O Jogo Da Imitação
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4,5
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236 Críticas do usuário

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Jarbas M.
Jarbas M.

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4,0
Enviada em 5 de novembro de 2016
Muito bom o filme! A atuação do Cumberbatch é IMPRESSIONANTE, pois ele retrata fielmente a personalidade problemática do Alan Turing, além de o filme passar de forma muito séria a questão do anagrama e da política britânica.
Isis Lourenço
Isis Lourenço

7.622 seguidores 772 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 24 de outubro de 2016
As biografias que ultimamente tenho assistido realmente tem me dado uma sensação boa e nova do que eu antigamente pensava:todas estão sendo ótimas experiências e esse filme apesar de ser sobre guerra,assunto que não curto,me manteve ligada na trama o tempo todo e super recomendo assistir a história desse gênio.
anônimo
Um visitante
4,0
Enviada em 20 de setembro de 2016
O Jogo da Imitação teria se beneficiado mais se possuísse uma abordagem mais dramática e menos conservadora do que foi mostrado, mas ainda vale muito a pena graças ao seu elenco excepcional e por possuir uma história muito importante a ser contada.

A forma como a história é contada é interessante, com passagens de tempo que variam entre o passado, o futuro e também o próprio presente do matemático Alan Turing, que realmente existiu. Mas nada disso teria funcionado tão bem assim sem o talento de Benedict Cumberbatch, ele realmente mereceu a indicação ao Óscar que recebeu por seu excepcional trabalho aqui.

É uma pena que os roteiristas tenham optado por dar uma abordagem um pouco mais cômica do que dramática para a obra, pois um filme desses exigiria um peso maior, afinal a vida dele deve ter sido muito trágica e o filme acaba não mostrando tanto disso. A parte em que ele passa a sofrer preconceito por ser homossexual é abordada de uma maneira bem rasa, deveriam ter se arriscado mais pois esse sem dúvidas foi o momento mais crítico de sua vida.

Mas o filme ainda se sobressai em muito mais aspectos, a direção é competente apesar de não fazer nada tão fora do normal, a reconstrução de época é fantástica, assim como o elenco inteiro e a trilha sonora, e mesmo com o roteiro tomando algumas liberdades históricas, ainda consegue transmitir uma mensagem muito importante ao público. O resultado é um filme que mesmo imperfeito, vale cada minuto do seu tempo.
Erica V.
Erica V.

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4,5
Enviada em 1 de setembro de 2016
Um ótimo filme!!
Para quem gosta do tema, encontrei este vídeo que explica como funcionou a Enigma, usada pelos alemães: "Como Funcionou a Máquina Enigma" canal Matemática Genial
Alex Cruz
Alex Cruz

3 seguidores 4 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 23 de abril de 2016
Filme maravilhoso. O Benedict e a Keira estão impecáveis. Um filme que prova que não importa as suas limitações ou demônios quando se tem objetivo e determinação as coisas acontecerão.
Ze Ricardo S.
Ze Ricardo S.

16 seguidores 2 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 23 de março de 2016
Grande filme, pena que foi muito rápido, vou atrás da biografia, talvez assim mate minha curiosidade por mais informações.
Crismika
Crismika

1.192 seguidores 510 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 18 de fevereiro de 2016
Um Pequeno Grande filme sem ser uma Grande Produção. Por ser uma história baseada em fatos reais ficamos prestando atenção nos detalhes da trama, que começa a se desenrolar apenas do meio para o fim, com atuação perfeita do ator principal Benedict Cumberbatch, não muito conhecido comercialmente e para Keira Knightley, sempre impecável em suas interpretações, que acabou valendo as indicações ao Oscar de melhor ator e atriz coadjuvante. No final do filme começa as revelações surpreendentes. Vale a pena conferir.
Valdemir P.
Valdemir P.

