O Jogo Da Imitação
Média
4,5
4586 notas

236 Críticas do usuário

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Agilino D.
Agilino D.

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 21 de fevereiro de 2015
Filme absolutamente espetacular. O que mais se esperar de um filme baseado em fatos reais, que faz rir, chorar, refletir sobre momentos nigérrimos da história? Trama bem urdida e que mostra um drama dentro de uma tragédia. Um verdadeiro bullying social experimentado pelo personagem, um gênio da matemática, mas um antissocial por natureza, dada sua condição sexual, a qual o leva a uma vida reclusa e reprimida, numa Inglaterra cujas leis traziam no seu bojo, naquela época (e até 1967) discriminação e intolerância. Representação inspirada e convincente do ator principal. Os comentários um tanto acerbos do crítico do Adoro Cinema não refletem, na minha opinião, a profundidade do enredo e a qualidade da produção. Nota máxima.
Ursula S.
Ursula S.

13 seguidores 3 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 20 de fevereiro de 2015
De um cientista louco a um heroi nao reconhecido, a destruicao de genio apenas por que suas escolhas eram diferentes e nao entendidas. Benedict Cumberbatch faz um trabalho maravilhoso como sempre.
Pitacos.cinematográficos
Pitacos.cinematográficos

28 seguidores 71 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 20 de fevereiro de 2015
Imitando os clichês

O Jogo da Imitação, concorrendo a 8 categorias na premiação do Oscar 2015, é um dos filmes com maior número de indicações, ficando somente atrás de O Grande Hotel Budapeste e Birdman, com 9. E se destaca nas principais categorias, tendo sido indicado aos prêmios de filme, diretor, roteiro adaptado, ator principal e atriz coadjuvante. Excetuando a de ator principal, não deveria ser indicado a nenhuma outra categoria.

O filme conta a história real do brilhante matemático Alan Turing, pai de um equipamento que já foi chamado de "máquina de Turing", o qual hoje chamamos de computador. Porém, não é diretamente sobre o desenvolvimento da máquina que trata o filme, mas de sua contribuição na quebra do código criptográfico usado pelos alemães na Segunda Guerra Mundial, com as famosas máquinas Enigma.

O enredo é contado através de três narrativas paralelas. Uma que se passa na adolescência de Turing, outra durante a Segunda Guerra e a última alguns anos após a guerra, quando o protagonista é preso suspeito de traição.

Percebe-se assim que a história de Turing é interessante e que merece ser contada. Mas faltaram pessoas competentes para escrevê-la e para dirigi-la.

O roteiro parece ter sido tirado de um exercício de curso de roteiristas. Extremamente previsível, cheio de clichês e com piadinhas manjadas. A frase que diz que às vezes uma pessoa improvável se torna a pessoa a fazer a diferença foi repetida por 3 vezes no filme, inclusive no final, forçando um didatismo irritante. Do mesmo modo a tentativa da construção heróica da figura de Turing, uma pessoa extremamente arrogante e desagradável, que muito lembra a personagem Sheldon da série The Big Bang Theory. Também incomoda um pieguismo exagerado ao mostrar que as decisões tomadas para decifrar os códigos nazistas irão matar pessoas.

Outro destaque negativo é a tentativa de tornar Turing um suposto ativista da luta gay, tendo em vista que ele foi preso sob a acusação de "imoralidade", ou seja, por ter tido relações sexuais com outro homem. Obviamente um processo criminal por conta da orientação sexual de um sujeito é uma aberração, não só hoje, como em qualquer época. Turing foi apenas mais um entre muitos presos por conta dessa legislação vergonhosa. Não se questiona o interesse de tal história, mas a maneira como é inserida no roteiro a faz parecer uma nota de rodapé inserida de última hora por um ativista anti-homofobia que quis destacar o papel do protagonista na luta pela liberdade.

A direção, tal como o roteiro, é bem quadrada, sem nada de criativo em relação à fotografia, efeitos especiais ou direção de atores. Falta ainda alguma tensão que prenda o espectador na poltrona, querendo ver o filme. E a direção conta ainda com mais um amontado de clichês, como as mais que batidas cenas de Londres sendo bombardeada pelos alemães, as ruas destruídas e as pessoas se abrigando nas estações de metrô durante à noite, lugar comum em qualquer produção sobre a cidade durante a Segunda Guerra Mundial.

A atuação do protagonista, Benedict Cumberbatch talvez seja a única coisa digna de registro. Ele está muito bem no papel, tentando mostrar alguma complexidade de sentimentos através de um homem que sempre tinha a mesma expressão de fixação. Keira Knightley é uma grande atriz, mas neste filme entrega um trabalho apenas razoável, inferior a outros anteriores, como Orgulho e Preconceito ou Desejo e Reparação.

De todo modo, não é um filme ruim. Não é bom, mas também não é ruim. O que incomoda é a profunda falta de criatividade. Não que todos os filmes que já concorreram ao Oscar sejam obras primas, mas os indicados deveriam ser produções acima da média, o que, definitivamente, não é o caso de O Jogo da Imitação.
Alexandre A.
Alexandre A.

2 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 24 de fevereiro de 2015
Achei um pouco monótono. Mas muito bom! Assistiria novamente
Aridjane G.
Aridjane G.

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 20 de fevereiro de 2015
PERFEITO,LINDO,EXELENTE,EMOCIONANTE,TRISTE,MARAVILHOSO!!!!!!
Leandro C.
Leandro C.

20 seguidores 13 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 19 de fevereiro de 2015
Benedict Cumberbatch está incrível! Faltou um desfecho mais detalhado...
Amanda T.
Amanda T.

9 seguidores 1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 19 de fevereiro de 2015
Fiquei surpresa com o filme, uma história que te prende do começo ao fim ... Recomendo
Deivid A.
Deivid A.

3 seguidores 8 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 18 de fevereiro de 2015
Bom, mostra a segunda guerra nos bastidores, uma revelação enorme que foi o grande motivo da derrota nazista. Quem entender o filme pode julgar a importância do que representa o trabalho desse dr., enfim vale a pena conferir
Letícia Holobenko F.
Letícia Holobenko F.

3 seguidores 1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 17 de fevereiro de 2015
Muito bom e comovente.Excelente para quem gosta de história.
Alexandre S.
Alexandre S.

153 seguidores 116 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 17 de fevereiro de 2015
Um roteiro bem delineado, com uso de "flashbacks" bem feitos e nos momentos certos, Interpretações boas e convincentes, por mais que o "Turing" de Cubembartch lembra demais seu "Sherlock" na tv, dão o tom pro filme. Excelente ambientação de época pra segunda guerra, situações que muitos não tinham conhecimento em relação a guerra e a criação da máquina quebra códigos nazistas acaba saindo de mãos abanando no Oscar, infelizmente. Vale uma conferida.
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