Jogos Vorazes: A Esperança - O Final
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4,2
5666 notas

275 Críticas do usuário

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Manuela Prandini
Manuela Prandini

31 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 28 de dezembro de 2025
O tom é sério e, em alguns momentos, até desconfortável — o que funciona a favor da proposta do filme. No fim, A Esperança – Parte 2 fecha a saga de forma marcante, deixando uma sensação de reflexão, e não apenas de encerramento.
ines avelar
ines avelar

2 seguidores 129 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 10 de fevereiro de 2025
Dos 4 filmes este foi sem dúvida o único que me deixou mais desiludida

Ainda que não ache mau filme e que tenham tido um final feliz mesmo no meio de tanto mal, houve coisas que me deixaram confusa
Raquel Vitória
Raquel Vitória

4 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 17 de julho de 2024
Por incrível que pareça, houve uma melhoria em relação à parte 1. Mas ainda trouxe algumas surpresas estranhas, como os mutantes ?¿¿¿ . E coitado, opobre Gale levou um fora kkk. O filme teve um grande final, com Katniss matando a líder do discurso. E, no final, de repente, uma cena quase de novela com Katniss e Peeta como um casal feliz.
Vinícius d
Vinícius d

614 seguidores 676 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 28 de março de 2021
Encerram a franquia com essa obra e praticamente encerram mal, com grande potencial para fazer mais os dois primeiros filmes, os melhores e mais vibrantes. Repetição do terceiro filme, algumas cenas artisticamente bem produzidas, queriam fazer segunda parte, mas acabou Jogos Vorazes desde o terceiro filme, a temática interessante aqui são os personagens coadjuvantes, a retomada da democracia plena na civilização de Jogos Vorazes. Sim uma das boas partes é com Presidente Snow tem um final decente que todos aguardavam. O ator Donald Sutherland e maravilhoso e conseguiu atuar muito bem num filme com temática bastante puxando juvenil. Mas novamente o filme e longo, precisam fazer algumas cenas de namoricos entre o trio romântico para rolar o lero. Infelizmente Peeta teve seu personagem destruido, o cara virou um taciturno a partir do terceiro filme, simplesmente Josh Hutcherson ja deveria saber disso e praticamente perdeu o brilho nesse quarto filme. Alma Coin a historia e mal contada, foi legal ver a bela atuação de Julianne Moore que atuou muito bem mas faltou um pouco no filme de mostrar o lado mais vilão da personagem, como se via nas entrelinhas da historia, principalmente na passagem da morte da irmã de Katniss Everdeen. Os coadjuvantes atuaram no geral muito bem. Mas faltou mais brilho, quantas franquias encerram bem os filmes: Senhor dos Aneis, Harry Potter, entre outros....E não custa dizer: Katniss não é a dona mulher maravilha da revolução. Esperava mais.
Ricardo L.
Ricardo L.

63.291 seguidores 3.227 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 16 de outubro de 2017
Bom filme fecha essa franquia entre altos e baixos! Jennifer Laurence está linda e estupenda, atuação séria e mais que correta, merecia sim uma indicação ao óscar, roteiro bom, as com algumas falhas, visual bacana e fotografia bonita.
Victor Q.
Victor Q.

2 seguidores 12 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 5 de agosto de 2016
Acho que não foi o melhor filme. Está em 2o lugar. Gostaria que ele tivesse tido mais ação, por ser o último filme da saga, e o romance poderia ter dado mais espaço para um desenvolvimento maior da guerra. O bom é que as cenas de ação existentes são legais e realistas (destaque para a dos bestantes e a da batalha final, aquela em que os rebeldes atacam o Círculo da Cidade. O Epílogo foi ótimo, Katniss merece descansar. Peeta, Gale e Katniss foram bem desenvolvidos (com um destaque menor para Gale). A parte política é muito bem elaborada, mesmo sendo óbvia, o que não tira o brilho da cena da Avenida dos Tributos. As mortes podem não ter sido muito impactantes para Katniss mas foram mais, para mim, do que as do último Harry Potter. Enfim, foi um final muito bom. Não supera As Relíquias da Morte - Parte 2, mas o faz em relação a Amanhecer - Parte 2.
Lucas Alcântara
Lucas Alcântara

