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Sidney M.
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1.082 críticas
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3,5
Enviada em 27 de julho de 2016
Bom filme, uma biografia que é conduzido pelo drama sem ser enfadonho, e também expõem sem medo há má administração da empresa responsável pelo seus empregados.
A história dos 33 sobreviventes que foram resgatados por um milagre é contata de forma convincente. Porém a língua deveria ter sido preservada para dar mais veracidade a história. Destaque para cena em que os sobreviventes estão com tanta fome que tem a visita dos familiares com um banquete e uma cena memorável. Vale a pena assistir o filme para conhecer a história que causou uma calamidade ao mundo inteiro pelo resgate emocionante.
Em 2010, os olhos da mídia mundial estavam voltados para um país latino americano não por algo positivo que despertaria a atenção vigorosa em peso, mas por conta de uma tragédia anunciada. O "evento" em questão ocorreu em Copiapó, Chile, quando um desabamento deixa 33 mineiros presos a mais de 700 metros de profundidade, drama este que recebeu uma interessante retratação cinematográfica.
Iniciando com uma narrativa que apresenta aos poucos a maior parte dos mineiros, desde problemas familiares até dilemas sobre a profissão em si, o filme se preocupa em deixar claro que aqueles são pessoas normais que possuem vidas também normais, inclusive o bom humor que eles usam para tratar da profissão diariamente cheia de riscos. Durante um dia como outro qualquer, um forte desabamento faz com que os mineiros fujam para o trecho mais baixo na mina de San José, no que eles chamam de refúgio. Após o acidente com ares de filme catástrofe de qualidade notável, surgem aí os primeiros ares de drama, pois fica nítido que o ambiente quente e claustrofóbico causaria arrepios somente pela possibilidade disso ser ficção, imagina a certeza da retratação de um ocorrido real.
Para começar a colocar ordem na casa, destaca-se Mario Sepúlveda (Antonio Banderas), o homem que lidera o grupo e tenta manter as mentes sãs, conquistando a confiança de todos ao provar que decisões não podem ser precipitadas na circunstâncias em que sem encontram. Paralelo ao acidente, a mídia começa a mostrar sua asas para alçar o desastre como um espetáculo circense; ao passo que o apelo político também surge nítido, uma vez que o presidente chileno preferiria não se envolver para evitar um desgaste em caso do eventual resgate não ser realizado com sucesso. Aí entra uma das maiores figuras do filme: Laurence Golborne (Rodrigo Santoro), Ministro de Minas, este o responsável por incitar o governo e controlar toda a operação de resgate, cuidando inclusive dos familiares.
Grande parte da drama recai, evidentemente, pelo que se passa debaixo da terra. Os desprazeres gerados pelo racionamento, falta de comunicação externa, conflitos pessoais, calor e outros nos fazem torcer pelo que surgirá a seguir, mesmo que já se saiba do resultado real. A forma com que a diretora trata os 69 dias em que os mineiros ficaram presos é brilhante, sempre pontuando com expectativa e torcida pelo sucesso do resgate. Apesar da cautela em chegar aos finalmentes, sempre ponderando o possível desfecho com a possibilidade de problemas, é no clímax que a emoção, e comoção, toma conta.
OS 33 trata de uma história real com suas liberdade naturais, como idioma e pontuações narrativas para moldar uma história cativante e tensa na medida certa. É um filme com pouco mais de 2h de duração, mas sem que isso seja percebido, dado o ambiente inóspito e situação nada peculiar. Vale o tempo dedicado a esta interessante obra cinematográfica e a homenagem feita após os créditos.
Capiapó, Chile. Um desmoronamento faz com que a única entrada e saída de uma mina seja lacrada, prendendo 33 mineradores a mais de 700 metros abaixo do nível do mar. Eles ficam em um lugar chamado refúgio e, liderados por Mario Sepúlveda (Antonio Banderas), precisam racionar o alimento disponível. Paralelamente, o Ministro da Energia Laurence Golborne (Rodrigo Santoro) faz o possível para conseguir que os mineiros sejam resgatados, enfrentando dificuldades técnicas e o próprio tempo.Legal, uma historia emocionante, elenco razoavel, atuaçoes boas, filme para passar o tempo. Nota 7.0
Filme q retratou bem o drama dos mineiros chilenos na Mina de San Jose. Santoro saiu de coadjuvante para bem desempenhar um dos papéis principais do filme. Banderas tbm está muito bem no papel. Vale a pena curtir as emoções do filme. Pecado ter sido dialogado em inglês, mas não tira o mérito do filme.
O filme distrai, mas é um pouco panfletário. Entregar um personagem importante a Antonio Banderas é lastimável. Santoro está ótimo e Binoche nem tanto.
Um ótimo filme com boas atuações dos atores principais Rodrigo Santoro, Antônio Banderas e Juliette Binoche dividem bem as cenas. O elenco secundário também é muito bom. A história emociona demais, mas o filme perde um pouco o ritmo, falta mais dinâmica e mais envolvimento com o espectador.
Gostei bastante do filme, apreciável. Sabendo da terrível história que comoveu boa parte do mundo, em imaginar como seria a angustia de todos, o filme até desvendou alguns fatos que me eram ignorados. Poderia ter interpretações melhores, mas em suma é interessante assistir. E valorizar essas 33 pessoas.
Confesso que fiquei receoso em conferir a obra, pois um desastre muito veiculado , apesar de 69 dias com um final feliz, não poderia trazer nada de novo, mas decidi apreciar e qual não foi minha surpresa com as deliciosas interpretações e direção memoráveis. Começa com bom ritmo que vai aumentando até a apoteose de sentimentos no final. Rodrigo Santoro, no papel de Laurence Golborne esteve o tempo todo perfeito e muito seguro com seu personagem . Dava prazer em suas atuações. Antonio Banderas como Mario Sepúlveda , líder dos mineiros não deixou nada a desejar, enfim, é uma estória quase que improvável que realmente aconteceu deixando-nos mais atentos aos milagres que estão acontecendo neste exato momento. Com relação ao filme ser em inglês e não espanhol não vejo mal algum, visto que é uma estória a ser contada para todo o planeta e ficará mais acessível mesmo. Aconselho!
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