34 seguidores 9 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 26 de dezembro de 2015
O jogo da imitação é um belo tributo a Alan Turing (1912-1954), o inglês a quem devemos os feitos primordiais da computação moderna, em que as máquinas “pensam” por nós, tornando difícil imaginar como foi a vida sem elas. Tributo facilitado pela biografia do homenageado, marcada por ousadia e persistência incomuns, pela arrogância talvez involuntária, por boa dose de genialidade, pela homossexualidade reprimida – num tempo (anos 1940-50) e lugar (Inglaterra) de intolerância com o diferente – e finalizada pelo suicídio aos 41 anos.

Com roteiro atraente (Graham Moore), direção primorosa (Morten Tyldum) e desempenho notável de Benedict Cumberbatch como personagem principal, o filme explora o ambiente competitivo entre cientistas nos esforços pela vitória na Segunda Guerra Mundial, em cujo contexto foi inventada a “máquina de Turing”, utilizada para decifrar as mensagens em código com que os comandantes alemães transmitiam suas ordens às forças de combate. A conhecida relação entre avanço tecnológico e esforço de guerra é apresentada com lances dramáticos, que incluem Turing se mantendo no comando do laboratório por ordem direta de Churchill e à revelia dos comandantes imediatos do petulante cientista: ciência versus poder fora e dentro do laboratório. A genialidade de Turing é contraposta às suas dificuldades de relacionamento, por não dominar o mínimo da sensibilidade e do traquejo para a vida social e afetiva – o gênio focado, cuja vida se limita àquilo que o faz genial, provocando nos outros admiração (e inveja) e comiseração (e riso).

Como se trata de uma cinebiografia, impossível um final feliz: perseguido pela sua homossexualidade, Turing se submete a tratamento que culmina em suicídio, deixando sem resposta a pergunta sobre o que mais ele poderia ter feito pela ciência da computação. Impossível também – e aí está um grande mérito do filme – não sair da sala de projeção sem questionar a intolerância contra a orientação sexual não convencional. Impossível, por fim, não ter a mente e o coração agitados pela trama que, insistentemente, faz suspeitar que a genialidade tem a ver com algum tipo de fuga a tormentos pessoais e frustrações acumuladas ou mesmo defeitos mentais.

Claro, uma nota não poderia deixar de ser registrada acerca do amor desajeitado e sublime que a trama atribui ao casal Turing-Joan Clarke (Keyra Knightley): “às vezes a solução vem de onde menos se espera” (Turing a Joan, e depois Joan a Turing, em passagens belíssimas do filme). Mas de Christopher (o amigo, primeiro; a máquina que o homenageia, depois) Turing esperava mais.
Danieel T.
Danieel T.

1 crítica Seguir usuário

4,0
Enviada em 29 de novembro de 2015
O filme o jogo da imitação foi ganhador do premio de "melhor roteiro apitado"
Alvaro S.
Alvaro S.

2.259 seguidores 349 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 2 de novembro de 2015
É assustador ver o que a ignorância humana pode fazer com o seu próximo, e não estou me referindo aos horrores da Guerra.
Durante a Segunda Guerra Mundial, o matemático Alan Turing consegue decifrar o código da máquina enigma, usada pelos alemães, com a ajuda de um time de outros matemáticos e muda o rumo da história.
O talento e genialidade deste incrível homem foi completamente subjulgado por ele ser homossexual, um crime punido com cadeia ou com um tratamento agressivo que causava uma infinidade de sequelas na pessoa que se submetia a ele.
É uma produção louvável, não só por trazer à tona a história deste homem, mas por mostrar a barbárie que este herói da guerra sofreu. Benedict Cumberbatch entrega uma performance emocionante, a altura do retratado.
Um comovente tributo a um homem extraordinário, cuja história desconhecida mudou o mundo.
Curiosidade. Indicado a oito Oscars, entre eles Melhor Filme, Direção, Ator, Atriz Coadjuvante, etc... Ganhou de Melhor Roteiro Adaptado.
Outra Curiosidade. Atualmente está em 226º lugar entre os 250 melhores filmes segundo o site IMDB.
Nota do público: 8.1 (IMDB)
Nota dos críticos: 90%(Rotten Tomatoes)
Bilheterias
EUA - $91 milhões
Mundo - $227 milhões
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