Moscou Contra 007
Média
4,2
155 notas

15 Críticas do usuário

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Carlos Taiti
Carlos Taiti

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2,5
Enviada em 23 de janeiro de 2026
 **Crítica | Moscou Contra 007 (From Russia with Love, 1963)**

**Ano:** 1963 | **Duração:** 115 minutos
**Gêneros:** Espionagem • Suspense • Aventura

**Elenco principal:**

* **Sean Connery** como *James Bond* — mais confiante e confortável no papel do agente 007
* **Daniela Bianchi** como *Tatiana Romanova* — a enigmática Bond Girl envolvida no jogo político
* **Lotte Lenya** como *Rosa Klebb* — agente fria da **SPECTRE**
* **Robert Shaw** como *Red Grant* — o assassino implacável

️ **Enredo & História**
Em *Moscou Contra 007*, Bond volta a enfrentar a organização **SPECTRE**, agora manipulando as tensões da Guerra Fria entre EUA e URSS para provocar um conflito de proporções globais. A ameaça política é maior, mas o tom do filme é curiosamente mais leve e contido que o anterior. A narrativa aposta mais em espionagem e jogos psicológicos do que em grandes cenas de ação.

 **Produção, Fotografia e Efeitos**
A produção mantém o estilo clássico dos anos 60, com locações elegantes e fotografia sóbria. Os efeitos especiais são discretos, mas funcionais. Destaque para a introdução mais clara de **Q**, o inventor da agência, que começa a equipar Bond com engenhocas simples, porém icônicas — um passo importante para a identidade da franquia.

 **Atuações**
Connery segue carismático, embora menos explosivo. Robert Shaw se destaca como antagonista físico, enquanto as Bond Girls continuam sendo um dos grandes atrativos visuais e simbólicos do filme.

 **Sequências & Filmes Semelhantes**
Segundo filme da franquia 007, sucedido por *Goldfinger*. Filmes semelhantes incluem *Dr. No* e *O Espião que Saiu do Frio*.

✅ **Vale a pena assistir?**
Vale como evolução do universo Bond, mas sem o impacto ou a ousadia que a série teria mais adiante.

⭐ **Nota:** **5 / 10**

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Daniel D.
Daniel D.

8 seguidores 187 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 16 de agosto de 2024
Bond vai a Istambul pra buscar um objeto.. arruma uma noiva e depois que explodem um local roubam a maleta e passam a fugir... No trem tem mortes e lutas e depoia mais algumas cenas bizarras com um helicóptero e uma briga no mar... O ponto fraco são as lutas, parece que sequer ensaiaram... As explosões são interessantes para a época...
Marcelo Marques
Marcelo Marques

67 seguidores 194 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 25 de janeiro de 2021
Excelente filme, a trilha sonora james Bond theme contínua muito presente, oque me agrada muito, enfim, ja assisti esse Filme pelo menos umas 3 vezes, eh um dos meus favoritos de toda a franquia, a interaçao de James Bond com a Bond Girl é muito envolvente e convincente, e que Bond Girl Linda, Mulher maravilhosa, esse Filme tem algumas cenas de ação Marcantes, os cenários bons, com veiculos e atmosfera da época dão um belo charme ao visual do filme, o inimigo De Bond é um vilão marcante.
Sean Connery pra Mim é o 007/ James Bond perfeito !
Um cara "Macho foda", Garanhão, Viril, sedutor, e selvagem, um Tipico "Homem de verdade", sempre seguro de Si.
Sean Connery o Melhor James Bond de Todos os Tempos !
Vinícius d
Vinícius d

614 seguidores 676 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 1 de agosto de 2020
Sequência do filme Dr No, mais um pouco sobre a Spectre. Engraçado, carismatico, Sean Connery. Comparado ao filme anterior fica o elogio da tomada de cenas espetaculares: Istambul nos anos 60, viagem de trem. Esse filme marca mais que o outro pelos cenários bem filmados da época. Todos atores espetaculares, inclusive aqueles apenas coadjuvantes, conseguem capturar a atenção. 007 tenta recuperar uma maquina de cifra usada pela URSS que fora roubada para interesses da organização da Spectre.
Adriano S.
Adriano S.

