e algum suspense. vale a pena.
Inácio M.
Inácio M.

10 seguidores 1 crítica Seguir usuário

3,5
Enviada em 18 de maio de 2013
Fotografia, trilha sonora. O filme é bom, mas o final é Incrível.
Jade  C.
Jade C.

2 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 5 de maio de 2013
Eu não assisti mais só de ver o trailer parece ser bem legal não sou muito fã de romance
mas acho que este filme vou gostar!
Elias B.
Elias B.

4 seguidores 1 crítica Seguir usuário

3,0
Enviada em 1 de maio de 2013
Muito longo pra pouca ação, pouco suspense.
tudo muito clichê, gostei foi da fotografia foi filme aliás vi em hd 720p valeu a pena mas devia ter 90 e não 114min.... acaba maçante
Kamila A.
Kamila A.

7.941 seguidores 816 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 26 de abril de 2013
Um dos mais celebrados escritores norte-americanos da atualidade, Nicholas Sparks tem dezessete livros escritos, dos quais oito receberam adaptações cinematográficas – algumas, foram sucessos estrondosos, como “Um Amor para Recordar” e “Diário de uma Paixão”. Ciente de que seus livros possuem um apelo enorme com o público em geral, especialmente com o feminino, por causa da natureza romântica de seus relatos, Sparks decidiu, desde “A Última Música” (obra que marca sua estreia como roteirista de um longa-metragem), ser um pouco mais cuidadoso com as adaptações cinematográficas dos livros que ele escreveu. “Um Porto Seguro”, filme dirigido por Lasse Hallström, é o segundo em que o escritor tem uma participação mais ativa nos bastidores, atuando como produtor.

“Um Porto Seguro” tem como base o 16º livro escrito por Nicholas Sparks e segue a história de Katie (Julianne Hough), uma jovem que esconde um segredo do seu passado e que se muda para a pacata cidade de Southport, onde acaba conhecendo e mudando por completo a rotina de Alex (Josh Duhamel), um jovem viúvo, empresário do comércio local e pai de dois filhos chamados Josh (Noah Lomax) e Lexie (Mimi Kirkland). A ideia central por trás do relacionamento que se desenvolve entre Katie e Alex é muito simples e envolve o conceito de que era quase improvável que ela encontraria o porto seguro (para fazer uma referência direta ao título do longa) dela numa cidade como Southport, que tem a característica principal de ser um ponto de chegada e de partida para pessoas que estão indo para outros lugares. Um outro detalhe importante a perceber ainda relacionado a esta questão é que Southport, com suas casas bem distantes umas das outras, favorece bastante ao desejo de distanciamento emocional que permeia, por exemplo, os caráteres de Alex e Katie antes de eles se reabrirem ao encontro um com o outro.

Na forma como é desenvolvida a narrativa pelo roteiro escrito por Leslie Bohem e Dana Stevens, “Um Porto Seguro” é um filme que revela aqueles típicos clichês dos livros de autoria de Nicholas Sparks. Seus personagens costumam estar passando por um momento de transição e isolamento emocional, em que o encontro com outras pessoas é necessário para fazer com que eles se reabram para a vida em si. Neste sentido, o elemento mais recorrente no universo narrativo de Nicholas Sparks é o retrato de um momento em particular da vida de pessoas que possuem muito medo de se entregar a alguma coisa – em decorrência de um motivo muito importante que nos é revelado, normalmente, no ato final de cada trama.

Entretanto, um dos pontos mais positivos de “Um Porto Seguro” é justamente nos reservar uma surpresa para o ato final. Quando falamos em surpresa, nos referimos ao caminho optado por Nicholas Sparks para a finalização da sua trama – talvez, ele tenha sentido que suas conclusões narrativas estavam se repetindo por demais; ou talvez, ele tenha cansado de fazer as pessoas terminarem seus livros/adaptações chorando rios de lágrimas. Apesar de o final ser surpreendente para os padrões de Nicholas Sparks, “Um Porto Seguro” não deixa de ser um filme clichê, bem água com açúcar, que apela diretamente para a emoção do espectador (apesar do seu jovem casal de protagonistas, diga-se de passagem, não conseguir nos cativar por completo, muito em parte por causa da limitação deles como atores). Ou seja, o tipo de filme perfeito para um diretor como o sueco Lasse Hallström, que, nos últimos quatro anos, chama a atenção por se envolver em longas que são o puro reflexo da máquina hollywoodiana e seu poder de podar a criatividade de profissionais como ele.
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