14 seguidores 49 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 16 de julho de 2016
Depois do excelente Esperança — Parte I (2014), Lawrence traz um filme batido e nada atraente, dando um dos piores fins possíveis para a franquia.
Como marketing, dividir a última adaptação do livro de Collins pode ter sido uma boa ideia. No início, em sua primeira parte, Francis Lawrence provou que poderia ter fôlego para a divisão, mas em sua segunda parte quebra todo o prometido. A sinopse digitada aqui pode parecer simples e curta, mas resume o filme ao seu máximo possível: seguindo os acontecimentos de A Esperança — Parte I, Katniss foge, sem autorização, para a Capital, com o intuito de assassinar o Presidente Snow.
No longa, Lawrence não dá chance ao público para respirar e pensar, jogando a trama imediatamente para as cenas de ação. Quebra o clima do filme, não tendo sutileza — o que o filme mais pareceu necessitar precisar—, e fazendo com que essa Parte II seja completamente dependente da Parte I. Em alguns momentos importantes, o longa chega até a ser apressado; como nas mortes de personagens, nas quais você não tem tempo para sentir o mínimo pesar por eles.
Outro ponto baixo da trama talvez possa ser a continuidade do triângulo amoroso de Katniss. Em seu antecessor, A esperança - Parte I, o filme restaura a velha amizade entre Katniss e Gale, mas já no desenrolar de sua sequência o diretor volta a investir no romance, quebrando os princípios de Katniss: num momento, ela está preocupada com Peeta nas mãos da Capital, já no outro está aos beijos com seu melhor amigo sem motivo algum — isso se deve, em parte, ao principal público alvo do filme.
spoiler: A tecla política na qual o filme bate salva o longa de ser um completo fiasco: as vezes é preciso mudar para continuar no mesmo lugar. O por quê do Distrito 13 nunca ter ajudado os outros distritos antes vem a tona, e Katniss novamente vê a razão: a guerra na qual luta não se trata de uma batalha à favor da população necessitada, justiça ao povo tanto dos Distritos quanto os da Capital. É apenas uma disputa acirrada de poder político, o que acontece muito atualmente em nossa realidade.

Outra salvação para o filme é a personagem Katniss, carregando nas costas o poder feminino representado de forma excelente.
Levando consigo mais um dos fatores dos livros, o longa acaba tão previsível pelo fato de carregar o mesmo final de franquias conhecidas como Harry Potter e até mesmo Crepúsculo. Porém, acho que podemos considerar isso um fan-service.
Os fãs provavelmente vão adorar, mas o resto do público talvez possa se sentir perdido pelo fato do filme começar tão abrupto. Seguindo a mesma altura em parte técnicas dos seus dois antecessores, com uma fotografia até certos pontos escura que faz Lawrence parecer Nolan dirigindo Batman -Begins, o filme não traz nada de surpreendente. Provavelmente, se o filme não tivesse sido dividido — mesmo contando com uma boa primeira parte —, teria um final digno e fecharia como uma trilogia competente.

Nota: 7/10
Kellippe L.
Kellippe L.

1 crítica Seguir usuário

3,0
Enviada em 27 de maio de 2016
achei que faltou mais ação. poderia ter sido melhor, mas esse dois últimos filmes deixaram a desejar.
Neto S.
Neto S.

30.587 seguidores 773 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 26 de março de 2016
Ainda se recuperando do choque de ver Peeta (Josh Hutcherson) contra si, Katniss Everdeen (Jennifer Lawrence) é enviada ao Distrito 2 pela presidente Coin (Julianne Moore). Lá ela ajuda a convencer os moradores locais a se rebelarem contra a Capital. Com todos os distritos unidos, tem início o ataque decisivo contra o presidente Snow (Donald Sutherland). Só que Katniss tem seus próprios planos para o combate e, para levá-los adiante, precisa da ajuda de Gale (Liam Hemsworth), Finnick (Sam Claflin), Cressida (Natalie Dormer), Pollux (Elder Henson) e do próprio Peeta, enviado para compôr sua equipe. Bom filme, tem cenas otimas, atuaçoes convicentes, mesmo nivel do primeiro e terceiro filme. Nota 8.0
Ricardo M.
Ricardo M.