2 seguidores 14 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 17 de julho de 2018
Uma verdadeira obra prima, um filme que começa a ter boa parte dos principais ingredientes que consagraram a série Bond. O filme em meu ponto de vista é excelente, trama envolvente, bem fiel a obra de Ian Fleming, sem falar que de todos os 24 filmes, esse é o que mais tem o tom de espionagem, fazendo lembrar uma trama de Hitchock (Intriga Internacional). Super recomendo, um dos melhores de Connery no papel e um dos mais importantes exemplares da franquia Bond.
Jairo D.
Jairo D.

1.348 seguidores 305 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 5 de setembro de 2017
'Moscou contra 007' é considerado um dos melhores filmes da franquia e é justo este patamar atingido por ele. Nele somos apresentados ao primeiro Gadget do agente: Uma maleta com bombas de gás lacrimogêneo, facas e moedas de ouro. Há também neste momento a primeira referência da divisão Q, que futuramente daria origem ao personagem de mesmo nome. A história é mais realista, elaborada e interessante. As cenas são grandiosas, com a presença de explosões e perseguições em lanchas de alto mar, algo que é marca da franquia, mas de fato este final elaborado não empolga tanto e parece forçado.
De qualquer forma, o longa diverte e mantém aceso o interesse por mais aventuras do agente secreto.
Ricardo L.
Ricardo L.

63.274 seguidores 3.217 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 17 de julho de 2017
Ótimo filme que dar sequencia ao grande sucesso de critica e de publico que foi Doutor No, Moscou não consegue bater o 1°, mas chega perto, com cenas de espionagem de primeira linha, ação a toda prova e atuações ótimas de Sean Connery e companhia.
cinetenisverde
cinetenisverde

29.471 seguidores 1.122 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 16 de janeiro de 2017
O segundo filme da franquia James Bond — Moscou Contra 007 — irá estabelecer Sean Connery no papel principal, além de contar com o mesmo diretor e roteiristas. Um pouco mais confuso, muitas vezes desnecessariamente, a missão do 007 é obter um decodificador russo das mãos de Tatiana Romanova (Daniela Bianchi), uma agente do serviço secreto. O que o agente britânico ainda desconhece é que essa é uma armadilha dupla, armada pela SPECTRO, a mesma gangue de mentes criminosas em que participava Dr. No. Com uma belíssima direção de arte que consegue harmonizar a aventura através de diversos cenários diferentes (incluindo um trem), há o perigo constante na missão de Bond, mas esse perigo já começa a fugir um pouco do realismo sentido no primeiro filme, e o nascimento de Q, o líder de invenções bizarras da MI6, é o indício mais forte. Não há muitas mortes, e as que existem são necessárias. Podemos dizer que aqui começam algumas mudanças estruturais que deixarão a visão de James Bond eternizada como um agente invulnerável, embora corra alguns riscos eventualmente.
Luis R.
Luis R.

24.052 seguidores 759 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 9 de março de 2016
Segundo filme de James Bond é brilhante,tem trama mais realista,a cena da mascara na abertura do longa é ótima e usada até hoje em vários filmes do gênero,pela primeira vez o personagem Q,interpretado pelo Desmond Llewelyn,aparece no filme mostrando e explicando como 007 deve usar seu gadget,uma maleta repleta de artimanhas.A Bond Girl Tatiana Romanova tem importância relevante na trama,que é desenvolvida de maneira eficaz.O vilão é sensacional,a organização SPECTRE,onde seu líder aparece de maneira misteriosa sentado em uma cadeira e acariciando um gato.
Marcão
Marcão

