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3,5
Enviada em 25 de janeiro de 2016
O primeiro Mad Max é simplesmente sensacional. Primeiro filme de Miller e primeiro protagonismo de Gibson no cinema – há quem diga que o jovem ator ganhou o papel após ter se envolvido em uma briga de bar e seu rosto machucado ficou marcado na mente do produtor de elenco – a história se passa em uma Austrália recém pós-apocalíptica, onde as pessoas tentam sobreviver com recursos limitadíssimos, mas a criminalidade aumenta vertiginosamente. Cercados de um deserto imenso e longas estradas abandonadas, a população sofre com o surgimento de gangues violentas que roubam, estupram e fazem o que bem entendem sem medo da justiça, representada por um departamento que pouco pode fazer contra a burocracia dos tribunais, a falta de recursos e as poucas queixas prestadas pela oprimida população.
O policial mais temido e eficiente é Max Rockatansky (Gibson), recordista em prisões juntamente com seu amigo Jim “Goose” (Steve Bisley), ambos percorrem as estradas atendendo a chamados de emergência e tentando manter a ordem em um mundo visivelmente desacreditado e inóspito. Aos poucos Max vai percebendo que a situação está longe de melhorar, com inocentes morrendo e inúmeras batalhas que apenas mancham de sangue as estradas desertas. Cansado de tudo isso, ele decide aposentar-se mesmo a contragosto de seu superior (que acredita que Max seja um símbolo, um herói solitário em tempos de guerra), para passar mais tempo com sua esposa Jessie (Joanne Samuel) e sua filhinha. O que surpreende na direção de Miller é sua habilidade nas impressionantes cenas de perseguição em alta velocidade, muito bem coreografadas e com batidas e explosões viscerais e de tirar o fôlego do espectador. Mas talvez apenas esse jogo de “gato e rato” de Max perseguindo as gangues não fosse suficiente e, sabendo disso, o diretor adicionou um elemento que acabou movendo a trama do meio para o final do filme: a vingança. Em uma decisão ousada e acertada, vemos uma das gangues perseguir e assassinar friamente a esposa e a filha de Max que fugiam a pé pela estrada. Sem mais nada a perder, Mad Max busca sua vingança aniquilando um por um os malfeitores, e quando pensamos que ele irá saborear por completo sua vingança, o filme acaba repentinamente, deixando aquele gostinho de quero mais.
Ao contrário do que muitos pensam, considero este primeiro filme tão importante e bem feito quanto sua sequência, muito mais popular. Um filme de ação bem à frente do seu tempo, com algumas falhas (embora pouco expressivas), mesclando filmes referência de perseguição, como “Duel” (1971), de Steven Spielberg e filmes de vigilantes, bastante comuns na época. Custando $400 mil dólares e arrecadando mais de $100 milhões, tornou-se um dos filmes mais rentáveis da história e trouxe sucesso imediato a Miller e principalmente Mel Gibson.
Assistido novamente em 14/11/2015 Mel Gibson ficou perfeito no papel de Max Rockatansky; Destaque para o formidável carro V8; O filme traz uma história de agonia e suspense
Num futuro próximo, o combustível que alimenta os motores dos carros é também motivo para crimes perpretados por violentas gangues. Max é um jovem policial e junto com seus companheiros patrulha as estradas a fim de impedir a ação daqueles que insistem em perturbar a paz. A morte de um membro pelas mãos de Max dá início a uma série de crimes cruéis cometidos contra sua família e o melhor amigo. Assim, Max só tem uma escolha: vingança . Mad Max e um filme q começa ja com uma Perseguiçao da Policia , e um filme meio Doido Mais Ainda sim e Um Bom Filme Com Uma Historia Interessante e com Uma Otima Atuaçao de Mel Gibson , Bom Nota 8.0
Uma coisa precisa ser dita. Mad Max faz parte de um panteão de fábulas contemporâneas do cinema mundial. Não é exagero coloca-lo lado a lado de histórias como Exterminador do Futuro (1984) e Robocop (1987) – em especial, às histórias “inaugurais” das franquias. São metáforas muito bem-acabadas, numa feitura pop, que lançam bases para um mundo muito próprio, além de oferecer um olhar muito diferente e crítico do homem moderno.
A diferença – e originalidade – em relação às citadas franquias é que Mad Max desenha um futuro decadente, precário, brutalizado. Um retrocesso à barbárie.
Em uma Austrália pós-apocalíptica, motoqueiros sádicos aterrorizam aquilo que restou da civilização. Em um mundo de escassez, pessoas matam e morrem por combustível.
O filme é uma aventura solitária de Max Rockatansky (Mel Gibson em início de carreira), um policial destemido que declara guerra contra os motoqueiros selvagens que assassinaram cruelmente a sua família.
Em seu primeiro longa, George Miller faz um filme baixo-orçamento, com poucos recursos e muito sangue nas veias. Seu maior trunfo está na história, com destaque na perseguição de carros. Miller quer realmente fazer jus à palavra ação.
Há também uma caracterização quase expressionista dos personagens. Ou seja, a falta de recursos do diretor novato – e um ar um tanto tosco do filme – torna-se elemento que agrega valor à narrativa.
Os motoqueiros são uma espécie de cangaceiros neo-punks, homens brutalizados pelas máquinas – embora com alguns lances homoeróticos sutis –, uma gangue nômade que espalha o caos por onde passa. O filme toma então um aspecto de “faroeste motorizado”, permitindo-se assim algumas leituras.
Crítica à Revolução Industrial? Pode ser. Ao mesmo tempo em que desenha o homem dependente das máquinas, o contraponto é justamente um mundo de recursos escassos. O vício da gangue é a velocidade, mas... como manter isso no pós-apocalipse.
Mad Max começa sem prólogos. E termina sem uma conclusão muito bem caracterizada. Mas o filme por si só se basta.
Em um futuro distópico, com o começo da escassez de comida e principalmente combustível, Max é um patrulheiro que, após uma perseguição que ocasiona a morte de uma gangue de motoqueiros deliquentes, vê essa gangue chegar a sua cidade, causando distúrbios no local e perseguindo seu melhor amigo, sua mulher e seu filho. Depois que conseguem matá-los, Max vendo tudo que perdeu parte para o único destino que teria: vingança cobtra aqueles que o feriram emocionalmente. Um belo trabalho de George Miller como diretor, boas atuações, claro, com o destaque para o então estreante (e bem novinho) Mel Gibson, que demonstra o seu talento, principalmente para filmes de ação. Uma ótima representação de um mundo que estava a beira do colapso total, mesclando uma parte mais sentimental com ótimas cenas de ação e perseguição.
O Filme não é como os outros,não é de apocalypse e sim de policial caçando bandido,o filme é legal mais é muito chato hoje em dia,recomendo que assistam o remake.
A trama mostra um futuro caótico,o desenvolvimento do personagem interpretado por Mel Gibson é feito de maneira sensacional,tem situações envolventes e cenas de ação que são ótimas.
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