Média
4,5
6151 notas
5
232 críticas
4
155 críticas
3
37 críticas
2
18 críticas
1
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Esse filme é muito bom, a história é incrível ainda mais baseada em fatos reais. é um tipo de filme que voce veria varias vezes sem nenhum problema.
Um bom filme, um roteiro de certa forma bem amarrado ele cumpre as "regras" que propõe eu particularmente não achei tão assustador mas não deixa de ser um bom filme que vale apena ser assistido.
Um dos melhores filmes de terror da atualidade e toda a história de horror no cinema.
Invocação do mal transmite uma experiência aterradora, senão, fenomenal.
Vera Farmiga em sua melhor forma, mostrando todo o seu potencial e talento.
História totalmente envolvente e coerente.
Invocação do mal transmite uma experiência aterradora, senão, fenomenal.
Vera Farmiga em sua melhor forma, mostrando todo o seu potencial e talento.
História totalmente envolvente e coerente.
Um dos melhores filmes de terror que assistir, além de ser baseado em fatos reais, o filme trás um embalo muito forte, lembrou muito o " o exorcista" um clássico da década de 70.
Cercado de boas criticas e expectativas altas Invocação do Mal deixa muito a desejar; com enredo e produção fracos, a historia está longe de ser inovadora, nada de diferentes de filmes sobre possessão e casas assombradas.
A atuação foi um pouco fraca e até forçada em algumas partes, difícil criar empatia por algum personagem.
A historia ficou rasa, não foi aprofundado nada que pudesse nos fazer ficar vidrados na tela. A parte que o inimigo enfim aparece é tão rápida que ficamos ate meio perdidos. Quando finalmente chega ao clímax ele acaba muito rápido; tipico caso de nem começou e já acabou.
A atuação foi um pouco fraca e até forçada em algumas partes, difícil criar empatia por algum personagem.
A historia ficou rasa, não foi aprofundado nada que pudesse nos fazer ficar vidrados na tela. A parte que o inimigo enfim aparece é tão rápida que ficamos ate meio perdidos. Quando finalmente chega ao clímax ele acaba muito rápido; tipico caso de nem começou e já acabou.
Diferente do que poderíamos imaginar, a direção precisa, acelerada e gore de James Wan em Jogos Mortais não apresenta comparações neste Invocação do Mal, que se insere no gênero de horror realizando pequenas homenagens de obras icônicas enquanto ensaia um estilo visual mais agradável ao público de hoje.
Filme bem fraquinho e chato. As atuações foram péssimas,e os personagens não demonstravam medo nas cenas. Foram quase duas horas de filme com mais da metade de enrolação. Enfim, o filme foi uma porcaria e serve como aviso para quem for assistir.
Este filme é fantástico! A atuação de todos está bastante convincente - Patrick Wilson, Vera Farmiga. Lily Taylor volta em um papel excelente! As crianças estão todas convincentes e consistentes. Personagens muito bem elaborados. Não é só um bom filme de terror, é um excelente filme sob muitos aspectos!
Ótimo filme, fiquei sem dormir por muito tempo, mesmo tendo algumas atuações bem baixas,principalmente das filhas mais velhas, filme se tornou o melhor filme de terror até hoje!!
spoiler:
Recentemente, os filmes do gênero terror vêm desagradando ao público apreciador. Os sustos são óbvios, as cenas não tão chocantes e os finais, principalmente, sem tempero ou lógica. No entanto, a franquia “Invocação do Mal”, que se iniciou com o primeiro filme em 2013, surpreendeu. Os dois filmes lançados (o mais recente em junho de 2016), agradaram ao público.
O início de Invocação do Mal (2013), repetido no outro filme , “Annabelle” (2014), revela um toque de suspense ao telespectador, ao mesmo tempo em que já se conecta com o outro (Annabelle). Apresenta, também, de forma natural, Ed Warren, investigador paranormal que aparece ao longo dos dois filmes da franquia, inclusive do primeiro. Um ponto importante, a apresentação natural dos personagens.
O formato da história não é muito original em relação a outras tramas do gênero. A família se muda para uma nova casa, assombrada, e as aparições começam a noite. No entanto, reflete um fato interessante: a família possui pouca fé, o que alimenta ainda mais a entidade demoníaca.
O final é brilhante. O exorcismo é muito bem trabalhado e realista. A cena a seguir, com a bruxa já incorporada em Carolyn (Lili Taylor), provoca reação ao telespectador. Há, ainda, o terror acontecendo em duas situações: com a Carolyn possuída, juntamente com Ed e Lorraine Warren (Patrick Wilson e Vera Formiga), os investigadores que promoveram o exorcismo, e na casa da família de Lorraine, com a filha assombrada por um espírito maligno, mostrando, inclusive, a boneca Annabelle.
A ação na casa é explicada ao longo do filme, enriquecendo o enredo , já que a presença explica-se. A escolha das bruxas também aprovo, uma vez que sempre associa-se a bruxa a um personagem maligno.
O final compensa as cenas menos emocionantes, como as do início, com pouca movimentação (ao contrário do que é visto em “Invocação do Mal 2”). Isso revela a qualidade da produção. “Jessabelle” (2015), por exemplo, não é um filme completo por conta da precariedade do final, decepcionante; o filme se perde ao longo da trama. “Invocação do Mal”, por outro lado, empolgou.
