A jovem e impulsiva Rosetta (Emile Dequenne) vive num trailer, com sua mãe (Anne Yernaux), alcóolatra e agressiva. Sua vontade de mudar de vida tanta que todos os dias ela luta muito por um emprego. Seu maior problema nem sempre achá-lo, e sim manter-se nele. Ela sai procura de trabalho como alguém que está indo para a guerra e, nesta sua luta cotidiana para sair da pobreza e levar uma vida "normal", vale tudo.




Mesmo com a pouca duração, senti um pouco o peso do filme. Em certo ponto a trajetória da protagonista começa a se repetir demais. Entretanto, não dá pra ignorar a força da história contada aqui, e o quão poderosa é. Rosetta é uma protagonista muito forte, com objetivos claros e uma determinação atroz, e os Dardenne mostram que sabem muito bem disso ao NUNCA deixar a câmera abandonar a personagem. O foco é tão inteiramente nela ...
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"Rosetta" é o típicofilme de arte. Usa muita câmera na mão, tipo os filmes do Dogma'95, tem uma históriainteressante, mas um desfecho péssimo, tipo "Através da janela" (quem viu ofilme vai entender o que quero dizer). Bom filme, mas só mesmo o David Cronenberg paradar a Palma de Ouro para ele e deixar de lado "Tudo sobre minha mãe".
Dos irmãos Dardenne eu havia assistido The Kid with a Bike (2011) e La Promesse (1996) -- o segundo influenciado pelo primeiro. Desta forma, Rosetta não me surpreendeu muito, por se tratar de uma temática comumente abordada no cinema humanitário desses produtores. Os conflitos de algumas situações da dimensão social são problematizados no estilo cinematográfico dos Dardenne. Os desafios da adoção de crianças, o difícil cotidiano dos ...
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Filme que retrata o drama do desemprego e da pobreza em países desenvolvidos como a França na virada do milênio.
O modo como os diretores gravam (com a câmera na mão), faz com que o expectador esteja ainda mais próximo da personagem principal, mergulhando no seu universo limitado, pobre e desesperador.
Não é filme de ação e não tem explosão, é um filme para refletir sobre a condição humana.
O modo como os diretores gravam (com a câmera na mão), faz com que o expectador esteja ainda mais próximo da personagem principal, mergulhando no seu universo limitado, pobre e desesperador.
Não é filme de ação e não tem explosão, é um filme para refletir sobre a condição humana.
Prêmios
- Ganhou a Palma de Ouro, no Festival de Cannes de 1999.- Ganhou o Prêmio de Melhor Atriz (Emilie Dequenne) no Festival de Cannes, empatada com Séverine Caneele, de A Humanidade.- Recebeu uma indicação ao César, na categoria de Melhor Revelação Feminina (Emilie Dequenne).- Recebeu uma indicação no Independent Spirit Award, como Melhor Filme Estrangeiro.
Nacionalidades
EUA,
França,
Bélgica
Distribuidor
-
Ano de produção
1999
Tipo de filme
longa-metragem
Curiosidades
1 curiosidade
Orçamento
-
Idiomas
Francês
Formato de produção
-
Cor
Colorido
Formato de áudio
-
Formato de projeção
-
Número Visa
-
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