O Jogo Da Imitação
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4,5
4586 notas

236 Críticas do usuário

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Eduardo D
Eduardo D

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3,0
Enviada em 18 de maio de 2016
Com um elenco de peso, Benedict Cumberbatch é Alan Turing, um matemático selecionado pelo Governo britânico para decifrar a comunicação alemã na Segunda Guerra Mundial.

Turing é arrogante e prepotente no que faz.Talvez, por realmente ser uma pessoa de inteligência superior em relação aos seus colegas. Claro isso acarreta em dificuldades sociais, ao mesmo tempo em que é extremamente focado no que faz.

O filme possui similaridade com Uma Mente Brilhante no que diz respeito aos conflitos internos e sociais do personagem, assim como, a forma como a virada de chave no filme ocorre.

Cumberbatch e Keira Knightley formam a grande dupla na história e estão ótimos. Mas parece ter faltado maior ousadia para o Diretor aprofundar melhor o personagem de Cumberbatch. As diversas passagens como um jovem estudante perseguido e sua amizade íntima com um colega para o seu momento atual, poderiam ter sido melhores exploradas.

O homossexualismo e o drama significativo disso numa Grã Bretanha que levava à prisão pessoas com esse "distúrbio" é tratado de forma pontual e com uma mera explicação histórica pelo Diretor.

Enfim, os verdadeiros dilemas são subjugados em detrimento da superficialidade.
Alex Cruz
Alex Cruz

3 seguidores 4 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 23 de abril de 2016
Filme maravilhoso. O Benedict e a Keira estão impecáveis. Um filme que prova que não importa as suas limitações ou demônios quando se tem objetivo e determinação as coisas acontecerão.
Ze Ricardo S.
Ze Ricardo S.

16 seguidores 2 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 23 de março de 2016
Grande filme, pena que foi muito rápido, vou atrás da biografia, talvez assim mate minha curiosidade por mais informações.
Maria Izabel D
Maria Izabel D

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 21 de fevereiro de 2016
De fato, dedicar seu tempo à esse filme nunca será um desperdício, excelente filme e mais do que isso: uma história inspiradora
Crismika
Crismika

1.192 seguidores 510 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 18 de fevereiro de 2016
Um Pequeno Grande filme sem ser uma Grande Produção. Por ser uma história baseada em fatos reais ficamos prestando atenção nos detalhes da trama, que começa a se desenrolar apenas do meio para o fim, com atuação perfeita do ator principal Benedict Cumberbatch, não muito conhecido comercialmente e para Keira Knightley, sempre impecável em suas interpretações, que acabou valendo as indicações ao Oscar de melhor ator e atriz coadjuvante. No final do filme começa as revelações surpreendentes. Vale a pena conferir.
Neto S.
Neto S.

30.587 seguidores 773 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 9 de janeiro de 2016
Durante a Segunda Guerra Mundial, o governo britânico monta uma equipe que tem por objetivo quebrar o Enigma, o famoso código que os alemães usam para enviar mensagens aos submarinos. Um de seus integrantes é Alan Turing (Benedict Cumberbatch), um matemático de 27 anos estritamente lógico e focado no trabalho, que tem problemas de relacionamento com praticamente todos à sua volta. Não demora muito para que Turing, apesar de sua intransigência, lidere a equipe. Seu grande projeto é construir uma máquina que permita analisar todas as possibilidades de codificação do Enigma em apenas 18 horas, de forma que os ingleses conheçam as ordens enviadas antes que elas sejam executadas. Entretanto, para que o projeto dê certo, Turing terá que aprender a trabalhar em equipe e tem Joan Clarke (Keira Knightley) sua grande incentivadora.Regular, o mais fraco dos indicados ao oscar , O Abutre e bem superior na minha opniao, filme tem ate boas atuaçoes, mais eu achei parado e tediante. Nota 6.0
Vilmar O.
Vilmar O.

2.033 seguidores 357 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 28 de dezembro de 2015
Filmaço!
Um tapa na cara do preconceito.
Ainda bem que hoje em dia no ocidente, pelo menos, absurdos como o que foi abordado no filme não acontecem mais!
Todo elenco atua muito bem. Se levasse o oscar de melhor filme não seria nada demais também, pois seria merecido.
Valdemir P.
Valdemir P.

34 seguidores 9 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 26 de dezembro de 2015
O jogo da imitação é um belo tributo a Alan Turing (1912-1954), o inglês a quem devemos os feitos primordiais da computação moderna, em que as máquinas “pensam” por nós, tornando difícil imaginar como foi a vida sem elas. Tributo facilitado pela biografia do homenageado, marcada por ousadia e persistência incomuns, pela arrogância talvez involuntária, por boa dose de genialidade, pela homossexualidade reprimida – num tempo (anos 1940-50) e lugar (Inglaterra) de intolerância com o diferente – e finalizada pelo suicídio aos 41 anos.

Com roteiro atraente (Graham Moore), direção primorosa (Morten Tyldum) e desempenho notável de Benedict Cumberbatch como personagem principal, o filme explora o ambiente competitivo entre cientistas nos esforços pela vitória na Segunda Guerra Mundial, em cujo contexto foi inventada a “máquina de Turing”, utilizada para decifrar as mensagens em código com que os comandantes alemães transmitiam suas ordens às forças de combate. A conhecida relação entre avanço tecnológico e esforço de guerra é apresentada com lances dramáticos, que incluem Turing se mantendo no comando do laboratório por ordem direta de Churchill e à revelia dos comandantes imediatos do petulante cientista: ciência versus poder fora e dentro do laboratório. A genialidade de Turing é contraposta às suas dificuldades de relacionamento, por não dominar o mínimo da sensibilidade e do traquejo para a vida social e afetiva – o gênio focado, cuja vida se limita àquilo que o faz genial, provocando nos outros admiração (e inveja) e comiseração (e riso).

Como se trata de uma cinebiografia, impossível um final feliz: perseguido pela sua homossexualidade, Turing se submete a tratamento que culmina em suicídio, deixando sem resposta a pergunta sobre o que mais ele poderia ter feito pela ciência da computação. Impossível também – e aí está um grande mérito do filme – não sair da sala de projeção sem questionar a intolerância contra a orientação sexual não convencional. Impossível, por fim, não ter a mente e o coração agitados pela trama que, insistentemente, faz suspeitar que a genialidade tem a ver com algum tipo de fuga a tormentos pessoais e frustrações acumuladas ou mesmo defeitos mentais.

Claro, uma nota não poderia deixar de ser registrada acerca do amor desajeitado e sublime que a trama atribui ao casal Turing-Joan Clarke (Keyra Knightley): “às vezes a solução vem de onde menos se espera” (Turing a Joan, e depois Joan a Turing, em passagens belíssimas do filme). Mas de Christopher (o amigo, primeiro; a máquina que o homenageia, depois) Turing esperava mais.
Danieel T.
Danieel T.

1 crítica Seguir usuário

4,0
Enviada em 29 de novembro de 2015
O filme o jogo da imitação foi ganhador do premio de "melhor roteiro apitado"
Renato M.
Renato M.

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 24 de novembro de 2015
Filme magnífico! Simplesmente perfeito. Elenco e roteiro impecável. O fato de não ter se aprofundado no que diz respeito a sua sexualidade, só mostrou que o foco era o que ele fez por todos durante a guerra.
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