Como sempre Nicholas sparks arrasa com suas lindas e emocionantes histórias de amor. Gostei muito de assistir "Um porto seguro". Pra quem gosta de romance vale a pena assistir. Recomendo sem medo ;)
Gostei muito do filme, mas é pq adoro romances... O filme é bom, tem ÓTIMA fotografia. Como já comentaram, ele acaba sendo um pouco longo demais e perdendo o dinamismo por ter quase 2 horas de duração... Se fosse mais compacto, com 90 min, teria agradado muito mais, pois teria dinamismo. Acho que esse foi o grande pecado do filme, senão teria passado dos 100 milhões nos EUA. É claro que não apresenta grandes novidades, mais do mesmo. Mas essa formula me agrada. Dei 5 estrelas pra ver se melhora a pontuação dele, afinal ele não é tão ruim pra merecer apenas 2.5! 3.5 ou 3.0 seria o correto!
Muito longo pra pouca ação, pouco suspense. tudo muito clichê, gostei foi da fotografia foi filme aliás vi em hd 720p valeu a pena mas devia ter 90 e não 114min.... acaba maçante
Um dos mais celebrados escritores norte-americanos da atualidade, Nicholas Sparks tem dezessete livros escritos, dos quais oito receberam adaptações cinematográficas – algumas, foram sucessos estrondosos, como “Um Amor para Recordar” e “Diário de uma Paixão”. Ciente de que seus livros possuem um apelo enorme com o público em geral, especialmente com o feminino, por causa da natureza romântica de seus relatos, Sparks decidiu, desde “A Última Música” (obra que marca sua estreia como roteirista de um longa-metragem), ser um pouco mais cuidadoso com as adaptações cinematográficas dos livros que ele escreveu. “Um Porto Seguro”, filme dirigido por Lasse Hallström, é o segundo em que o escritor tem uma participação mais ativa nos bastidores, atuando como produtor.
“Um Porto Seguro” tem como base o 16º livro escrito por Nicholas Sparks e segue a história de Katie (Julianne Hough), uma jovem que esconde um segredo do seu passado e que se muda para a pacata cidade de Southport, onde acaba conhecendo e mudando por completo a rotina de Alex (Josh Duhamel), um jovem viúvo, empresário do comércio local e pai de dois filhos chamados Josh (Noah Lomax) e Lexie (Mimi Kirkland). A ideia central por trás do relacionamento que se desenvolve entre Katie e Alex é muito simples e envolve o conceito de que era quase improvável que ela encontraria o porto seguro (para fazer uma referência direta ao título do longa) dela numa cidade como Southport, que tem a característica principal de ser um ponto de chegada e de partida para pessoas que estão indo para outros lugares. Um outro detalhe importante a perceber ainda relacionado a esta questão é que Southport, com suas casas bem distantes umas das outras, favorece bastante ao desejo de distanciamento emocional que permeia, por exemplo, os caráteres de Alex e Katie antes de eles se reabrirem ao encontro um com o outro.
Na forma como é desenvolvida a narrativa pelo roteiro escrito por Leslie Bohem e Dana Stevens, “Um Porto Seguro” é um filme que revela aqueles típicos clichês dos livros de autoria de Nicholas Sparks. Seus personagens costumam estar passando por um momento de transição e isolamento emocional, em que o encontro com outras pessoas é necessário para fazer com que eles se reabram para a vida em si. Neste sentido, o elemento mais recorrente no universo narrativo de Nicholas Sparks é o retrato de um momento em particular da vida de pessoas que possuem muito medo de se entregar a alguma coisa – em decorrência de um motivo muito importante que nos é revelado, normalmente, no ato final de cada trama.
Entretanto, um dos pontos mais positivos de “Um Porto Seguro” é justamente nos reservar uma surpresa para o ato final. Quando falamos em surpresa, nos referimos ao caminho optado por Nicholas Sparks para a finalização da sua trama – talvez, ele tenha sentido que suas conclusões narrativas estavam se repetindo por demais; ou talvez, ele tenha cansado de fazer as pessoas terminarem seus livros/adaptações chorando rios de lágrimas. Apesar de o final ser surpreendente para os padrões de Nicholas Sparks, “Um Porto Seguro” não deixa de ser um filme clichê, bem água com açúcar, que apela diretamente para a emoção do espectador (apesar do seu jovem casal de protagonistas, diga-se de passagem, não conseguir nos cativar por completo, muito em parte por causa da limitação deles como atores). Ou seja, o tipo de filme perfeito para um diretor como o sueco Lasse Hallström, que, nos últimos quatro anos, chama a atenção por se envolver em longas que são o puro reflexo da máquina hollywoodiana e seu poder de podar a criatividade de profissionais como ele.
Produzido pela Nicholas Sparks Productions, com direção do aclamado Lasse Hallström, Um porto seguro (Safe Heaven) foi baseado em um excelente livro de Nicholas Sparks, mas acabou virando um filme muito distante do esperado pelos fãns do renomado escritor.
Atores conceituados, em atuações abaixo de qualquer crítica, direção e roteiro que deixam muito a desejar, Um porto seguro é um filme fraco mas que tem sim um aspecto positivo, que merece ser citado: a atuação da novata Mimi Kirkland, que começa sua carreita de atriz neste filme. A menina de 8 anos tem uma atuação destacada desde sua aparição no filme, no papel de filha do protagonista Alex . A pequena atriz dá luz ao filme em grande parte da exibição.
Um porto Seguro destaca em seus pôsters a direção de Lasse Hallström, que neste filme não parece estar em seus melhores dias como diretor. Então, fica a dica: Quer um bom filme do diretor Lasse? Assista Chocolate e Regra da Vida. Quer um bom filme do Nicholas? Assista diários da paixão! E bom filme a todos!
Uma grande surpresa pra mim: Um Porto Seguro. Nunca gostei do Nicholas Sparks, porém esse filme me surpreendeu MUITO, com uma reviravolta no seu meio e um dos finais mais surpreendentes que eu já vi na vida. Recomendo a todos pruem gosta de uma história mista de suspense, romance e mistério!
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