Não recomendado para menos de 14 anos
Côte d'Azur, 1915. Pierre-Auguste Renoir (Michel Bouquet) é atormentado pela morte da esposa, as dores da artrite e a preocupação com o filho Jean (Vincent Rottiers), que luta na Primeira Guerra Mundial. Eis que surge em sua vida Andrée (Christa Theret), uma jovem bela e radiante que desperta no pintor uma inesperada energia. Rejuvenescido, Renoir a torna sua musa. Quando Jean retorna à casa do pai para se recuperar de um grave ferimento na perna, ele se envolve com Andrée e a torna também sua musa, mas de um sonho ainda distante: o de fazer cinema.
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3,5
Bom
Renoir
Pai e filho
por Francisco Russo
Existe uma curiosa tendência no cinema atual que tem investido não propriamente em cinebiografias, mas em momentos específicos da vida de celebridades. É o caso de Sete Dias com Marilyn (período em que a atriz atuava em O Príncipe Encantado), Hitchcock (bastidores de Psicose), Lincoln (a negociação em torno do fim da escravidão nos Estados Unidos) e o telefilme A Garota (o relacionamento de Alfred Hitchcock com a atriz Tippi Hedren). O drama francês Renoir segue nesta linha ao não focar nem a vida do pintor Pierre-Auguste Renoir nem a do cineasta Jean Renoir, seu filho. É o elo entre os dois, com o pintor já consagrado e o nascimento do cineasta, o grande tema deste filme que explora muito os diálogos e o lado técnico para mostrar um pouco de quem foi cada um deles.
Logo de início o filme se destaca pela fotografia, nitidamente pensada de forma a ressaltar na telona o estilo de pintura d
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2:02
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Um presente.. a fotografia maravilhosa da vida às telas de Renoir.. Trabalho fantastico deste diretor ..ver o mundo pelo olhos de Renoir é realmente um grande presente.A luz, presença marcante nas telas.. fez do filme algo para beber devagar com os olhos... recomendadissimo!!!
Um belo filme de arte, no qual cada cena lembra um quadro, mérito da excepcional fotografia. O filme mais sugere do que mostra. Renoir, já idoso e doente, rejuvenesce ao conhecer Dedé e torná-la sua musa, o que desperta a inveja da criadagem da casa. Mas os dois filhos do pintor, o menino Coco e o jovem Jean (que volta ferido da Primeira Guerra Mundial) também se interessam pela bela jovem, o que provoca conflitos familiares. Algumas ...
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Estilo longa metragem, filme paradão, sem muito diálogo, história bem pequena e quando menos se espera acaba o filme. Não recomendo.
O filme é uma verdadeira obra de arte, tal qual as telas de Renoir, não é uma biografia detalhada do pintor Renoir, mas sim os últimos momentos do artista com sua família. A fotografia nos relembra suas pinturas, suaves e coloridas.
Mudança de cenário
As filmagens ocorreram na região do Var, no sul da França, ao invés de nos Collettes, onde Renoir passou seus últimos anos.
Intérprete de Renoir
Para Gilles Bourdos, o ator Michel Bouquet possui a mesma obstinação e a mesma coragem que Renoir.
Entrando no personagem
Para compreender Pierre-Auguste Renoir, o ator Michel Bouquet leu diversas vezes o livro "Pierre-Auguste Renoir, mon père", escrito por Jean Renoir.
curiosidades
Nacionalidade
França
Distribuidor
EUROPA FILMES
Ano de produção
2012
Tipo de filme
longa-metragem
Curiosidades
7 curiosidades
Orçamento
-
Idiomas
Francês
Formato de produção
-
Cor
Colorido
Formato de áudio
-
Formato de projeção
-
Número Visa
-
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