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Yan
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47 críticas
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4,0
Enviada em 16 de julho de 2014
Febre do Rato é um tapa na cara. O convencional não palavra que usa neste filme. A exposição do sexo e do nú e exacerbada de forma proposital. Algumas cenas do filme constrangem. A fotografia é, sem dúvida, o ponto forte deste filme. Uma obra de arte. É admirável a coragem dos atores na exposição frontal do nú. Irandhir Santos em uma atuação que há muito não se via no cinema nacional, sem exagero, digna de Oscar. Nanda Costa com um papel de muita coragem.
Esse filme é escandalosamente ruim. Já vi filmes ruins mas esse bateu todos os recordes. Os personagens quase sempre estão bêbados e travando diálogos totalmente sem pé nem cabeça. O Brasil tem tantos lugares bonitos que eu fico sem entender como o cinema nacional insiste em só mostrar as mazelas e desgraças da nossa sociedade. O filme é decadente do começo ao fim, faz questão de chocar, de ser nojento, só mostra pobreza, prostituição, uso de drogas e personagens bêbados. Quando vc acha que não tem mais como piorar, os protagonistas infelizes resolvem se masturbar na maior cara de pau. Quem disse que esse filme é bom deve estar brincando. Quando chega na metade o público enfurecido começa a se retirar. É por essas e outras que os gringos dão risadas do nosso cinema e acham que vivemos numa selva onde vale qualquer coisa... Realmente é um soco no estômago, um lixo, dá vontade de vomitar!
Incrível como Claudio Assis ainda consegue nos surpreender em mais uma obra-prima cinematográfica... Para revirar as entranhas da nossa mente e alma, com um toque de poesia e sátira, além da irreverência sarcástica! Irandhir Santos mais do que nunca firmando-se como o maior ator de cinema nacional da atualidade. Recomendadíssimo!
Filme fantástico, poesia em todas as formas possíveis de se existir. No cenário recifense se passa a vida de um poeta que capito o seu mal estar social frenético transformando-a em uma poesia crua,seca e mesmo assim cheia de desejos utópicos cedentes de existência.
Mais um soco no estômago da dupla Hilton Lacerda e Cláudio Assis. Filme impactante, poético e que tem como maior legado a entrega incondicional do elenco. Sobre o roteiro, eu diria que trata do real cotidiano das comunidades do Recife ou qualquer outra cidade, onde apesar da miséria e injustiça social, a vida pulsa como em todo lugar. As pessoas se divertem, sofrem, amam... Gosto também do sotoque fora do eixo (Rio/São Paulo) e da enorme crueza. Sem dúvida uma maneira diversa de enxergar através das lentes.
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