Cauby (Gustavo Machado) tem 40 anos, trabalha como fotógrafo de uma revista semanal e resolveu trocar São Paulo pelo interior do Pará. Cético em relação ao amor e devotado à beleza, ele encontra num lindo cenário amazônico a bela e instável Lavínia (Camila Pitanga), mulher do pastor Ernani (Zecarlos Machado), homem que acredita ser possível consertar as contradições humanas. Mas no interior do país ainda existem lugares onde a honra se lava com sangue e Cauby não imaginava que acabaria envolvido num triângulo amoroso imprevisível, fazendo com que ele perdesse o controle da própria vida.
Prime Video
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4,0
Muito bom
Eu Receberia as Piores Notícias dos Seus Lindos Lábios
O amor e o intelecto
por Bruno Carmelo
A primeira imagem nos mostra o corpo nu de uma mulher. Como um animal, ela rasteja sobre a areia, encara a câmera, esconde-se. Esta mulher, que nós não tornaremos a ver, representa de certa forma a abordagem do filme: um olhar masculino, curioso e quase biológico, aos segredos do corpo e da alma feminina.Em Eu Receberia as Piores Notícias dos Seus Lindos Lábios, o diretor Beto Brant e o escritor Marçal Aquino, autor do livro homônimo, criam uma protagonista de grande complexidade: Lavínia, mulher sedutora, belíssima, ao mesmo tempo ingênua e dotada de uma psique inacessível. A exemplo de outras grandes personagens femininas do teatro, como a ambígua Blanche de Um Bonde Chamado Desejo ou a manipuladora Martha de Quem Tem Medo de Virginia Woolf?, Lavínia monopoliza o universo do filme. A obsessão amorosa, sexual e imagética por esta mulher é o próprio tema da história.Lavínia tem a sorte d
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Um drama sensual, bonito e delicado sobre um triângulo amoroso vivido na Amazônia. Destaque absoluto para a atuação sensacional de Camila Pitanga, que transforma sua personagem em um microcosmo da mulher, passando por vários sentimentos e estilos sem se perder de sua personagem. Gustavo Machado e Zecarlos Machado, também, estão bem e convincentes - o primeiro tem uma química especialmente forte com Camila. Gostei do longa mostrar as cenas ...
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Em nosso interior muitas vezes somos inimigos de nós mesmos. Há um combate intenso sobre o que é certo e errado. Nosso lado mais primitivo quer que aceitemos seus desejos sem tomar conhecimento das consequências enquanto o inverso tenta trazer alguma sensatez. Nesse filme Beto Brant em parceria com Renato Ciasca aborda esse embate e suas consequências. Critica o desmatamento na Amazônia e nos passa que nem sempre uma atração física ...
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Um excelente filme com um bom roteiro e condução do Brant. Fiquei surpreso com Camila Pitanga. Ela foi perfeita na dramatização. Quero ver outro filme dela. Parabéns pela fotografia e pela qualidade dos artistas impecáveis na representação de seus personagens. Podemos compreender melhor a religião cumprindo uma função social, os impulsos humanos, a patologia psiquiátrica...
Filme ótimo e retrata pontos isolado do Brasil a fundo. Filme delicado e triste. Atuações muito boas.
Um filme, dois diretores
O filme foi dirigido por Beto Brant e Renato Ciasca, parceiros de longa data desde os tempos da faculdade. Os dois já tinham vivido essa experiência antes no filme Cão Sem Dono (2007).
Fonte de inspiração
O filme foi inspirado no livro homônimo escrito por Marçal Aquino, publicado em 2005 pela editora Cia. das Letras.
Fez o livro e botou a mão no roteiro
Aquino, além de escrever o livro, também meteu a mão na massa e fez o roteiro do filme. Ele e Beto Brant possuem uma forte conexão profissional e pessoal.
curiosidades
Nacionalidade
Brasil
Distribuidor
SONY PICTURES
Ano de produção
2011
Tipo de filme
longa-metragem
Curiosidades
7 curiosidades
Orçamento
-
Idiomas
Português
Formato de produção
-
Cor
Colorido
Formato de áudio
-
Formato de projeção
-
Número Visa
-
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