O desafio para a atuação das crianças no segundo filme da franquia certamente rendeu maiores créditos ao elenco, uma vez que a principal protagonista é uma criança. Houve uma evolução no elenco. Não que o primeiro não seja digno de elogios. O destaque (positivo) irá para Vera Farmiga e Lili Taylor, que brilhantemente atuaram em seus papéis. Vera Formiga encarnou a exaustão de uma vida em contato com o paranormal, e deixou isso claro ao telespectador. Lili foi fantástica no desafio de interpretar a personagem quando possuída, ao encerramento do filme. Esperava-se uma maior ação do pai da família, interpretado por Ron Livingston, já que, durante a história, aparentemente é a mãe, Carolyn, que é o centro da proteção. Uma pequena falha, porém, o elenco no geral agrada muito.
“Invocação do Mal” mostra um excelente nível no quesito produção, e isso é bem mostrado na cena do exorcismo, como já dito, realista. A entidade é revelada de modo natural, nada forçado. Somam-se ás cenas de suspense e susto a excelente trilha sonora, digna de elogios. Essa contribuí para o susto e medo a quem assiste. É perfeitamente colocada durante as aparições. Dos filmes de terror que já assisti a trilha sonora melhor produzida foi a deste.
O cenário, porém, é um pouco clichê. É assustador, no entanto, é a velha história de uma casa no meio do nada e sombria. Típico de filmes de terror. Houve essa evolução no segundo filme, com uma família que, mesmo vivendo em um bairro URBANO e vizinhos á disposição, sofreu a influência do mal.
As poucas críticas negativas que tenho não tiram, de modo algum, da minha lista de favoritos. É um filme totalmente capaz de entreter ao bom amante do gênero de terror.
Recentemente, os filmes do gênero terror vêm desagradando ao público apreciador. Os sustos são óbvios, as cenas não tão chocantes e os finais, principalmente, sem tempero ou lógica. No entanto, a franquia “Invocação do Mal”, que se iniciou com o primeiro filme em 2013, surpreendeu. Os dois filmes lançados (o mais recente em junho de 2016), agradaram ao público.
O início de Invocação do Mal (2013), repetido no outro filme , “Annabelle” (2014), revela um toque de suspense ao telespectador, ao mesmo tempo em que já se conecta com o outro (Annabelle). Apresenta, também, de forma natural, Ed Warren, investigador paranormal que aparece ao longo dos dois filmes da franquia, inclusive do primeiro. Um ponto importante, a apresentação natural dos personagens.
O formato da história não é muito original em relação a outras tramas do gênero. A família se muda para uma nova casa, assombrada, e as aparições começam a noite. No entanto, reflete um fato interessante: a família possui pouca fé, o que alimenta ainda mais a entidade demoníaca.
O final é brilhante. O exorcismo é muito bem trabalhado e realista. A cena a seguir, com a bruxa já incorporada em Carolyn (Lili Taylor), provoca reação ao telespectador. Há, ainda, o terror acontecendo em duas situações: com a Carolyn possuída, juntamente com Ed e Lorraine Warren (Patrick Wilson e Vera Formiga), os investigadores que promoveram o exorcismo, e na casa da família de Lorraine, com a filha assombrada por um espírito maligno, mostrando, inclusive, a boneca Annabelle.
A ação na casa é explicada ao longo do filme, enriquecendo o enredo , já que a presença explica-se. A escolha das bruxas também aprovo, uma vez que sempre associa-se a bruxa a um personagem maligno.
O final compensa as cenas menos emocionantes, como as do início, com pouca movimentação (ao contrário do que é visto em “Invocação do Mal 2”). Isso revela a qualidade da produção. “Jessabelle” (2015), por exemplo, não é um filme completo por conta da precariedade do final, decepcionante; o filme se perde ao longo da trama. “Invocação do Mal”, por outro lado, empolgou.
O desafio para a atuação das crianças no segundo filme da franquia certamente rendeu maiores créditos ao elenco, uma vez que a principal protagonista é uma criança. Houve uma evolução no elenco. Não que o primeiro não seja digno de elogios. O destaque (positivo) irá para Vera Farmiga e Lili Taylor, que brilhantemente atuaram em seus papéis. Vera Formiga encarnou a exaustão de uma vida em contato com o paranormal, e deixou isso claro ao telespectador. Lili foi fantástica no desafio de interpretar a personagem quando possuída, ao encerramento do filme. Esperava-se uma maior ação do pai da família, interpretado por Ron Livingston, já que, durante a história, aparentemente é a mãe, Carolyn, que é o centro da proteção. Uma pequena falha, porém, o elenco no geral agrada muito.
“Invocação do Mal” mostra um excelente nível no quesito produção, e isso é bem mostrado na cena do exorcismo, como já dito, realista. A entidade é revelada de modo natural, nada forçado. Somam-se ás cenas de suspense e susto a excelente trilha sonora, digna de elogios. Essa contribuí para o susto e medo a quem assiste. É perfeitamente colocada durante as aparições. Dos filmes de terror que já assisti a trilha sonora melhor produzida foi a deste.
O cenário, porém, é um pouco clichê. É assustador, no entanto, é a velha história de uma casa no meio do nada e sombria. Típico de filmes de terror. Houve essa evolução no segundo filme, com uma família que, mesmo vivendo em um bairro URBANO e vizinhos á disposição, sofreu a influência do mal.
As poucas críticas negativas que tenho não tiram, de modo algum, da minha lista de favoritos. É um filme totalmente capaz de entreter ao bom amante do gênero de terror.
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