13.444 seguidores 697 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 22 de março de 2016
Quase épico, mas real.

Ao assumir o comando da saga idealizada pela escritora Suzanne Collins, o diretor Francis Lawrence não parecia capaz de criar algo que alçasse a série a um status de referência, dado seu histórico tão oscilante no cinema. Curiosamente, os três filmes que Lawrence comandou surgem como uma grandiosa absorção do poder político existente na obra de origem, pontuados de forma generosa.

Iniciado exatamente no ponto em que A Esperança: Parte 1 terminou, Katniss (Jennifer Lawrence) volta a servir como peça propagandista dos rebeldes que a utilizam para realçar a imagem do tordo salvador, alguém que está na linha de frente, capaz de enfrentara tudo e todos em busca da liberdade de Panem. Isso chega a consumir cerca de 40min iniciais do filme, pois as ações que levam o grupo de Katniss a capital são sempre registradas em vídeo, algumas vezes sutil, outras bem explícitas. Essa insistência faz com a que a protagonista perceba os primeiros indícios de que está sendo manipulada em prol de algo diferente de suas ideologias. Acompanhada por personagens já bem desenvolvidos nos filmes anteriores, a invasão da Capital sofre com baixas durante seu percurso, alguns até mesmo bobos, principalmente pela importância conquistada por certos personagens nos outros filmes da franquia.

A busca por derrubar Snow do trono de Presidente rende bons, e tensos momentos, principalmente realçados com certa competência pela montagem ágil. Duas sequências, em especial, são bem interessantes: a fuga dos bestantes, cujo desenvolvimento relembra bons momentos do ótimo Eu Sou a Lenda também dirigido por Lawrence, com um tom claustrofóbico por conta do local; e também a sequência de chegada à mansão, em que tempos um contraponto entre lealdade e desejo de poder, conceito este que molda de vez aqueles que desejam a liberdade.

Evidentemente que, apesar de ser uma grande produção precedida por outros filmes bem avaliados, em especial o antecessor direto, é nítida a queda de performance narrativa neste A Esperança: O Final. O ponto mais forte, que ganhou seu ápice no filme anterior, fica relegado aos momentos finais, a política da qual Katniss era peça chave, aqui quase inexiste, pois o foco fica tão direcionado a invasão e cenas de ação que mal somos lembrados do que realmente importa: a liberdade e a derrocada de um governo tirano.

Apesar de serem vários os problemas existentes no desenvolvimento da história, incluindo aí o pouco aproveitamento de personagens como Haymitch Abernathy (Woody Harrelson), Beetee (Jeffrey Wright), Effie Trinket (Elizabeth Banks), Presidente Snow (Donald Sutherland), Finnick Odair (Sam Claflin), Johanna Mason (Jena Malone) e Comandante Lyme (Gwendoline Christie); ainda sim o roteiro ilustra de forma pontual com as dificuldades da protagonista em ter que lidar com um fardo tão pesado, além de sermos agraciados com a pequena, mas ótima, performance do falecido Philip Seymour Hoffman, o astuto e convincente Plutarch Heavensbee.

Arquitetando sua narrativa durante três outros filmes, a saga protagonizada por Katniss Everdeen ganha, em seu último episódio, uma conclusão sóbria e contemporânea. Sóbria porque faz sentido dentro daquilo que se esperava, e contemporânea porque ilustra como a sociedade perde ante a tirania de um governo despreparado, que vislumbra unicamente interesses pessoais e de poder, ainda que isso resulte na destruição dos valores éticos, culminando na completa destruição do respeito pela sociedade.
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