23 seguidores 81 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 17 de fevereiro de 2016
As aventuras de James Bond integram um subgênero próprio, com regras e estilo bem delineados, e tendo atingido o 23° filme na cronologia oficial da série, é inevitável que desde muito tempo rankings têm sido elaborados elencando o melhor e o pior do agente secreto. Talvez, portanto, o melhor elogio que posso oferecer a Moscou contra 007 é que este é para mim o número 1 da franquia. Inteligente, ágil, revelador, cheio de alternativas no roteiro intrincado (e também ironicamente simples) e exótico, a segunda aventura de 007 nos cinemas preocupa-se em estabelecer o que torna Bond uma ameaça tão grande aos planos da SPECTRE, a organização criminosa comandada por Blofeld, construindo um espião seguro de si além de um baita detetive, em vez de resumi-lo a um herói de ação com uma permissão para matar e uma fraqueza para mulheres bonitas.

Melhor de tudo isso é o que o roteiro escrito por Richard Maibaum e Johanna Harwood faz isso sem precisar de uma trama rocambolesca que envolva a dominação e a destruição da humanidade, mas "apenas" o roubo da decodificadora Lektor do serviço secreto soviético, visto por Blofeld como uma oportunidade de lucrar para a organização e também de vingar-se de James Bond (Sean Connery) após a morte de Dr. No. A partir daí, a número 3 na SPECTRE Rosa Klebb (Lotte Lenya), recruta a bela agente Tatiana Romanova (Daniela Bianchi) para seduzir o agente que, mesmo ciente de estar caindo uma armadilha, está suficientemente interessado em adquirir uma Lektor para o MI-6 que não titubeia em jogar o jogo. Em Istambul, Bond e Tatiana reúnem-se com o turco Kerim Bey (Pedro Armendáriz) e são seguidos de perto pelo assassino contratado Grant (Robert Shaw), um dos melhores vilões da franquia (tecnicamente, um capanga, conforme as regras, mas enfim).

Limitando-se a um número reduzido de personagens - e basta ver que há só uma Bondgirl na maior parte do tempo -, o diretor Terence Young aproveita o tempo para jogar luz em traços particulares de Bond, como um caso amoroso recorrente mantido há cerca de 6 meses e que diz muito da vida do agente fora do MI-6. Novamente, porém, é a atitude rigorosamente diligente de Bond que chama mais atenção, e assim como no filme anterior ele se manteve de vigília para surpreender o assassino no seu quarto de hotel, agora a primeira coisa que ele faz em Istambul é buscar por grampos no apartamento, ou quando retorna à cabine do trem, a primeira coisa que faz é lançar um breve olhar aos trincos de sua maleta para detectar se ela permanece intocada. Esta é também a única bugiganga que Bond carrega no decorrer da narrativa, ignorando as invenções mirabolantes (e divertidas) do Q e os carros de luxo com artilharia, mantendo um firme pé no chão condizente a uma abordagem que privilegia a espionagem à ação e que reflete até mesmo na postura de Bond em luto (noutras ocasiões, ele automaticamente soltaria uma piadinha).

Da mesma forma, a SPECTRE é satisfatoriamente descrita a partir de sua hierarquia e até a existência de um campo de treinamento demonstra os ambiciosos planos da organização, praticamente uma MI-6 maléfica, algo que o seu líder Blofed, adequadamente mantido nas sombras como um bom marionetista e dono de um senso de humor singularmente ácido ("precisamos desenvolver um novo veneno mais rápido", diz após os longos 12 segundos necessários para uma vítima padecer), certamente se orgulharia. Finalmente, nem Tatiana insiste na postura de donzela indefesa e inclusive é ela quem evita que Bond seja morto em determinado momento, subvertendo a ordem natural de como o cinema insiste em retratar essas coisas.

Prescindindo de grandes orgias explosivas e cenas de ação impactantes para envolver o espectador em sua história de espionagem na qual todos os lados estão enganando uns aos outros, Moscou contra 007 também tem uma canção original bacana e mantém tenso mesmo quem já sabe desde sempre que 007 vai vencer o dia.
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